Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

A fuga do Presidente

    Mais uma Assembleia Municipal terminou com algumas vitórias   e muitas imprecisões.

 Primeiro as vitórias :duas Moções aprovadas por unanimidade: uma   sobre o desemprego e as dificuldades de vida que, o país em  particular o Concelho,  atravessam , exigindo mais atenção e meios para combater o desemprego e a crise que aflige tantas famílias.
   A outra sobre o estado de degradação e de falta de condições de trabalho efectivas nas escolas  da Vila - a EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua e a Escola Secundária de Porto de Mós. A receptividade e aprovação de todas as bancadas e respectiva aprovação de uma Comissão de Acompanhamento com elementos da Assembleia e fora da Assembleia,   de iniciativa do Presidente da Assembleia Municipal, deixaram-me com a sensação de que se alguma iniciativa ou obra for executada, já valeu a pena   aceitar o desafio que o PSD me lançou para integrar esta Assembleia Municipal.
  Mas saí intranquila e sobretudo indignada porque, quando há verdades para repor o Senhor Presidente da Câmara, numa atitude de total desrespeito pelo trabalho dos Deputados , abandonou a sala, quando não quis ouvir a verdade dos factos . Nunca visto. Mas as atitudes ficam com quem as pratica os factos estão documentados e entregues ao Presidente da Assembleia Municipal.
 Vamos ao que está escrito:
  “ Quanto ao quartel de Bombeiros , reafirmou que serão eles ( Bombeiros Voluntários ) que têm que escolher o sítio para onde querem ir, manifestando a sua disponibilidade para comparticipar o terreno.” Registado em acta de 18 de Dezembro de 2009
 O Senhor Presidente não quis ouvir , porque saiu da sala quando pedi a palavra para repor a verdade dos factos , a saber:
   Em Março de 2006 numa reunião no seu gabinete  foi-lhe indicado a Várzea, próximo das piscinas,; a 24 de Maio de 2007 confirma que “ estava a trabalhar no sentido de rever o plano pormenor da Várzea ; subitamente a 31 de Agosto muda de posição. A 11 de Julho de 2008 a no Ofício nº 335/DIR a Direcção dos Bombeiros indicam três locais possíveis , respondendo a Câmara que não é da sua competência escolher o local.”Todos estes documentos foram entregues ao Presidenta da Assembleia Municipal e farão parte integrante da acta desta reunião.  Como pode alguém continuar a ouvir , sessão atrás de sessão, entrevista atrás de entrevista inverdades e culpas atribuídas   que não passam de desculpas esfarrapadas para atrasar e adiar a construção de um quartel para uma Associação que se tem distinguido pelo serviço abnegado e empenhado   no socorro das nossas populações? Retenho , com algum alívio o reparo do Senhor Presidente da Assembleia Municipal com um tom um pouco ríspido ( está desculpado ) “ está desactualizada; informe-se melhor” . Foi um desabafo significativo, porque me permite antever que finalmente  se reconheceu que não é mais sustentável alimentar este jogo do empurra absolutamente injustificado .
    O Deputado António Almeida (PS) sugeriu outra localização, que até me parece ser uma boa solução.
 Aliás, o Sr. Presidente da Câmara, em jeito de remate, desafiou-me a transmitir esta ideia à Direcção dos Bombeiros, o que irei fazer com todo o prazer.
 Senhor Presidente João Salgueiro invente outras desculpas; esta já está esgotada. A culpa é toda  sua!!
Já agora, espero também, que mantenha os mesmos critérios de apoio aos Bombeiros de Porto de Mós, iguais, aos que foram atribuídos, e bem, às restantes Associações do Concelho.
   Ainda para o ajudar e contribuir para a solução, tenho o prazer de o informar, que no âmbito do QREN, Programa Operacional Valorização de Território - Prevenção de Riscos, pode financiar-se a construção do Quartel.
  Digo-vos que em parcerias Câmaras/Associações, neste momento existem 34    Associações contempladas, com projectos aprovados. No nosso distrito temos : os Bombeiros do Bombarral,em que a Câmara ofereceu o terreno para a construção do quartel e suporta a chamada componente nacional. Esclarecedor!! Muito!! 
  O programa ainda não está fechado.
  Não seria de aproveitar?

