Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Prioridade: Primeiro as Pessoas...

Em 1992 foi inaugurada em Porto de Mós a recuperação da chamada “Casa dos Magistrados” e transformada em Biblioteca Municipal. Considero esta obra e consequentemente a Biblioteca Municipal um marco no desenvolvimento sócio cultural do Concelho.

Considero mesmo que a Biblioteca Municipal tem dado um forte contributo na aprendizagem de dezenas de jovens alunos que a frequentam diáriamente.

 

A Biblioteca através da sua Directora e restante Equipa tem tido até a capacidade de adaptar os seus horários às necessidades dos utilizadores, com horário de abertura ao sábado; com horário de encerramento às 22h00 de 2ª feira durante o Verão; com uma aposta no Bibliomóvel, levando a leitura junto da população das freguesias do Concelho, além dos diversos espectáculos para os mais jovens ou outros eventos relacionados com a leitura para o público mais adulto.
A contrastar com tudo isto, está a recorrente falta de investimento e de atenção que importa alterar rapidamente, sob pena de se perder parte importante daquilo que é hoje a vitalidade da Biblioteca Municipal. É fácil falar de preocupações com as pessoas, de dizer que agora as pessoas estão primeiro, mas de seguida continuar a dar privilégios de milhões ao alcatrão e migalhas de tostões para a cultura e em particular para a Biblioteca Municipal.
A Biblioteca antes de mais necessita de ver definida uma estratégia de investimento. Não basta “cortar” na aquisição de revistas, jornais, edições, etc
O Municipio tem que repensar o Polo do Juncal. Faz sentido continuar? Se divulgado e com horários adaptados às necessidades da População penso que sim. Mas encerra no mês de Agosto…
A Biblioteca em Porto de Mós nem sequer permite acesso a pessoas com mobilidade reduzida…
Mas a Biblioteca Municipal de Porto de Mós precisa sobretudo de espaço. Precisa dum espaço novo, moderno e adaptado às necessidades dos nossos jovens estudantes e de todo e qualquer cidadão que a entenda utilizar. A Biblioteca é um espaço social por excelência, um espaço de aprendizagem, de conhecimento, mas também de memórias.
O investimento num novo Edificio para a Biblioteca Municipal deve fazer parte do plano de acção de qualquer Autarca que reconheça na cultura a identidade do seu povo.
É apenas uma questão de prioridade!
Os meus filhos são utilizadores frequentes da Biblioteca porque vêem-na como um dos importantes auxiliares da sua formação académica. Têm o que eu não tive quando era Estudante. Ainda bem que é assim. Mas como tudo na vida, as coisas boas também se gastam, deterioram e ficam desajustadas às necessidades. Por isso ou existe capacidade para renovar e adptar as sua condições aos actuais e futuros utilizadores, ou então aquilo que agora é tão útil, rapidamente deixará de servir.
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Cultura para todos

 Tenho muita pena de não puder ir hoje ao coliseu de Lisboa assistir a este espectáculo.Para além de não me ser possivel ir, o preço dos bilhetes também é impeditivo, minimo 35 euros/pessoa. Para quando uma politica de cultura para todos? E que tal a ideia de cheque cultura, que está a promover Lula da Silva no Brasil?A cultura é uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de um país/região/concelho.Cultura não é, SÓ, para a elites é para o povo, quem perceber isto está mais perto de atingir patamares superiores de satisfação das populações.Que se comece em Porto de Mós, é o meu desejo.

publicado por Pedro Oliveira às 15:07
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

A piação dos charales do ninhou poderá ser ensinado nas escolas de Mira de Aire

Depois deste post, é um prazer saber que no próximo ano lectivo o Agrupamento de Escolas de Mira de Aire irá levar o calão minderico até às salas de aulas.

O director do Agrupamento de Escolas, João José Almeida está de parabéns pela iniciativa.

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Uma sugestão ao PSD Porto de Mós

Sou um dos que elogia a forma como estão a ser efectuados os "Foruns", são sem dúvida uma mais valia no contacto  directo com a realidade das 13 Freguesias e assim, pode o PSD perceber, no terreno, quais os anseios das populações.Se me é permitido, gostaria de sugerir um "forum Cultural". Ou seja, uma reunião com o maior número possivel de agentes culturais do Concelho, para que a Cultura seja uma aposta real em Porto de Mós,num executivo liderado pelo PSD.

