Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Desculpa André! - Fim

A propósito disto e para encerrar este assunto, já que o Ministério da Educação resolveu presentear-nos com uma nova missiva, mais conclusiva:

 
   

 

 

 

estou: Com a Missão Cumprida
Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Desculpa André! - Fim

A propósito disto e para encerrar este assunto: Ver aqui e aqui

estou: Com a Missão Cumprida
Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

"Também me parece exagerado"

 

clicar na imagem para ampliar

Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Desculpa André! - #5

 

Não quero acreditar que este episódio tenha alguma coisa a ver com isto ou isto ou isto ou isto, etc ... ou simplesmente, primeiro com http://vilaforte.blog.com/ e agora com http://vilaforte.blogs.sapo.pt/.
 
 - Mas é verdade que a directora não gostou de uma carta que lhe escrevi, quando o meu filho foi obrigado a lavar a cabeça em pleno inverno, por uma professora que nem sequer era a directora da escola nem a professora dele. Porque levou uma crista.
 - Também é verdade que referiu várias à minha esposa o desagrado por eu escrever num Blog
 - Também é verdade, que quando a minha esposa a abordou, ao de leve, do infeliz assunto das pistolas oferecidas pela autarquia às crianças no Natal, a reacção dela foi, de grande lamento pelas funcionárias da câmara, que têm a carreira estragada!
 - Também é verdade que a Câmara rescindiu o contrato com a empresa que fornecia os serviços das AEC, nas férias da Páscoa, depois de 5 trimestres de um serviço miserável.
 
 - Será verdade que foi dito no Agrupamento de Escolas de Porto de Mós, no dia a seguir a este episódio, que o problema da Escola Primária do Juncal está resolvido, pois o miúdo mudou de escola?
 - Será verdade que a Presidente do Agrupamento, respondeu, que já tinha muitos papeis na secretária, quando lhe foram entregar os Curricula Vitae de alguns professores das AEC?
 - Será verdade que um filho, pediu à mãe para chumbar, porque assim não passava para a professora do ano seguinte, pensando que mudaria de professora?
 - Será verdade que há uma diferença abissal entre os dois Agrupamentos do Concelho de Porto de Mós?
 
 
Aqui, fico-me, para já, por aqui!
Resta-me agradecer os que leram, reflectiram e comentaram, estes factos.
Obrigado a todos.
estou: na Idade Média

Desculpa André! - #4

 

 - André, o que é que aprendes nas aulas de música?
 - A escrever!
 - A escrever?
 - Sim, a professora dita a música e nós temos que escrever no caderno. Nem sequer conhecemos as notas da pauta!
 - André, vais mudar de escola!
 - Finalmente! Mas eu quero despedir-me dos meus amigos, primeiro.
 
O André foi pela última vez à escola do Juncal na terça-feira, onde assistiu a 2 cenas inacreditáveis:
 - A mãe de um dos meninos esteve numa das aulas. Qual foi a pena? Sentou-se ao lado do seu filho e esteve sempre em silêncio. Temos agora a certeza que esse menino nunca mais se portará mal.
 - A Policia voltou à escola, para falar com a turma, onde de uma forma muito didáctica e convincente, ameaçou as crianças que se fossem para tribunal, ficavam com o nome lá para sempre! Temos agora a certeza que nem aquele menino nem nenhum menino desta turma se portará mal, mais alguma vez. Missão cumprida!
 
As senhoras professoras, os pais, vereadores, polícias, podem estar descansados o problema da escola do Juncal está resolvido!
 
 
Depois de falar com várias pessoas sobre este episódio, cada vez estou mais convencido que o meu filho foi utilizado, em lutas, que não podem nem devem envolver crianças.
 
Mas nesta terra vale tudo!

 

(continua)

estou: na Idade Média
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Desculpa André! - #3

 

Dos pais das 3 crianças faltosas, uma voluntariou-se, outra estava no hospital, só faltava mesmo eu.
 
 - Tinha prometido não falar, mas sendo assim, queria dizer que as dúvidas diárias que eu e a minha esposa temos, há 22 meses, antes ainda do André entrar na escola, se devia de ir para a Escola do Juncal e depois de ter entrado, se devia de sair, foram hoje completamente dissipadas. O André vai sair da Escola do Juncal.
 - O senhor vai ter muita dificuldade em tirar o seu filho desta escola, estamos no último trimestre. Diz a representante do agrupamento, mais uma vez atenta às leis.
 - Olhe, hoje, para a semana, para o mês que vem, ou no final do ano lectivo o André vai sair daqui!
 
Depois disto o vereador sai sem se despedir de ninguém.
 
 - Mas queria pedir desculpa a todos os pais, pela minha responsabilidade directa e indirecta, pelo comportamento do André. Tenho a minha opinião sobre o problema desta escola, mas prometi que não a dizia aqui.
 