  Mas o Senhor Presidente João Salgueiro , em fuga, não quis ouvir tudo!!!

Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Pensamento da semana

"Se o Zé Ferreira tivesse optado por uma solução dinástica, João Salgueiro tinha sido candidato pelo PSD e tinha ganho, quer dizer que os que agora dizem mal, dele, tinham votado João Salgueiro.Afinal quem é que está errado, o povo ou o PSD?"

 

 

  

 

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Um suponhamos II

Em 2004 fomos surpreendidos pela ida de Durão Barroso, então eleito Primeiro-ministro(PM), para a liderança da comissão europeia. O normal seria o número dois do governo substituir o PM, no caso seria a Drª Ferreira Leite..., mas o partido,na altura, decidiu indicar o nome de Santana Lopes ao Presidente da República(PR) que o indigitou como PM, o resto da história é mais do que conhecida de todos.

 

Porque motivo recordo eu este episódio da Democracia Portuguesa?

Pois é aqui que entra o meu "suponhamos".

 

Suponhamos então que João Salgueiro é convidado para um lugar de destaque politico e que aceita (para esta análise está fora a questão se tem ou não valor para tal), qual deverá ser o cenário?

 

1- deve ser substituido pelo número dois, Albino Januário

2- deve o partido mais votado indicar outro vereador para Presidente da Câmara

3- deve haver eleições antecipadas

4- ...

 

Pode parecer estranho este texto três dias depois das eleições, mas ás vezes tenho sonhos esquisitos....e como gosto de partilhar convosco as minhas inquietações aqui fica mais uma para partilharmos ideias...

abraço

Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Uma sugestão a João Salgueiro e sua equipa

Contados que estão os votos e que a festa já foi devidamente comemorada pelos vencedores, é chegada a hora de trabalhar. Mais do que injuriar quem perdeu, quem ganhou e os apoiantes de ambas as candidaturas é hora de unir esforços e de avaliar o que deve ser feito, prioritariamente, em prol de um Concelho mais rico e onde seja bom viver.

Desta forma sugiro ao Presidente João Salgueiro que tenha a ombridade e humildade para que a sua primeira decisão politica neste novo mandato, seja esquecer a casa velório no local onde a quer construir e que nesse local  nasça algo que seja uma mais valia para aquela zona recentemente embelezada.

Fica a caixa de comentários ao dispor dos nossos leitores para sugerirem, qual ou quais devem ser as primeiras decisões do executivo saído das eleições de ontem.

Porto de Mós Merece!!

Abraço

Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Quem se mete com o PS leva, versão Salgueiro

O Ministério Público (MP) acusou a vereadora social-democrata na Câmara de Porto de Mós Irene Pereira do crime de difamação agravado ao presidente da autarquia, o socialista João Salgueiro, noticiou hoje a agência Lusa.
 

Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

cUMPRI!CuMPRI!CUmPRI!CUMpRI!CUMPrI! AFINAL NÃO CUMPRi!

 

Aqui falta este cartaz ! (em construção?)

Em 2005 uma das mais emblemáticas promessas de Salgueiro era a construção do Pavilhão Multiusos de Porto de Mós, para se acabar de vez com o "despesismo" no aluguer das tendas para as festas de S.Pedro.

Esta promessa, colorida com um grande cartaz à entrada da vila, já tinha até financiamento, projecto e local definido.

Quatro anos depois, não podemos dizer que não está lá um Pavilhão.

Quatro anos depois está lá o pavilhão que um empresário ainda não recolheu após a exposição das festas de S.Pedro.

MAS ESTÁ LÁ UM PAVILHÃO!

Quatro anos depois está lá o sitio e mais uma promessa por cumprir.

