Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Ressaca

Estamos a viver uma semana de ressaca. Diria que de muitas ressacas – dos festejos benfiquistas à visita do Papa – mas, fundamentalmente, da ressaca do anúncio das medidas de austeridade com que o governo, com a muleta do PSD, nos vai tornar a vida ainda mais difícil.

Uma ressaca, e reportando-me apenas à mais clássica, a simples herdeira de uma noite de copos com alguns excessos, não é coisa fácil, havendo mesmo especialistas que entendem que a melhor forma de a enfrentar é com o pêlo do mesmo cão. Como se diz na gíria: em cima de uma pôr-lhe outra, ou curar uma com outra!

Parece-me que é mesmo isso que está a acontecer e, como dizia a Ivone Silva na rábula da Agostinha e do Agostinho num velho programa da nossa televisão (sim, dessa tal!) – Sabadabadu, se não estou em erro –: está tudo grosso!

Ora vejam só:

O nosso impagável primeiro-ministro (PM) inicia a semana em Madrid a expressar-se em portuñol, aquela linguagem muito expedita com que, sempre solícito, o tuga tenta responder a nuestros hermanos quando lhe perguntam por um restaurante ou pelo melhor caminho para chegar a este ou aquele monumento. Só que não era exactamente a mesma coisa, era o PM de Portugal perante uma plateia internacional … que ria perdidamente. Poderia pensar-se que estariam todos a rir da estória do tango (nem sei o que será de menos bom gosto e mais deprimente) e da necessidade de dois para fazer o par. Mas não, toda aquela gente ria que nem bêbados (também eles) com toda a graça que tem um PM a expressar-se daquela maneira.

O INE divulga a taxa de desemprego no final do primeiro trimestre, situada nos 10,6% e correspondendo a um crescimento de 1,7% face ao período homólogo do ano passado. O mais alto nível de desemprego dos últimos 30 anos, com regiões a atingirem valores que entram claramente na red line de alarme, como a região Norte, com 12,6% ou o Algarve, com 13,2%. Nada que preocupe o PM, para quem não era sequer importante avisar que esses números irão subir ainda mais, mas sim a notícia do IEFP de que em Abril haviam menos mil desempregados inscritos nos Centros de Emprego, como se ninguém soubesse o que se passa com os seus ficheiros.

Entretanto o ministro das finanças dizia em Bruxelas que afinal as medidas de agravamento temporário de impostos, anunciadas para ano e meio, eram para manter até quando necessário. O que quer tão simplesmente dizer que no final de 2011 não teremos o deficit ao nível anunciado, porque, como é evidente, de tudo o que foi o tal acordo com o PSD, a única coisa que está quantificada é o aumento de impostos. De redução de despesas: nada! Nada está quantificado, pelo que, como sempre, o ajustamento de consolidação se faz apenas pelo lado da receita: pelos impostos que nos saqueiam!

O secretário de estado dos assuntos fiscais, depois secundado pelo ministro das finanças (como iremos ver agora é esta a política de comunicação do governo: um secretário de estado manda um bitaite, a ver se ninguém liga, depois vem o ministro e confirma-o e por fim, se houver necessidade, vem o PM e desmente, porque aí já ninguém acredita!) vem dizer que os aumentos do IRS têm efeitos retroactivos a Janeiro. Para além de inaceitável é inconstitucional, o que neste momento até nem quer dizer grande coisa. Pois, e lá veio o PM atabalhoadamente declarar falso alarme! Mas, claro, não dá para acreditar. Acreditem que não! Porque tecnicamente é impossível e creio mesmo que também ilegal.

Como aqui antecipava na semana passada – num texto publicado pouco antes do anúncio das medidas de austeridade – bastaram apenas dois dias para se ver que a terceira travessia não fora descartada. Era, como então dizia, apenas para europeu ver. Isto já não traduz apenas o desnorte do governo, com discursos contraditórios entre ministros e PM, traduz a falta de seriedade e de respeito pelos compromissos assumidos  com as instituições europeias e com o seu parceiro de diálogo.

