Domingo, 25 de Abril de 2010

25 de Abril sempre!

                                                                              

 Ouvi com atenção os discursos proferidos na Assembleia da República na comemoração deste dia histórico - 25 de Abril.

Gosto da simbologia dos actos e do significado dos pequenos gestos:  por isso mesmo gostei de ver Pedro Passos Coelho e Aguiar Branco com um cravo na lapela. O símbolo é de todos e não só de alguns como bem lembrou  Aguiar Branco.

Mas de tudo o que se enunciou ficou-me na memória  o que foi dito pelo Deputado do CDS/PP António Rodrigues" Abril ficou na memória  pelos 3 D's : Democratizar, Descolonizar e Desenvolver- mas o  país vive hoje sob o signo de outros três 'd': dívida, défice e desemprego -- que é urgente combater." O problema é como vamos  sair daqui?

Entretanto aqui no nosso concelho nem cravo, nem lapela, nem cerimónia ... nada apenas uns foguetes à meia noite. E há memória e pessoas que podiam e ( gostavam) de ser chamadas para nos contar o que ainda está por contar.

Um  concelho que não reflecte sobre o passado , não compreende o presente e não antecipa o futuro ou dito de outra forma  e citando Aguiar Branco:

"Uma organização morre quando os de baixo já não querem e os de cima já não podem",  (Lenine)

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publicado por Ana Narciso às 17:55
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9 comentários:
De Eduardo Louro a 25 de Abril de 2010 às 20:06
25 de Abril sempre! Comemorar sempre, lembrar sempre. Cravo vermelho: sempre e para todos, mesmo para esse Sr António Rodrigues, mesmo para os deputados do CDS. Não votaram a Constituição de 1976? E daí? O que é que isso tem a ver para se demarcarem da comemoração do 25 de Abril e do seu símbolo maior: o cravo?
De João Freire a 26 de Abril de 2010 às 17:20
Exmo Senhor Professor,

Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.

Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.

Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura "salazarista" e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.

Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.

Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.

Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.

Li os textos de apoio do Professor Fernando Rosas, onde me informam que os Capitães de Abril são considerados heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles são os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países, e num total obscurantismo.

Tinha já tudo bem compreendido e decorado, quando pedi ao meu pai que lesse os apontamentos e os textos para me fazer perguntas sobre a tal Revolução, com vista à minha preparação para o teste, pois eu não assisti ao acontecimento histórico, por não ter ainda nascido, uma vez que, como sabe, tenho apenas dezasseis anos de idade.

Com o pedido que fiz ao meu pai, começaram os meus problemas pois ele ficou horrorizado com o que o Senhor Professor me ensinou e chamou-lhe até mentiroso porque conseguira falsificar a História de Portugal.



Ele disse-me que assistira à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que vira com «os olhos que a terra há-de comer» o que acontecera e as suas consequências. Disse-me que os Capitães foram os maiores traidores que a nossa História conhecera, porque entregaram aos comunistas todo o nosso império, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios, que nos pertenciam por direito histórico. Que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que nela sobressaíra a valentia dum povo em armas, a defender a herança dos nossos maiores.

Que já não existia ditadura "salazarista", porque Salazar já tinha morrido na altura e que vigorava a Primavera Marcelista que, paulatinamente, estava a colocar Portugal na vanguarda da Europa.
De Jõao Freire a 26 de Abril de 2010 às 17:21
continuação:
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Que Portugal já desfrutava de muitas liberdades ao tempo do Professor Marcelo Caetano, que caminhávamos para a Democracia sem sobressaltos, que os jovens, como eu, tinham empregos assegurados, quando terminavam os estudos, que não se drogavam, que não frequentavam antros de deboche a que chamam discotecas, nem viviam na promiscuidade sexual, que hoje lhes embotam os sentidos.

Disse-me também que ele sabia o que era Deus, a Pátria e a Família e que eu sou um ignorante nessas matérias. Aliás, eu nem sabia que a minha Pátria era Portugal, pois o Senhor Professor ensinou-me que a minha Pátria era a Europa.

O meu pai disse-me que os governantes de outrora não eram corru ptos e que após o 25 de Abril nunca se viu tanta corrupção como actualmente.

Também me disse que a criminalidade aumentara assustadoramente em Portugal e que já há verdadeiras máfias a operar, vivendo à custa da miséria dos jovens drogados e da prostituição, resultado do abandono dos filhos de pais divorciados e dum lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, desde há mais vinte anos.

Eu fiquei de boca aberta, quando o meu pai me disse que a "Censura" continuava na ordem do dia, porque ele manda artigos para alguns jornais e não são publicados, visto que ele diz as verdades, que são escamoteadas ao Povo Português, e isso não interessa a certos órgãos de Comunicação Social ao serviço de interesses obscuros.

O meu pai diz que o nosso país é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos dá esmolas para nós conseguirmos sobreviver, pois os tais Capitães de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana» e que o nosso país já não nos pertence e que perdemos a nossa independência.