MAS ESTÁ LÁ UM PAVILHÃO!

Quatro anos depois certamente será ali colocado um novo cartaz com outras promessas

MAS ESTÁ LÁ UM PAVILHÃO!

Mas quatro anos depois será que o povo já esqueceu?

MAS até lerem este post ESTÁ LÁ UM PAVILHÃO!

                

Ainda lá está o Pavilhão?

Depois deste post quantos dias vai ficar?

Domingo, 30 de Agosto de 2009

A campanha está no ar - #2

Para além do lixo nas bermas, a forma como reagimos positivamente ou não ás inverdades das campanhas eleitorais, de quem vai a votos, também é um bom "barómetro" da maturidade civica e democrática de um povo. Já aqui repudiámos a vandalização de um cartaz de João Salgueiro, pelo que soube,hoje, mais um foi vandalizado na Ribeira de Baixo.

 

Em vez desta mostra  de um comportamento menos civico perante uma campanha feita de pouca seriedade politica, que tal serem colocados uns cartazes ao lado com o seguinte teor: Sr. Salgueiro, não cumpriu porque não fez isto, isto e ainda mais isto.Não cumpriu porque nem sequer fez nada. Não cumpriu porque não prometeu nada para esta terra. Ou então um simples: Se cumpriu dê a vez a outros que façam melhor porque o que cumpriu é insuficiente para nós!

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Ainda sobre a não-Tourada

Com uns dias de atraso, aqui vai a notícia do Jornal de Leiria sobre a não-Tourada do São Pedro

clique para ampliar

Domingo, 5 de Julho de 2009

2 dúvidas 2

 

 

Olhando para este prospecto surgiram-me duas dúvidas.

 

- Quem constitui a Comissão de Festas de S. Pedro 2009?

Há algum envolvimento da Câmara ou do Fundo Social nesta Comissão?

 

- Quem irá suportar os prejuízos resultantes do cancelamento da corrida?

Será a Comissão, o empresário, a Câmara ou o Fundo Social?

 

Numa coisa estamos certos: Ninguém será responsabilizado pessoalmente por este azar!

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Dá licença São Pedro?

As Festas de São Pedro estão a correr bem.

Já foram abençoadas por São Pedro com uma chuvinha, mas de resto tudo está pelo melhor.

De resto... quer dizer.

Parece que a corrida de touros não correu nada bem, ou melhor não chegou mesmo a correr.

Por não cumprir um qualquer requisito legal, o Director da corrida disse ao megafone que 'por culpa da Câmara...'.

Claro que o Sr. Salgueiro, aficcionado da festa brava, que não teme um par de cornos (os mais famosos cornos são neste momento os de Manuel Pinho) não deixou que a sua imagem de grande organizador de eventos fosse beliscada, e sacou do microfone e começou a justificar-se.

Dizem algumas más línguas que o nome de José Ferreira chegou a ser referido.

Felizmente a polícia estava presente no recinto e, à excepção da difícil devolução do dinheiro dos bilhetes, tudo acabou por se acalmar.

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

O tabu encenado de Salgueiro - o fim de um não-assunto

 

Como aqui escrevi em Janeiro passado, Salgueiro irá ser o candidato do PS à Câmara de Porto de Mós. 

 

 

Como disse na altura, o tabu que Salgueiro tentou encenar, livrou-o de ter de responder a algumas perguntas que seriam pertinentes. Basta ver que 70% desta notícia é ocupada pelo mesmo tabu, conseguindo ainda que fique uma réstea de dúvida e que alimentará ainda mais outra entrevista. Arrisco-me a dizer que será lá pelo final de Junho.

Salgueiro consegue assim em três entrevistas seguidas, distribuidas ao longo de seis meses, ser assunto na imprensa regional evitando responder a questões sobre o seu desempenho.

 

Há ainda um outro elemento nas suas declarações que merece ser comentado.