A metodologia foi a mesma: começa pelo secretário de estado, logo no dia seguinte ao anúncio do seu cancelamento, passa pelo ministro da tutela, que logo no sábado garantia que a terceira ponte era mesmo para avançar e culmina na segunda-feira, com o pobre do ministro da economia a ver-se obrigado a confirmá-lo para, na entrevista à RTP – mais um exercício de delirante negação da realidade e de manifestas dificuldades de relação com a verdade – o PM vir dizer que o lançamento do novo concurso será adiado por seis meses, à espera que “a situação financeira internacional” o permita.

Sim, para o PM não há problemas no país, apenas e sempre uma crise financeira internacional. Para o PM os problemas existem num “mundo que mudou em duas semanas” e que, coitados, precisam da nossa ajuda. Para nós esta é apenas a primeira de muitas e muitas semanas de ressaca!

Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

O prometido é devido, sr engenheiro...

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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

PEC(ADOS) III

Ninguém se entende. De um momento para o outro tudo muda. O que era verdade passa a ser mentira, e o que era mentira passa a ser verdade!

De um dia para o outro, literalmente de um dia para o outro, os grandes investimentos passam de opção estratégica inadiável a qualquer coisa perfeitamente dispensável, que bem pode esperar. De opção estratégica de crescimento e maior instrumento de retoma, a qualquer coisa de irrealizável e perfeitamente desaconselhável nas actuais condições financeiras.

Tão rapidamente que nem o próprio ministro das obras públicas notava, continuando a mergulhar, decidida e corajosamente, nas ondas de umas águas que já não existiam!

Então mas o que é que se passou para possamos entender uma inflexão de 180 graus num primeiro-ministro (PM) tão teimoso (obstinado, dizem eles!), de “antes quebrar que torcer”, sempre pronto a negar as evidências?

Terá sido aquela excursão a Belém (mais uma das nossas muitas originalidades) de antigos ministros das finanças? Eram tantos e de tanto peso que assustaram o PM?

Não, nada disso. Não foi, nem poderia ser!

Terá sido em Bruxelas? Será que lhe conseguiram abrir a cabeça e meter lá dentro que aquilo não era boa ideia?

Não foi bem assim. Devem ter-lhe dito que com a ajuda do FMI se arranjavam uns 750 mil milhões para salvar (?) a eurolândia e que, para termos direito à nossa parte, ele teria que mudar de ideias. Antes, na sexta-feira, já o presidente do Grupo Espírito Santo, Ricardo Salgado, indefectível do PM e da sua estratégia, e defensor máximo dos grandes investimentos, por cá tinha dito que, afinal, a ideia não era lá grande coisa…. Quer dizer, que tinha já percebido que não havia dinheiro para aquela brincadeira. Percebe-se que mais vale um simples aviso de Ricardo Salgado do que o de todos os antigos ministros das finanças juntos, mesmo quando alguns deles têm mesmo muita lata!

Só que a mudança soa a falsa. Soa a: “porreiro pá, mas é contrariado …”!

É que ninguém conseguirá perceber como é que o TGV avança sem a ponte. Toda a gente percebe que a ponte, a terceira (!) travessia do Tejo, não poderá parar. Só pára, não para inglês ver, mas para europeu ver!

Os impostos, que também não aumentavam, – ainda na semana passada o PM com o sua habitual arrogância (também há quem lhe chame vigor) respondia a uma deputada na AR perguntando-lhe se via no PEC algum aumento do IVA, – afinal aumentam, como todos há muito sabíamos. Mesmo sem estar previsto no PEC! Onde o défice tem mesmo que baixar já neste ano, como também já sabíamos. Aumenta o IVA (1 ponto percentual) em todas as taxas (reduzida, intermédia e normal), aumenta o IRS (1 ponto até ao rendimento de 18 mil euros anuais e 1,5 pontos para os rendimentos superiores) e aumenta o IRC (de 25 para 27,5%).