Este julgamento durou 3 horas e fomos para casa, com a sensação, de uma grande manipulação orquestrada por diversos intervenientes que não têm gostado da minha actuação pública sobre a Educação no Juncal, sobre as AEC’s e também sobre Porto de Mós. Mania da perseguição, a minha.
 
Em casa depois de uma conversa com o André, venho a perceber, que os meninos tiraram a camisola, durante o final da aula de música (AEC), mas já sem a professora estar presente. À terça sai sempre 10 minutos mais cedo, para ir para outro lado. A auxiliar fica lá a tomar conta das crianças. Tudo normal!

 

(continua)

estou: na Idade Média

André Desculpa - #2

 

Os senhores agentes da autoridade, intervieram para explicar qual a sua missão no âmbito da polícia de escola, que eram poucos para muitas escolas, que estas situações eram muito frequentes, que não precisavam de relatórios para actuar, bastava terem conhecimento destas situações e que estavam disponíveis para uma acção de sensibilização.
 
Bom o julgamento continuou, dando-se lugar à intervenção dos pais:
 - Fazerem isto (tirar a camisola) com 8 anos, aos 12 vão ser violadores! Diz uma mãe.
 - Porque é que não disponibilizam mais uma professora para apoiar as crianças? Pergunta um pai.
 - Não é possível por lei. Responde a representante do Agrupamento, muito conhecedora da lei, mas sem uma única palavra sobre a situação.
 - Eles nas minhas aulas portam-se bem! E agora, até na aula de Inglês das AEC, mas nas outras aulas das AEC é que, parece que percebem que não são a sério, não sei porquê? E portam-se muito mal. Diz a professora das crianças.
 - Não fui eu que inventei as AEC! Responde o vereador.
 - Mas porque é que não arranjam professoras mais velhas para as AEC? Pergunta uma mãe.
 - Mas vai haver muitas professoras que se vão reformar e depois vão aparecer professoras mais novas. Isso não é solução! Responde o vereador.
 - As crianças andam em grupo nos recreios e umas manipulam as outras.
 - O André diz às meninas para não serem amigas da minha filha.
 - Mas eu não estou a perceber porque é que estão a fazer um caso tão grande de uma coisa sem importância nenhuma. Diz a mãe da menina
 
Entretanto a mãe que desmaiou, voltou a desmaiar, agora com necessidade de se chamarem os bombeiros e ir para o hospital.
 
 - O problema é a educação que essas crianças têm em casa. Os pais têm que ser chamados à atenção! Diz outra mãe.
 - Temos que arranjar uma solução.
 - Eu acho que os pais destas crianças deviam de vir um dia à escola para se retratarem junto das crianças. Sugere uma mãe queixosa.
 - Eu estou de férias e amanhã venho cá. Diz uma das acusadas.
 - Temos que arranjar uma solução. Diz a directora.
 - Há outros pais na sala, dos meninos que se portaram mal, não dizem nada? Diz a directora, olhando para mim.
 

(continua)

estou: na Idade Média
Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Diferenças: 1979 - 2009

A propósito deste post, lembrei-me de um mail que recebi hà dias.

 

Vejamos como mudaram os tempos.

 

Situação: O fim das férias.

 

Ano 1979:

Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.

 

Ano 2009:

Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.

 

Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.

 

Ano 1979:

Não se passa nada.

 

Ano 2009:

As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.

 

Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.

 

Ano 1979:

O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.

 

Ano 2009:

A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.

 

Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.

 

Ano 1979:

Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.

 

Ano 2009:

A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.

 

Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.

 

Ano 1979:

Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.

 

Ano 2009:

Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.

 

Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro.

 

Ano 1979:

Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.

 

Ano 2009:

A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.

 

Situação: O Luís parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.

 

Ano 1979:

O Luís tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.

 

Ano 2009:

Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.

 

Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.

 

Ano 1979:

Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.

 

Ano 2009:

A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego.

Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.

 

Situação: Três meninos de 7 anos tiram a camisola e correm à volta de uma menina da mesma sala.

 

Ano 1979:

A menina diz-lhe que são uns parvos. Eles, que estavam tão divertidos, olham uns para os outros e sem que o consigam expressar por palavras concordam que é dificil entender as raparigas. Voltam a vestir-se e vão jogar à bola.

 

Ano 2009:

Já leram o primeiro episódio.

 

Desculpa André! - #1

 

Ontem, 35 anos e 2 dias depois do 25 de Abril, fui objecto de um julgamento Político, na sala de aulas do meu filho mais novo, que tem 7 anos e anda(va) na Escola Primária do Juncal. Logo agora que eu estava de saída da política, querem atrasá-la.
 