Salgueiro diz que a ÚNICA condição que impôs ao PS foi manter o seu número dois, Albino Januário. Esta frase é interessante e merece uma análise cuidada. Podemos daqui tirar várias ilações.

 

1 - O PS não gosta de Albino Januário. Se gostasse, a questão nunca seria colocada nesses termos.

 

2 - Salgueiro sabe como lidar com o seu director financeiro. Já o testou e tem como certo que, mesmo quando o desautoriza, mesmo quando decide sozinho e inventa prioridades não orçamentadas, mesmo quando lhe troca as voltas às contas, Januário acaba sempre por digerir a afronta. Deus sabe quantas caixas de anti-ácidos terá consumido nestes quase quatro anos!! Para o poder ter na mão, Salgueiro sabe bem que esta é a hora de lhe agradar e de facto, faz sentido simular que Januário é importante na sua lista.

Além disso, Salgueiro está a par dos rumores que associam Januário a uma possível lista concorrente. Nesse cenário, qualquer justificação que o actual Vice Presidente apresentasse para a sua candidatura fora do PS, nem que não fosse cabeça de lista, seria muito prejudicial para a candidatura do PS. Fazendo-o sentir-se importante têm-o sob controlo durante o processo eleitoral.

 

3 - Se a única exigência que Salgueiro faz em termos de listas respeita a Abino, fica claro que os restantes elementos da lista são prescindíveis. Sobre o quinto e sexto da sua lista de 2005 não há surpresa. Talvez também não haja sobre o quarto (Jorge Cardoso), mas sobre o terceiro (Rui Neves) acaba por ser uma revelação interessante. Será que Salgueiro irá deixar cair Rui Neves? Seria interessante. Salgueiro com o tão bom relacionamento que tem com o PS distrital, conseguirá colocar Neves numa qualquer prateleira partidária e assim conseguir um útil bode expiatório para todos os tristes episódios que se têm passado no pelouro da educação. Faz sentido.

 

4 – Considerando que a Lei da paridade obriga a um elemento do sexo feminino nos três primeiros lugares da lista, e que Jorge Cardoso (mirense) não continuará, Ana Paula Noivo é uma possibilidade. Albino Januário será importante na lista ao ponto de ser ouvido na escolha do terceiro lugar? Ou isso será resolvido como se de uma obra não orçamentada se tratasse? Não terão os anti-ácidos em excesso efeitos secundários?

 

 

Ficamos a aguardar pela terceira entrevista sobre o mesmo não-assunto e também por mais desenvolvimentos sobre isto.

 

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Separados à nascença...

                                       

 

                         

 

                                              ?

 

 

 

Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Sobre a entrevista ao Região de Leiria

Há algumas questões que se podem levantar após ler esta entrevista.

Sobre a primeira resposta - Mais uma vez Salgueiro reage à oposição dizendo que se o incomodam é porque não aceitam a sua vitória. A ideia já está rota de tanto uso e fica-lhe mal, pois pressupõe que esperava que a actual oposição fizesse o mesmo que o PS faz no passado, isto é propunha votos de louvor ao Executivo. Espero que um dia consigam atingir o próximo nível de cultura democrática.

 

Sobre a segunda resposta – Existe algo de inédito nesta resposta!! João Salgueiro reconhece que cometeu erros. Nunca até hoje isto tinha acontecido. Gostava que tivesse concretizado a(s) situaçõ(es) a que se refere.