E, à conta das exigências do PSD para acompanhar o governo nesta patriótica cambalhota, os vencimentos dos titulares de cargos públicos de gestão e regulação serão cortados em 5%! Não estávamos habituados e ficamos surpreendidos com este rasgo. Mas, com mais atenção, pouco veremos para além do mero alcance político. É que toda essa gente tem a faca e o queijo na mão! Podem ir buscar com uma mão o que a outra lhe retirou.

E parece que quanto à despesa pública, improdutiva e não social, essa óbvia frente de ataque ao défice, ficamos por aqui! Isto é, não se lhe toca…

Já vamos no PEC III e percebemos que ainda não é assim que lá vamos. Que se pode privatizar os CTT e a REN, mas não se pode, por exemplo, mexer na RTP. Que recebeu do Estado 2 mil milhões de euros entre 2003 e 2009 (tanto quanto os efeitos de todas aquelas medidas de agravamento de impostos) sem que isso tenha evitado uma situação de falência técnica (capitais próprios negativos em perto de 600 milhões de euros). Que, apesar de todas as subvenções que recebe do Estado, e este ano serão mais 300 milhões, ainda apresentou no ano passado 14 milhões de prejuízo.

Esperemos pelo PEC IV. Talvez aí se ouça então falar de 13º mês!

Para já, não só escapamos a essa ameaça de nos irem ao bolso sacar o 13º mês como ainda temos a boa notícia do crescimento do PIB em 1% no primeiro trimestre, que levou o nosso PM a declarar Portugal “campeão europeu do crescimento económico”.

E ainda há quem diga mal deste homem… Livra-nos de ficarmos sem o subsídio de natal e ainda nos faz campeões do crescimento! Com notícias destas quem é que precisaria do Benfica e do Papa (papas e bolos) para enganar os tolos?

Sábado, 17 de Abril de 2010

Recordar é viver - Pesetero

 

Qualquer semelhança será pura coincidência?

 

Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Tweetpost- 20

@31daSarrafada #POLVO Crespo fez o impossível. Censuram-lhe uma crónica a um Domingo, edita 1 livro 2 sem/ depois. E ainda dizem que não há empreendorismo.

 

Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

Gostei de ouvir

O contraditório, Antena 1, da passada sexta-feira em que se debateu a vida interna do PSD e do Governo PS.

 

   

 

A entrevista de Maria Flôr Pedroso a António Capucho

 

 

A entrevista de Morais Sarmento à RR.

 

 

DESPEÇO-ME DE TODOS OS LEITORES DO "VILA FORTE", COM AMIZADE

Quando fui convidado para fazer parte do corpo editorial do "Vila Forte" hesitei bastante, por diversas razões, algumas das quais tive a oportunidade de expor no meu texto de apresentação aos leitores. Apesar de não ser frequentador da "blogosfera", incluindo o Vila Forte, não desconhecia as preferências partidárias dos seus editores. Contudo, a vontade do então corpo editorial de o alargar a outras maneiras de olhar e de ler a vida e a novas temáticas, convenceu-me a aderir. Naturalmente, também sabia que o "Vila Forte "nunca foi entendido pelos editores como uma entidade mas como um espaço onde cada um dava largas às suas convicções, aos seus estados de alma, aos seus humores, aos seus encantos e desencantos", como muito bem me explicou o Eduardo Louro recentemente o qual, aliás, foi quem lançou o meu nome para a mesa no sentido de ser convidado para nela me sentar. Neste enquadramento, fui publicando os meus posts sem grande incómodo, ou seja, sem que as posições dos colegas editores me chocassem, tanto mais que escrevia para os meus eventuais leitores e não para os colegas editores, conforme combinado em termos de "estatuto editorial".