Perguntei-lhe se ele já ouvira falar de Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Melo Antunes, Álvaro Cunhal, Vítor Alves, Vítor Crespo, Lemos Pires, Vasco Lourenço, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Pezarat Correia... Não pude acrescentar mais nomes, que fixara com enorme sacrifício e trabalho de memória, porque o meu pai começou a vomitar só de me ouvir pronunciar estes nomes.

Quando se sentiu melhor, disse-me que nunca mais lhe falasse em tais «sacanas de gajos», mas que decorasse antes os nomes de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Diogo Cão, D. João II, D. Manuel I, Bartolomeu Dias, Afonso de Albuquerque , D. João de Castro, Camões, Norton de Matos, porque os outros não eram dignos de ser Portugueses, mas estes eram as grandes e respeitáveis figuras da nossa História.

Naturalmente que fiquei admirado, porque o Senhor Professor nunca me falara nestas personagens tão importantes e apenas me citara os nomes que constam dos textos do Professor Fernando Rosas.

Senhor Professor, dada a circunstância do meu pai ter visto, ouvido, sentido e lido a Revolução de Abril, estou completamente baralhado, com o que o Senhor me ensinou e com a leitura dos textos de apoio.

Eu julgo que o meu pai é que tem razão e, por isso, no próximo teste, vou seguir os conselhos dele.

Não foi o Senhor Professor que disse que a Revolução nos deu a liberdade de opinião?

Certamente terei uma nota negativa, mas o meu pai nunca me mentiu e eu continuo a acreditar nele.

Como ele, também eu vou pôr uma gravata preta no dia 25 de Abril , em sinal de luto pelos milhares de mortos havidos no nosso Império, provocados pela Revolução dos Espinhos, perdão, dos Cravos.

De Eduardo Louro a 27 de Abril de 2010 às 10:56
Não se deixe influenciar em demasia pelo seu pai e não ponha nenhma gravata preta no próximo 25 de Abril. É qiue o seu pai, com todo o respeito, está cheio de equívocos... Tantos, se não mais, como o seu professor. Provavelmente o seu pai lembra-se de um programa humorístico brasileiro celebrizou uma frase: "Tem pai que é cego!" Pois, coitado de si :entre "pai que é cego" e "professor que só vê do olho esquerdo".
De João Freire a 26 de Abril de 2010 às 17:22
O Senhor disse-me que esta Revolução não vertera uma gota de sangue e agora vim a saber que militantes negros que serviram o exército português, durante a guerra, que o Senhor chamou colonial, foram abandonados e depois fuzilados pelos comunistas a quem foram entregues as nossas terras.

Desculpe-me, Senhor Professor, mas o meu pai disse-me que o Senhor era cego de um olho, que só sabia ler a História de Portugal com o olho esquerdo.
Se o Senhor tivesse os dois olhos não me ensinaria tantas asneiras, mas que o desculpava porque o Senhor era um jovem e certamente só lera o que o Professor Fernando Rosas escrevera.

A minha carta já vai longa, mas eu usei de toda a honestidade e espero que o Senhor Professor consiga igualmente ser honesto para comigo, no próximo teste, quando o avaliar.

