Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Que PSD é este?

O PSD ao apoiar o PS no aumento de impostos anunciado, cede em tudo o que tem defendido e que não é mais do que: a consolidação orçamental tem de ser feita pelo lado da despesa e não pelo lado da receita. Lembro que há menos de uma semana foi assinado o contrato de lançamento do TGV...

Ao fazê-lo Passos Coelho, que até se esforçou por se apresentar como um liberal, desmente-se a si próprio e destrói a 'aura' de esperança com que acenou aos portugueses após a sua eleição como líder da posição e por isso candidato natural a PM.

Ao alinhar nas medidas propostas por Sócrates, e destinadas a corrigir os erros da sua própria governação, Passos Coelho dá força ao argumentário da esquerda radical que classifica o PSD e o PS como partidos iguais. Sem mais informação tal facto parece inegável.

publicado por Paulo Sousa às 23:00
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16 comentários:
De Pedro Oliveira a 13 de Maio de 2010 às 00:01
Não concordo nada contigo.
o conselho nacional de ontem foi claro, o PSD dá "aval" ás medidas exigidas pela UE( ou pensas que Sócrates está a fazer isto por vontade própria? ) desde que que o PS no valor de pelo menos 50% que representam estas medidas actue via redução de despesa estado.
Se alguém tem demonstrado sentido de estado tem sido o PSD liderado por PPC.
De Paulo Sousa a 13 de Maio de 2010 às 08:30
Pois mas se quer exigir contrapartidas para este aval, poderia por exemplo exigir que o TGV, que refiro no post, fosse adiado.
Além disso já conhecemos Sócrates. Que português é que lhe compraria um automóvel, ou por outras palavras, que português ainda confia na sua palavra. Sem um interlocutor de confiança os acordos de compromisso a assumir no futuro só valem a ilusão do momento em que são estabelecidos.
Falar em sentido de estado também é engraçado. DIstingue os sentido de estado de PPC a alinhar este acordo com o de Sócrates que o propõe?
De Maria Antonieta a 13 de Maio de 2010 às 00:17
O PSD não que agora governar.
Quer deixar desgastar o Sòcrates.
Sabe que estas medidas têm de ser tomadas e são impopulares e deixa-as para o Sòcrates.
Eu acho um perfeito disparate o aumento do Iva, porque é um imposto cego.
O Paulo Portas anda a trepar as paredes, porque vê que o protagonismo dele está-se a esvair não sendo chamado para nada,nem sendo incluído pelo PSD nas decisões.
Na verdade Paulo Portas espeva outra solidariedade do PSD.Esperava ele . Eu sabia que não.
Daqui a algum tempo o Sòcrates completamente desgastado pela conflitualidade social não terá mais condições de ganhar eleições. Então o PSD tem o caminho muito mais facilitado.
Esta é a estratégia de Pedro Passos Coelho versus Angelo Correia.
Se querem que vos diga a minha opinião.
Sob o ponto de vista do que é melhor para o PSD acho-a uma estratégia bem inteligente.
De antonio carvalho a 13 de Maio de 2010 às 11:39
É verdade, pois o que distingue o PSD e PS nesta fase do campeonato é, única e exclusivamente a escolha para o caminho do poder. E nesta estratégia, o CDS/Paulo Portas, está fora de questão, o que leva a duas bicas da mesma fonte, sendo a água exactamente da mesma nascente: Retirar cada vez mais direitos e qualidade de vida a quem tem rendimentos mais baixos e engordar os mais ricos (Bancos, seguradoras, capital bolsista especulativo) e ainda o tráfico de influências para os grandes negócios do Governo (algumas obras públicas).
Mas a quem pretende Pedro Passos Coelho e o PSD enganar, nesta estratégia de tomada de poder. Será que pensa que os eleitores são maioritáriamente anormais ! ?. Talvez, pois como a estratégia do capital é manter o poder o mais forte possível e ficar cada vez mais rico, então não temos quaisquer dúvidas de que as abstenções ao OE e PEC, são apenas falácia e que os interesses de Portugal, são apenas os interesses momentâneos dos partidos que estão a governar (sempre à direita) PS; PSD ou CDS.