Acabei por achar interessante esta forma de comunicação que nos traz reacções rápidas e desinibidas dos leitores, obrigando-nos a pensar na diversidade de opiniões que recebemos num curto espaço de tempo e, em consequência, a avaliar a justeza ou a pertinência da nossa própria opinião, relativamente às opiniões dos outros. Se alguma coisa me incomoda na vida é pensar que, um dia, poderei convencer-me que sou "dono" de alguma verdade, seja ela qual for. Sou apenas "dono" das minhas ideias, das minhas convicções e do meu código de valores pessoal e, evidentemente, não espero (nem quero) impôr esse meu código pessoal a ninguém. Naturalmente, se acredito nele, tento convencer os outros pela persuassão intelectual e nunca pelo insulto e, muito menos, por alguma atitude autoritária, se a pudesse ter. A verdade única em que todos têm que acreditar sob pena de serem ostracizados é uma atitude própria do totalitarismo e não da democracia.

Assim, vejo com muita apreensão o que se passa actualmente no nosso País. Parece que existe apenas uma verdade e, quem a contestar, entra numa espécie de "lista negra" dos que conspiram contra o "Estado de Direito". Os juízes passaram a ser os jornalistas e os políticos. Os verdadeiros juízes a quem compete julgar, se não alinham pelo mesmo diapasão, são considerados cúmplies dessa pretensa conspiração em curso contra o Estado de Direito, mesmo que sejam as mais altas figuras do Poder Judicial, como o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça ou o Procurador Geral da República. Os políticos felicitam um jornal por não cumprir uma decisão judicial, proclamam no Parlamento Europeu que Portugal não é um estado de direito e uma deputada do BE apresenta como prova de falta de democracia o facto de o Primeiro-ministro não ter impedido uma providência cautelar contra um jornal(?!). Um ex-Bastonário da Ordem dos dos Advogados chama publicamente "aldrabão de feira" ao Primeiro-ministro, numa linguagem de vulgar "carroceiro". A minha idade "obrigou-me" a viver até à idade adulta no fascismo e, nessa época de trevas,é que o Governo mandava nos Tribunais, a PIDE condenava pessoas, sem provas ou em julgamentos fantoches, à prisão e ao degredo por não aceitarem a verdade oficial e a Censura encarregava-se de não permitir a liberdade de expressão. Não me parece que estejamos, hoje, nesta situação. Portugal está doente, muito doente, no meu entendimento. Nenhum julgamento por quem de direito ainda foi feito aos pretensos factos imputados ao Primeiro-ministro, ao contrário, as declarações de quem tem prerrogativas constitucionais para o efeito, negam esses pretensos "crimes" contra a liberdade de expressão por parte do Primeiro-ministro. Mas este já foi julgado e condenado na praça pública e não são admitidas contestações ou recursos a essa decisão. Se calhar, não estamos mesmo num Estado de Direito mas numa praça pública da Idade Média cheia de populaça ululante que vai assistir à morte na fogueira de uma mulher só porque alguém lhe apontou o dedo, chamando-lhe bruxa.