Com os meus respeitosos cumprimentos.
De José Ferreira a 26 de Abril de 2010 às 18:23
Sr.João Freire
Não sei a que professor se refere, mas a mim não será certamente, visto nunca ter ensinado História, logo, por certo, não será comigo que terá teste na próxima semana.
Um verdadeiro professor deverá avaliá-lo pelos seus conhecimentos das matérias que foram leccionadas.
Avaliar não é opinar.É julgar de forma fundamentada.
Muito menos na área de História, mas naturalmente existem sempre diferentes leituras, e mais dificil é quando os acontecimentos são recentes,visto as nossas paixões serem incontroladas.
Fernando Rosas é um historiador com uma clara opção politica,pública, o que nos deve levar a uma leitura critica e não a beber tudo.
A opinião de seu pai revela a forma como viveu aquele período, com as suas exaltações,mas também as muitas injustiças a milhares de portugueses que foram arrastados por ódios e invejas.
Diz bem quando fala, um homem bem intencionado, Caetano,um homem a que a História há-de colocar no devido lugar,face ao que fez por Portugal.
Só que este grande português, não foi capaz e os militares não lhe deram mais espaço de tempo,para fazer a transição para a democracia e os ultras do regime tudo fizeram para o tramar.
Devemos muito a militares de Abril.
Nem todos, porque alguns por vontade própria teriam levado Portugal para nova ditadura, na esfera da influência comunista.
Mas já agora não esqueça, que os militares tinham os.seus interesses proprios, em matéria de carreiras profissionais.
Em 73 saiu um diploma que foi altamente contestado pelos oficiais profissionais, face as regalias a atribuir aos oficiais milicianos, que depois de terem feito uma campanha em África, eram de novo chamados para nova comissão como capitães milicianos.
Mas isto é para falar noutros espaços, porque o espaço é curto.
De qualquer forma, um conselho amigo- ouça as diferentes versões, faça análise critica e ajuíze por si.
Bom teste.
Mas não sou eu o seu professor.
Cumprimentos
De José Ferreira a 26 de Abril de 2010 às 09:54
25 de Abril sempre.
26 de Abril, pense-se.
Abril de descolonizar,democratizar e desenvolver.
Um Abril que vinha substituir fado,futebol e Fátima.
Há 36 anos era mais um dos jovens que acabado o liceu,entrava na faculdade e mais uns tempitos, Mafra, oficial-miliciano, África.Isto era certo.
Abril um mundo novo.
Um Abril que nos afastasse de uma direita militar autoritária ou de uma esquerda comunista totalitária.
Um Abril em que a nossa sociedade estivesse livre de injustiças e graves problemas sociais,Abril em que o progresso no desenvolvimento dos principios e instituições fundamentais, nos conduzisse a uma sociedade mais equilibrada e perfeita.
O deputado Rodrigues do CDS, trouxe 3 novos Ds-divida,desemprego,deficit.
Os 3 Fs estão mais fortes do que nunca.
Futebol todos os dias.Antigamente só ao domingo.
Fado, triste sina, em que as lamúrias e amores desencontrados, são o pão nosso de cada dia.
Fátima, era o 13 de Maio e o 13 de Outubro.
Hoje são todos os fins de semana.
Apesar da nossa "aversão" á igreja, o facto,é o recrudescimento do fenómeno.
Hoje Abril é desilusão,descrença, desespero.
Desilisão pela sociedade que permita que existam pessoas com 300€ por mês e outros com 3 milhões de prémio de uma empresa, em que não investiu um centimo.
Potugal em que o presidente do Banco de Portugal ganha mais do que o presidente do Banco da América, ou o Presidente da EDP ganha o dobro do seu homólogo francês.
Descrença,porque se países existem, em que grandes presidentes por terem mentido no Senado, a propósito de um relacionamento com uma secretária,estiveram quase a perder o mandato, não pelo caso, mas pela mentira, no nosso, os mais altos responsáveis veem-se enredados em situações pouco dignas, mas nada acontece.
Clinton pediu desculpa em público.
Em Potugal são cabalas.
Continuam sem vergonha a execer os seus cargos, evidenciando a tal dificudade de convivência com a verdade.
Desespero, dos jovens que não encontram trabalho, dor idosos qe não conseguem pagar os medicamentos e de todos aqueles em que, quase meio ano do seu trabalho é para pagar os excessos do Estado.
E olhando para os dicursos de ontem, interrogo-me,se não será mesmo urgente rever a Constituição?
É um facto adquirido que a generalidade dos portugueses, acha que temos deputados a mais.
É um facto que gostariamos dum sistema em que pudessemos responsabilizar os nossos deputados.
Quanto mais não seja, só por estas duas razões a Constitução tem de ser revista.
Sob pena deste sistema se eternizar, fazendo-nos acreditar que a democracia não pode ser aperfeiçoada, e como tal, asistirmos mais ao desinteresse do BEM COMUM, ao alheamento das pessoas e sua indiferença e naturalmente a perda de principios e valores.
O mundo termina na ponta do meu nariz.
Provavelmente, teremos de mudar dos Ds para os Es.
Esperança,esforço,eficiência,equidade,energia,entusi-asmo.
25 de Abril sempre. Mas não é o fim da história.
Cumprimentos.
De Maria Antonieta a 26 de Abril de 2010 às 19:21
Belissimo comentário e belissima resposta.
È imperioso sim voltar para o E, sobretudo o de Esperança e Entusiasmo mas também para o V de Verdade.
25 de Abril sempre
De Ana Narciso a 26 de Abril de 2010 às 19:08
Não deixa de ser curioso que o relatório deste " jovem " contenha vários pontos interessantes: em primeiro lugar as várias leituras da história: a que é ensinada( com uma clara leitura ideológica), a verdadeira e a vivida pelos actores da época. Os alunos vão aprendendo o que o Ministério da Educação de cada época exige e acha adequado. Não é por acaso que em todos os países o ensino da História e os documentos que a suportam estão , por vezes encerrados durante algumas gerações . Portanto João Freire começou a sua aprendizagem , procure a verdade investigue, compare, pergunte. o conhecimento é assim ; dá trabalho , suscita muitas dúvidas mas dá um enorme prazer ... viu-se pelo seu texto; gostou de apresentar as contradições . está no bom caminho . Todos os dias assiste à reescrita da história basta seguir o dia a dia o que este governo diz. Vai ver como entre o que lhe é transmitido, o real e a verdade é uma contradição maior do que tudo o Fernando Rosas lhe possa transmitir. Está no bom caminho!!

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Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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