 

Sobre a terceira resposta – O medo

O medo que existe no concelho ultrapassa a relação entre a Câmara e as Juntas de Freguesia. Mas por sugestão do Sr. Presidente falemos sobre as Juntas. Falo do que conheço. Em Novembro de 2007 a Junta do Juncal depois de ter tomado conhecimento da saída do seu Centro de Saúde do PIDDAC enviou uma carta à Câmara via fax a pedir ‘a melhor atenção’ sobre o assunto. Passada uma semana e não tendo tido qualquer resposta a mesma foi publicada em publicidade paga (100€) no Portomosense, sobre a forma de carta aberta. Em resposta, o Executivo marcou uma conferência de imprensa no Juncal onde, além de outras promessas que passados 14 meses ainda estão por cumprir, classificou esta carta como “uma facada nas costas” e acrescentou que “não aceitamos que esta situação se venha a repetir!” (ver última página do Portomesense do dia 29/Nov/2007edição 599). Atenção que a Junta não pede dinheiro para obras, nem máquinas para arranjo de caminhos (os camiões desviados, outro episódio) representa apenas os interesses da população da Freguesia. Esta intolerância é a imagem de marca deste executivo que tenta intimidar quem não o aplaude.

Muitos outros episódios ocorreram que os leitores se poderão lembrar. Muitos deles passados com os colaboradores da Câmara, com as colectividades, com a imprensa, com os deputados municipais e até com a população. Todos sabemos do que falo. Não adianta negar uma evidência.

 

Sobre a quarta e quinta resposta – O tabu

Salgueiro tenta fazer o que bem sabe e que é criar uma intriga, lançar um não assunto. É claro que será candidato!

Com estes ‘fait-divers’ João Salgueiro terá assunto para várias entrevistas evitando mostrar assim a confusão que faz entre táctica e estratégia. Podia antes falar do Multiusos ou das contrapartidas que o concelho teve pelo abandono do projecto da OTA (que até o fez mudar de partido) ou da definitiva localização da Casa Velório de Porto de Mós ou ainda do nulo aproveitamento que o concelho está a ter do CIBA, sendo que neste caso seja importante referir os interesses eleitoralistas do Sr. Helder Paulino e o ascendente que tem sobre todo o Executivo. Assim alimentando o tabu, evitam-se as questões importantes. É caso para dizer “Salgueiro já trabalha”.

 

Sobre a sexta resposta – Desfaz de imediato o tabu

 

Sobre a sétima resposta – Quinze valores. Quinze são vinte menos cinco.

Confesso que fiquei surpreendido com este quinze. Sempre pensei que um Presidente que está na Câmara às 7h30 se avaliasse com vinte valores. Os cinco valores em falta foram-se pelo endividamento que herdou, até porque nem era vice-presidente da Câmara! Dá para intrepretar que não sendo isso teria vinte. Pessoalmente e olhando apenas para as dívidas de longo prazo que contraíu dava-lhe os mesmos cinco valores, mas para todo o mandato.

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Os Rostos da Arrogância

Estes podem ser arrogantes,são os MELHORES DO MUNDO!!!

 

 

                               

 

 

Estes deviam trocar a arrogância politica pela humildade democrática

 

                          

 

 

 

 

 

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

João Salgueiro não está de acordo com 2/3 das promessas eleitorais do PS para 2009

                                            

João Salgueiro comenta promessas do PS para 2009    
Escrito por Luísa Patrício   
17-Nov-2008

O presidente de câmara de Porto de Mós, João Salgueiro, comentou as promessas anunciadas por João Paulo Pedrosa, líder da Federação Distrital do PS, no último Congresso Distrital de Leiria. João Paulo Pedrosa anunciou três medidas que quer implementar nas autarquias onde o PS vencer nas eleições de 2009. À margem da última Assembleia Municipal, o presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, João Salgueiro, afirmou que uma possível redução do IRS não é uma boa medida para uma altura de crise. Quanto ao subsídio de natalidade, João Salgueiro não hesita em afirmar que é importante o incentivo para combater a redução da natalidade. Sobre os licenciamentos, é proposto que as autarquias do PS garantam isenção de taxas e encargos financeiros e que reduzam o prazo de licenciamento. No entanto, João Salgueiro considera que a medida não é exequível, uma vez que o licenciamento depende de várias entidades externas. João Salgueiro foi convidado pelo PS para uma recandidatura à autarquia de Porto de Mós, no entanto, sublinha que a decisão só dera tomada no primeiro trimestre de 2009.

 

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Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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