Por isso, fiquei pasmado com o lançamento de um abaixo assinado no "Vila Forte" pelo colega editor Paulo Sousa a 8 de Fevereiro, sem qualquer consulta ou informação prévia ao corpo editorial do blog. Para mim, um abaixo assinado não é a mesma coisa que um post. Aceito, naturalmente, que o seja para os restantes editores do Vila Forte. Mas, como disse, tenho convições, valores e o meu próprio código de conduta que não quero impor a ninguém; mas quero viver de acordo com esse código de valores que sempre norteou o meu comportamento pessoal e as relações com os outros. Não concordo com a campanha orquestrada que se vive em Portugal para desgastar o Primeiro-ministro sem serem apresentadas alternativas. E a alternativa, num estado democrático, é a apresentação de uma moção de censura ao Governo no Parlamento, digam o que digam os políticos, incluindo alguns do PS, que acham não ser caso para isso. Agora, que a extrema esquerda está unida à direita num mesmo ideal, seria fácil aprovar essa moção de censura, provocar eleições e eleger um novo Parlamento. É assim que funciona a democracia e não com campanhas através dos órgãos de comunicação social. O que não concordo é que queiram criar uma situação de instabilidade política grave em Portugal, num momento de grandes dificuldades e ameaças para o País, sem que aceitem assumir as correspondentes responsabilidades. É o que povo chama "querer sol na eira e chuva no nabal" só que, entretanto, vão fazer apodrecer o milho e deixar secar as hortaliças. Nesse momento ficarão contentes mas os portugueses terão as arcas vazias e terão de esperar para a próxima colheita (se tiverem dinheiro para as sementes ou se arranjarem algum comerciante que lhas venda fiado, mesmo que seja ao dobro do preço).

Como não me sinto bem neste contexto, resta-me ir embora. Não quero qualquer ligação a organizações, de qualquer tipo, que façam duvidar da minha posição pessoal sobre estes acontecimentos. Não apenas não concordo com o que se  passa como me causam nojo intectual. Como qualquer cidadão, estou no meu direito de pensar pela minha própria cabeça e frequentar apenas as esplanadas onde me sinta confortável. Sem qualquer amargura ou beliscadura nas relações pessoais com os outros editores do Vila Forte, naturalmente.

Fico, contudo, com saudades dos meus leitores a quem agradeço a paciência de me terem lido. Em especial, agradeço àqueles leitores que comentaram os meus posts, concordando ou discordando: aprendi com todos a pensar melhor antes de transmitir publicamente as minhas ideias. Gostaria, para terminar, de explicar porque não respondi a todos os comentários que fizeram aos meus posts: uma questão técnica que não consegui resolver tornava o meu computador muito lento quando estava a responder aos vossos comentários. Escrevia duas letras e o computador parava, aquecia e só voltava a trabalhar mais tarde. Era absolutamente impossível esperar tanto tempo.

Um abraço para todos!

Manuel Gomes

Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

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 @CienAoNatural: Pergunta Retórica: pode um PM servir-se dos bens de todos para seu benefício político?

 

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publicado por Pedro Oliveira às 21:57
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

conversa de quiosque

Era o sol se faz favor

O sol não há

Pois, mas não é esse é o jornal

Não há sol que aquece, nem sol jornal está esgotado

É que eu queria o jornal por causa DVD para a criança quero lá saber do Sócrates ou das escutas

Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Gostos e preocupações...

Anda tudo preocupado com a "asfixia democrática", com a tentativa de pressão do PM nos meios de comunicação, com a pseudo-licenciatura de Sócrates, com o seu envolvimento nos  casos Freeport, Face Oculta, até com a falta de gosto nos projectos de casas desenhadas pelo "José da Covilhã", com as namoradas e amigos, mas o que me preocupa é ele dizer que ESTE é o melhor programa da televisão portuguesa.... . De resto...está tudo bem!

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@HenriquMonteiro Quando se olha pelo buraco da fechadura, pode-se ver coisas que não deviam estar à vista. Mas o que se vê é real http://bit.ly/8XmYeM

 

 

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publicado por Pedro Oliveira às 13:00
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

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@joaomiranda Hoje Sócrates vai receber muitos telefonemas dos presidentes das empresas do PSI20

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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

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@joaomiranda É cada vez mais evidente que Manuela Ferreira Leite ganhou as eleições. Governo vai rever construção de auto-estradas

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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

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@JMF1957 O que aconteceu a este texto de Mário Crespo? Porque não saiu no jornal para onde foi escrito? O que vai fazer a ERC? http://bit.ly/cOGflL

 

@JMF1957 Já confirmei que artigo de Mário Crespo devia ter sido publicado hoje no Jornal de Notícias mas que o director desse jornal o mandou retirar

 

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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Teixeira dos Santos sucessor de Sócrates

Segundo alguns Socialistas, Teixeira dos Santos pediu a Sócrates para não fazer parte deste governo, estava mais interessado em ocupar o lugar de Constâncio no Banco de Portugal. A este pedido Sócrates disse não. Mas não terá dito só não, já que o cenário que Sócrates terá "desenhado" a TS o terá convencido, e que cenário é esse?