Em 2007 escrevi este texto, penso que está,ainda, muito actual,fica a sugestão:

 

No seguimento de post’s anteriores, hoje falo de outro assunto fundamental para o desenvolvimento das sociedades e da sua diferenciação, que é a CULTURA.
A UE, divulgou recentemente um estudo, demonstrando que o PIB gerado pela cultura é superior ao que é gerado por exemplo pelo Turismo, os eventos culturais de sucesso promovem eles mesmo receitas no Turismo, e assim formar uma “bola de neve” em termos de criação de riqueza.
Temos vários bons exemplos neste país (exemplo Óbidos,Sintra,…), mas também temos maus exemplos, como recentemente a decisão de acabar com a festa da música no CCB.
Quando se fala de competitividade, fala-se de criar valor, diferenciação e inovação.
E o nosso Concelho?
Qual é a política cultural em Porto de Mós?
Quais os incentivos para criação de eventos culturais e sua articulação, com outras actividades de turismo e lazer?
Conheço dois casos de sucesso, um pessoalmente (www.samp.pt) e outro pelos meios de comunicação (www.acert.pt), nestas duas instituições, são criados hábitos de cultura nos jovens, nos pais e na população em geral.
Pegando na ideia do Paulo Sousa(cheque educação) e nas questões da Ana Narciso(mais horas na escola), penso que, seria muito interessante articular a Escola com outras instituições já existentes no concelho (Banda Filarmónica, Grupo Coral, Ranchos Folclóricos, Escolas de dança,etc,..), trazer essa “gente” para a “rua” e habituar a população a assistir a esses eventos e promover o gosto pela cultura.
Quem deve dar o “ponta-pé” de saída? Em minha opinião, o pelouro da cultura da Câmara. Esse poderia ser um caminho para nos tornarmos mais competitivos, e mais conhecidos pelos bons motivos e não apenas pelas tragédias.
Fica o desafio!
 

 

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publicado por Pedro Oliveira às 07:17
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Do twitter

No twitter fizeram esta pergunta para a rede: "Será que a Câmara de Porto de Mós aderiu ao Programa Território Artes? Ou deixou passar mais este?"

 

Como não conhecia este programa e como a pergunta era direccionada para a minha terra fui investigar,primeiro o que era o programa e segundo se realmente Porto de Mós "tinha deixado passar mais esta". Se em relação à primeira questão foi fácil, o google é uma maravilha, já em relação à segunda foi mais dificil e não obtive resposta,nem positiva ,nem negativa.Provavelmente questionei as pessoas erradas.

Porque me parece ser um programa muito interessante e de grande mais valia para os municipios/populações, pois a cultura pode e deve ser um eixo de desenvolvimento das vilas e cidades criativas,reitero a pergunta que andou pelo twitter:

 

Será que a Câmara de Porto de Mós aderiu ao Programa Território Artes? Ou deixou passar mais este?"

 

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

(Bio)diversidade cultural em risco

 

Existem cerca de 6000 linguas e dialectos no mundo e cerca de 3000 estão em risco de desaparecer.

A UNESCO estima que até ao ano 2050 desaparecerão cerca de 90%.

A proporção desta tendência deve-se ao facto de 96% de todas as línguas serem faladas apenas por 3% da população mundial, ou seja, são as línguas das pequenas comunidades que estão mais ameaçadas.

Com um total de 196, a Índia encabeça a lista de países com maior número de línguas ameaçadas. É seguida pelos EUA com 192 e pela Indonésia com 147. Algumas destas línguas são faladas por apenas meia dúzia de pessoas. Pode ver-se o atlas das línguas em risco aqui.

A biodiversidade das espécies está para a vida na Terra como esta diversidade das linguas está para a cultura humana e por isso é de facto imperioso proteger estas línguas étnicas.

Segundo George Steiner, uma língua que desaparece é um mundo que se acaba.

De acordo com a UNESCO para travar esta tendência é necessário recorrer à educação, aos media, à criação de museus assim como à recriação teatral de costumes.

A maior ameaça actual é a simplificação de exigida pela internet, mas no passado a rádio e a televisão já fizeram bastantes estragos.

 

No território nacional a lingua mais falada é inquestinavelmente o português, tendo no entanto o mirandês também o estatuto maior de língua e não de dialecto, como aconteceu no passado.

Apesar disso, existem em algumas regiões do país calões próprios, como é o caso de Mira de Aire e Minde.

No último Região de Leiria, o calão mirense mereceu destaque.

Segundo Carlos Alberto "actualmente não ultrapassarão a dúzia o número de pessoas que dominam o calão mirense, código linguístico com três séculos nascido em Mira de Aire e que corre o risco de desaparecer para sempre."

 

O que deve ser feito para preservar esta forma de cultura própria e única do nosso concelho?

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Matriznet

Quem como eu considera que os Museus têm por norma um horário de funcionamento com enfoque nos seus funcionários e não nos seus potênciais visitantes, têm agora a oportunidade de visitar aqui cerca de 30 mil imagens do espólio de 30 museus e cinco palácios portugueses.

 

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A Revolução dos Cravos de Sangue

de Gerard de Villiers

Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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