Até às presidenciais de 2011, retiram-se mais uns milhões nos salários dos trabalhadores, aumenta-se o IVA(igual para quem ganha milhões ou centimos), retiram-se alguns benefícios socias no IRS (Despesas de educação) em nome da não falência do País, etc., etc, etc. e tal.
Infelizmente. o dia 1 (um) de Abril em Portugal deixou de existir, porque as mentiras dos restantes dias passaram a ser muitas mais e em maior intensidade.
De anonimo´s a 13 de Maio de 2010 às 04:09
Nao admira.
Foi dito e redito que Soxrates e P Coelho sao a mm coisa: a mentira.
*
O país precisa de medidas bem mais duras....e nao este faz de conta!
De Gossip a 13 de Maio de 2010 às 04:14
É o Vosso PSD, ou nao o reconhecem?!!
Interesseiro, burguês, culto na mediocridade dos interesses mais mesquinhos. Finalmente temos PSD. É também uma mostra do que fomos, e do que agora somos.
De José Ferreira a 13 de Maio de 2010 às 14:54
Paulo
a análise da DªAntonieta não é descabida.
O PSD do PPC( programa permanente de cooperação???) leva-me a concluir, que este não é o meu PSD.
-Eu queria um PSD,que reclamasse a extinção de serviços e institutos inuteis;
-que impusesse restrições de despesas em telefones,luz e ar condicionado,deslocações, encomendas de pareceres,viagens de anuncios, propaganda e lançamento de 1º pedra ou assinatura de protocolos,
-um PSD que tivesse a coragem de fazer uma redução drástica nos vencimentos dos cargos politicos,gestores,directores de Institutos Públicos;
-Um PSD que não concorde com o aumento CEGO dos impostos.
Dou-vos um exemplo pequenino.
Na próxima factura da água vai apartecer um adicional de 0,3centimos por m3, que será receita de mais uma entidade do Estado, (IRAR) e que financiamos sem saber.
Em 10m3, vai pagar mais 3€, além do anormal custo com que o nosso municipio nos brindou, na ultima Assembleia Municipal.
-Deveria amarrar O PS á revisão contitucional para a redução do nº de deputados;
devia amarrar o PS para extinguir os Governos Civis, que não se entende, porque continuam;
devia amarrar o PS a legislar, no sentido, de aliviar o IRC das empresas que têm contratos para exportação seguros,como apoio ás exportações.
Um PSD que não aceite o que ainda ontem ouviamos.
Ouvi eu, na SIC, um deputado do PS, Sr João Serrano, dizer que a queixa apresentada pelo Sindicato dos Jornalistas, na Comissão de Ética da Assembleia da Republica,ali não era o local para se discutir tal assunto e daí o chumbo do pedido.
Se uma matéria que tem a ver com o comportamento de um deputado,que em linguagem corrente não passa de um roubo, não é discutido numa comissão de ética, o que será lá discutido?
O apito dourado o o encarnado?
E pasme-se, o PSD que que seja aprovado um Código de Ética para os parlamentares.
Pensava eu que os nossos parlamentares seriam pessoas em que a palkra Ética, não deixa dúvidas, e cujo significado corresponderá a um conjunto de valores ancestrais.
Um dos valores em que pensava que acreditavamos, era aquele que deriva do principio -Não roubarás.
Mas estou enganado.
não preciso de um código de Ética para isto.
Ou será que o Código de Ética será para as viagens e subsidios de casa e deslocação?
De facto, cada vez mais me identifico menos com muitas práticas politicas.
Espero que o meu PSD consiga na prática fazer diferença.
Mas não estou muito convicto.
Estranho cada vez mais os elogios que Sócrates faz de PPC, como agora, em que estou a ouvir Sócrates a anunciar ao país, as novas medidas.
Até quando?
Ainda há 15 dias quem o ouviu na AR E OUVE HOJE vai concluir que Portugal mudou de Governo,ou alguém está a mentir.
Mais uma vez vamos fazer esforço de apertar os cintos.
Mas quem tem a maior barriga, por comer por gula, que é o Estado, esse o esforço não dá sequer para um furo no cinto.
Bastará apenas encher o peito com um pouco de ar.