Dentro do PS fala-se na demissão de Sócrates, avançando TS para seu lugar.

Pode parecer estranho, mas posso garantir que não é boato, pois se assim fosse este tema não seria alvo de uma crónica no Diário de Coimbra deste fim de semana.

Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Manuel Alegre disponível para concorrer a Belém

 

 

Manuel Alegre

 

Que surpresa!

Agora José Sócrates já não pode assobiar para o lado. Goste ou não vai mesmo ter de apoiar!

Votar é outra questão. Poderá sempre tapar a fotografia com uma mão e votar com a outra…

 

 

publicado por Eduardo Louro às 22:03
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

VERDADE

Sou dos que acham que a mentira tem perna curta. Ou, como diz o ditado popular, que “se apanha mais depressa um mentiroso que um coxo”!

Acho que o seu antónimo, a verdade, é um valor integrante da ética e o principal sustentáculo da credibilidade. Faltar à verdade é mentir, mesmo que por omissão. Esconder a verdade é mentir! Não dizer a verdade toda é igualmente mentir!

Bem sei que a verdade é susceptível de um sem número de contingências. Porque ás vezes não é absoluta, cada um tem a sua sendo, nessas circunstâncias, difícil de apurar. E porque muitas vezes é dura!

Dela se diz que é como o azeite: que vem sempre ao de cima. Infelizmente nem sempre assim é, fica debaixo de muita coisa, escondida. O que não inviabiliza que seja verdade o que para trás foi escrito. O que não invalida que seja, sempre, a mãe da transparência e da credibilidade.

Vem isto a propósito de um tema que aqui abordei recentemente em duas ocasiões, uma a propósito do Orçamento para 2010 e outra a propósito da Mensagem de Natal do Primeiro-ministro (PM).

Em ambas acentuava a necessidade de o governo e o PM falarem verdade ao país. Na última, onde concluía que o PM continuava a optar por esconder a verdade, referia que ainda não me podia pronunciar sobre a mensagem do Presidente da República (PR) porque ela ainda não tinha acontecido, não era de Natal mas sim de Ano Novo.

Agora já o posso fazer e dizer, como unanimemente reconhecido, que o PR falou verdade ao país. Se já toda a gente o disse não acrescentarei nada ao dizê-lo também. Por isso vou virar-me para outro lado.

Tenho visto comentar esta dicotomia entre a verdade expressa pelo PR e a omitida pelo PM numa perspectiva determinística. Isto é, que teria de ser assim. Que o PM não poderia dizer a verdade sobre a situação do país porque isso desmotivaria ainda mais os portugueses. Que o seu papel teria de ser o de puxar pela auto-estima nacional. Ao invés, nessas mesmas opiniões, as palavras de verdade do PR, não produziriam esses efeitos ou, pelo menos, deixariam as coisas mais equilibradas. Ou seja, de um lado estaria um PR pessimista, a alertar para a dura verdade e, do outro, estaria um PM optimista, a puxar pelo ânimo dos portugueses. O que, atendendo ao óbvio confronto aberto entre as duas instituições, até teria que ser entendido com a maior das naturalidades: se as coisas estão como estão, o normal é que se um está de uma lado o outro esteja no oposto!  

Nada me parece mais falso e, pior, mais perigoso.