Primeiro vamos aos factos, a semana passada fomos convocados para uma reunião na segunda-feira. A minha esposa é(era) Presidente da Associação de Pais da Escola para além de membro da Assembleia Municipal de Porto de Mós, eleita pelo Partido Socialista, foi a 2ª da lista, logo a seguir ao Fernando Amado. Nunca houve entre nós, um problema pelo facto de sermos membros da Assembleia Municipal de Porto de Mós, por partidos diferentes.
 
Apesar desta proximidade e apesar de ter questionado o Vereador da Educação, na sexta-feira passada, do conteúdo da reunião, apesar da proximidade com a Directora da Escola Primária, nem eu nem a minha mulher sabia do assunto da reunião.
 
Na reunião, estavam presentes na mesa, 1 professor das AEC, 1 professora representante do Agrupamento, a Professora da turma do meu filho, a Directora da Escola, o Vereador da Educação e imaginem 2 Policias.
 
O assunto gravíssimo, que motivou esta reunião, foi o facto de 3 crianças, numa aula de Música das AEC, terem despido as camisolas e corrido à volta de uma menina.
 
Por este facto gravíssimo, segundo a Directora da Escola, a primeira atitude foi escrever um Relatório para a Policia de Escola, que os aconselhou a não escrever o dito relatório, pois implicava investigação, ministério público e tribunais, com os pais das crianças.
 
As 3 crianças, eram o A, o B e o André (meu filho), como reacção à tristeza de ver o seu filho na lista, uma mãe sorriu nervosamente. Ao que a toda poderosa directora da Escola, em cima de toda a sua autoridade, que não impõe em nenhuma situação, repreendeu a mãe:
- Não se esteja a rir que o assunto é muito sério!
Dois minutos depois a mãe da criança, com problemas de saúde, caiu na sala sem sentidos. A reacção da directora da Escola foi sorrir, acredito, que também nervosa, mas não resisti:
 - A senhora está-se a rir de quê?

 

(continua)

estou: na Idade Média
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Não só mas também a propósito do caso Freeport

«Convém ler com atenção o que diz o professor Jónatas Machado, professor de Direito da Universidade de Coimbra e especialista em liberdade de expressão, em declarações à última edição do Expresso e aqui transcritas. Para evitar a repetição de alguns disparates que circulam por aí, da boca de pseudo-especialistas em deontologia jornalística que nunca redigiram uma notícia na vida nem sabem qual é a diferença entre informação e propaganda.

 

Passo a transcrever alguns trechos:

 

Há jurisprudência que sustenta que “a liberdade de expressão deve proteger as especulações e as interpretações jornalísticas fundadas em factos graves e suspeitos”. (...) “Mal seria se no caso Freeport não tivesse havido especulação sobre factos graves!”

 

“A liberdade de expressão existe, precisamente, para proteger quem diz mal, quem critica e quem denuncia”. Para os outros casos, “as leis não seriam necessárias”.

 

"É importante para a democracia e para combater as patologias do regime — como a prepotência e o abuso de autoridade —, que os jornalistas se sintam à vontade a escrever e até mesmo a especular sobre matérias de interesse público”. O exemplo norte-americano é para aqui chamado: as figuras públicas visadas por notícias desfavoráveis só podem processar jornalistas ou órgãos de comunicação social nos casos de dolo, ou de grosseira intenção de causar prejuízo. Mas, mesmo assim, o ónus da prova desta intencionalidade “cabe ao político ou à figura pública que levanta o processo judicial”. Em Portugal, pelo contrário, “há uma tendência para um assédio à comunicação social através de uma chuva de processos contra jornais e jornalistas”.»

 

Via Delito de Opinião

 

publicado por Paulo Sousa às 07:14
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Sábado, 4 de Abril de 2009

Processado!

 

Este texto de opinião, publicado no DN a 3 de Março, deu direito, a um Processo do Sr. Primeiro Ministro, contra o Autor.
 
Já aqui, se falou várias vezes do medo que se vive na sociedade portuguesa, é só mais um exemplo, vindo de quem está à frente dos destinos, deste pobre país.
estou: Amordaçado
Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Porto de Mós, Censura e Medo

Segundo a wikipedia: Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a liberdade de expressão. A censura criminaliza certas acções de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e até formas de expressão.

 

O Manuel Alegre tinha razão e o seu texto cada vez está mais actual aqui pelas terras de Porto de Mós.

 

Recentemente, um responsável autárquico do município de Porto de Mós, disse em Público, para um responsável autárquico da freguesia do Juncal: “Pensas que podes dizer o que queres?”, exercem ambos cargos executivos. O que disse a frase, na Câmara Municipal, o que a ouviu, na Junta de Freguesia do Juncal, ambos foram eleitos pelos munícipes de Porto de Mós.

 

Mas, o Vilaforte não será objecto de CENSURA.

 

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Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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