Cumprimentos.
De Anonimo´s a 13 de Maio de 2010 às 20:20
Os nossos parlamentares têm de ter etica como pessoas e os srs jornalistas também!
Não é com violações da presunção de inocência. É esta a etica, porque obtida consensualmente e assim elevada a norma.

Por exemplo, se corre o rumor um jornalista deve obediência grupos económicos, ele não apreciará ter de dar resposta.
E poderá indignar-se, claro.
Se, por outro lado, estiver a ser colocada em dúvida a sua orientação sexual ou a honestidade pessoal e profissional, ele provavelmente achará ofensivo. E irritar-se-á, naturalmente. E todos nos irritamos!

Ora, no caso concreto, Ricardo Rodrigues foi confrontado com uma historia que correu ...há uns tempos largos...e nao foi acusado.
Logo, nada houve. Ou andamos naquele tango de tu seres mais suspeito que eu?
Nao é pelo facto de ser de diferente cor politica q nao deixarei de manter principios.
É isto.
De Anonimo´s a 14 de Maio de 2010 às 14:32
José Maria Maravall, cientista político espanhol e antigo Ministro da Educação do PSOE, discute as estratégias dos governos para escaparem à responsabilização política por promessas não cumpridas, fracassos ou erros.

Maravall explica que há várias estratégias básicas, dirigidas quer aos eleitores em geral quer às bases dos partidos:

1. Esconder, excluíndo assuntos da agenda política.
2. Quando não se consegue esconder, negar, desacreditando as fontes. Tudo isto se torna mais fácil quando as fontes são "desacreditáveis", ou seja, quando elas próprias têm interesses em desacreditar os governos e esses interesses são demonstráveis. Isto inclui, naturalmente, os partidos da oposição, mas também meios de comunicação obviamente envolvidos em campanhas contra o governo. Nestes casos, os governos recorrem a uma retórica de "nós contra eles", "enfatizando identidade, a história de lutas passadas, lealdade e 'patriotismo partidário'". Vozes dissidentes no partido são acusadas de cumplicidade com o inimigo. E quando os escândalos chegam sem apelo à generalidade da opinião pública, "um argumento que foi repetidamente usado na batalha pela opinião pública é o de que não se podem aceitar responsabilidades políticas sem que a responsabilidade penal tenha sido estabelecida."
3. Quando os problemas se acumulam, passar para as desculpas, a rejeição da responsabilidade total ou parcial. Encontrar "bodes expiatórios", destacar as semelhanças com a oposição e, finalmente, sugerir aos eleitores que as consequências de efectivar a responsabilização política seriam ainda mais graves do que não o fazer.
De Marco a 14 de Maio de 2010 às 15:23

Boa tarde,

Actualmente este PSD é precisamente igual ao PS ... e porquê? porque andam os dois cegos na luta pelo poder .. vale tudo tudo para chegar lá.

No caso de PPC chegou lá com uma boa retórica ... e chegará a primeiro ministro depois de desgastar Sócrates ... obrigando-o a medidas que se calhar nem ele acredita ... a contestação social será muita e Sócrates cairá e lá virá o Dom Sebastião PPC ...

Estas medidas de austeridade que mais não são do que um ataque violente à classe média portuguesa, a uma classe que luta diariamente para manter o seu posto de trabalho, que desconta para manter este país, que desconta para sustentar esta corja de chulos que sim são os maiores culpados desta crise, falo de 99% da classe politica que governou este país desde o 25 de Abril ... e mais desde 1986 .. falo da Banca ... falo da bolsa ...

O IRC vai minar as pequenas e médias empresas ... o desemprego aumentará .... e depois ... continua-se a aumentar os impostos ... a congelar salário ... a cortar subsídios de natal e férias.... não se contrata na função pública... algum dia isto terá de parar ....

Será que não estará na hora de um novo 25 de Abril?

Será que não está na hora de virarmos costas à UE?

Será que não está na hora de voltarmos ao escudo?

Será que esta ditadura económica imposta pela UE é benéfica para Portugal para os Portugueses? Para alguns é ... veja se o incompetente Vitor Constâncio ... meteu os pés pelas mãos no Banco de Portugal e como compensação .... BCE com ele ... RIDÍCULO .....
De Anonimo´s a 19 de Maio de 2010 às 03:00
O PSD é um parrtido nacional, tuga...pede desculpa porque é bonito, é polido. Havia nazis polidos. O que se pretende dizer é que nunca foi virtude ser polido...nunca. Cheira a bafio, a hipocrisia.
Parabens Eng Sócrates pela entrevista desta noite. Há gente que parecia esquecer o lugar, mas ocupou-o. Nao há desculpas para esta gente que nao poupa, goza o prato, e quer favas...nem para si.
De Anómico a 19 de Maio de 2010 às 09:46
Este PSD é igual a este PS estão instalados no poder e as suas "cúpulas" e acessórios servem-se do mesmo para engordar as próprias vidas.(veja-se o politica caseira).
É com estranheza que vejo pessoas cujas vidas são sustentadas nas benesses(("direitos adquiridos") legais da manjedoura (comer muito em pouco tempo e perdurar no tempo até que a vida os apague) do estado tanto clamarem sobre a actual politica. O Diagnóstico está feito o monstro está nos gastos com salários (funcionários públicos) e subsídios. há subsídios para tudo e mais alguma coisa menos para trabalhar, os salários são coisas que até metem medo há pessoas que produzem valores negativos com salários 2 e 3 vezes superiores ao salário mínimo só que como estão há muito tempo sem produzir nada devem ser prendados. Enquanto não houver quem tenha mão nestas coisas podemos não há volta a dar, venha PPC, Sócrates, PP, Louçã; Jerónimo, etc, etc, há duas classes que vão depenar, até à ultima pena, todos os outros.

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