Sem embarcar no catastrofismo Medina-carreirista, como aqui já dei conta, ou em qualquer outro semelhante dos muitos que por aí proliferam, é evidente para mim e creio que para todos nós, que o discurso do PR corresponde à verdade. Mas, como também sabemos, ele não detém o poder executivo, ou seja não está nas suas mãos outra coisa que não diagnosticar, avisar e recomendar. É ao PM que compete encontrar e implementar soluções!

E é aqui que está o problema. Ninguém procura, e muito menos encontra, soluções para problemas que não existem. Se alguém esconde os problemas como é que pode ter as soluções?

O que se exige ao PM e ao governo é que diga a verdade. Não num tom derrotista, de quem não tem soluções, mas num tom afirmativo e de esperança, de quem conhece os problemas e de quem tem as soluções. Por mais que doam!

Ao não escolher este caminho o PM está, pura e simplesmente, a desacreditar-se. A perder a credibilidade e, ao contrário do que se quer fazer crer, a empurrar para baixo o ânimo dos portugueses e não a puxar para cima a sua auto-estima!

 

 

Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Quem não arrisca...

Há cerca de um ano o país pode respirar de alívio perante mais um anúncio de José Sócrates. Apesar de estarmos a atravessar a maior crise financeira das últimas décadas, o rendimento disponível dos portugueses iria aumentar. Segundo Sócrates quem questiona este tipo de declarações é derrotista e até diz que nunca viu o pessimismo criar emprego.

Ontem o INE informou o país daquilo que demasiados portugueses já sabiam. Afinal o rendimento disponível diminuiu.

A explicação previsível do Governo será que o INE está politizado e que esta notícia faz parte de uma campanha caluniosa, que envolve a oposição, toda e em peso, o INE, o Presidente da República, o Eurostat, o FMI, os blogs, a OCDE, a TVI, o Serious Fraud inglês, a Procuradoria Geral da República e sei lá quem mais.

Claro que ninguém está satisfeito com a informação prestada pelo INE, mas nenhum político sério e rigoroso (será esta expressão um mito?) poderia afirmar, no cenário em Sócrates o fez, que o rendimento disponível dos portugueses iria aumentar.

Entende-se que Sócrates ao fazê-lo sabia que estava a correr o risco de ser desmentido pela realidade. Se a aposta tivesse corrido bem, cá estaria ele para se vangloriar, mas como infelizmente isso não aconteceu, será que se pode pegar no assunto sem ser acusado de estar envolvido numa cabala internacional?

publicado por Paulo Sousa às 07:22
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Mensagens de Natal

Nesta quadra proliferam as mensagens de Boas Festas, um velho hábito social que se tem adaptado à evolução das tecnologias. Se os postais de Natal ainda vão tendo algum espaço nas relações profissionais e comerciais, no relacionamento pessoal reinam os sms e os e-mails, se bem que os primeiros já não sejam bem aquilo que eram há ainda poucos anos. São geralmente o dois em um, isto é, juntam os tradicionais votos de feliz Natal aos de feliz, mas também próspero, Ano Novo.

Por outra via – a televisão – chegam-nos as clássicas mensagens de Natal do Cardeal Patriarca de Lisboa, enquanto líder da comunidade católica, e do Primeiro-ministro (PM) e a de Ano Novo do Presidente da República. Assim é há muitos anos…

Sobre a primeira, que nem sequer ouvi, não me vou obviamente pronunciar. Nem sequer sobre a legitimidade do seu enquadramento nesta tríade: é assim, e não me interessa discutir agora se bem ou se mal. Sobre a terceira, como ainda não ocorreu, nada a dizer…

Pronto, está visto que eu quero é falar sobre a Mensagem de Natal do PM!

A primeira expressão que me ocorre é: francamente! Logo de seguida vem-me à memória aquela imagem do Diácono Remédios, e a sua mais famosa expressão transmitida naquele tom bem beirão, rural e profundo: não havia necessidade!

A oposição foi unânime (mais um pleno da oposição que este PM consegue) a referir que o PM vive noutro país, diferente daquele em que todos nós vivemos. Eu também acho mas, fundamentalmente, acho que o PM subverteu todo o espírito de uma mensagem de Natal. E que, de tão óbvia inversão da realidade, apenas nos conseguiu deixar muito mais preocupados e intranquilos. Muitos mesmo revoltados!

Quando numa suposta mensagem de Natal se utiliza o registo de um Tempo de Antena em campanha eleitoral já é caso para ficarmos de pé atrás. Quando isso acontece em plena crise política (num dos mais conturbados períodos de relacionamento institucional entre órgãos de soberania), social (numa das misturas mais explosivas de que temos memória em Portugal, que junta desemprego, como nunca antes visto, criminalidade e descrédito das instituições), económica (estagnação velha de mais de dez anos e sucessiva destruição e inviabilização do tecido económico) e financeira (descontrolo do défice e da dívida e um cenário de descrédito internacional) estamos perante uma obsessão pela campanha eleitoral.

Parece que o PM, embalado por um ano maioritariamente passado em campanha, ainda não percebeu que o longo ciclo eleitoral de 2009 já há muito terminou. Ou, então, acha mesmo que terminou mas que já aí está outro…

Seja ou que for nada de bom nos augura para o futuro e, em particular, para o próximo Orçamento Geral do Estado. Porque, ao arrepio do que aqui referi a propósito do Orçamento para 2010, o PM insiste em não falar verdade e em confundir convicções com obsessões!

 

 

 

Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Já sabemos que os impostos vão aumentar...

...e não é porque Constâncio tenha dito, ISTO, ou porque o FMI tenha afirmado o quer que seja em relação ao IVA, é porque Sócrates disse precisamente o contrário.

Meus caros amigos, preparem-se porque estes anos que se avizinham vão dar cabo da cintura!

               

imagens da net 

  

Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Não têm mesmo vergonha

Esta semana em post "pedi" que os politicos tivessem vergonha e que se calassem em relação ao caso face oculta, pois estavam a ir longe demais nas insinuações mútuas (governo e oposição) que estavam a fazer e que desta forma colocavam a democracia e um dos pilares fundamentias, justiça, em total descrédito.

Por motivos pessoais estou em casa e estou a ver o debate quinzenal, o que se passou é indigno de um Primeiro-ministro. Em vez de  esclarecer dúvidas e demarcar-se dos ministros e vice-presidente da bancada socialista quando afirmaram que houve espionagem politica, no caso "face oculta",o PM proferiu afirmações que pouco, diria, nada abonam em seu favor como líder de um governo de um país democrático.

O não responder a perguntas em concreto já é  imagem de marca.

Louçã esteve bem em "teimar" em saber porque Sócrates em tempo disse na AR que nada sabia disso, leia-se PT compra TVI, e agora diga que não sabia oficialmente.

Só CDS-PP e PCP, falaram das questões graves que o país atravessa em termos económicos e financeiros.

Mais uma vez não gostei da prestação de Ferreira Leite, o "ódio" ao PM turva-lhe a clareza das intervenções.

Quem puder que veja nas noticias as intervenções deste debate em que soubemos que o salário minimo vai subir para 475 euros.

imagem via sapo

 

 

meus comentários twitter

Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Tenham vergonha e calem-se!!!

É a doideira completa neste país.

Agora o PS sugere que Manuela Ferreira Leite teve conhecimento das escutas que envolvem Sócrates e Armando Vara.

Um país à beira da bancarrota, também, nos valores democráticos e da decência politica.

Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Os ciclos...

No inicio do séc. XX este país era a confusão total em termos politicos e financeiros, era o Império do regabofe, até que veio um senhor da Universidade de Coimbra para ministro das finanças para endireitar a "coisa", não só  gostou da experiência como reforçou o seu estatuto e poder. Depois, bem depois a história é mais ou menos conhecida de todos: fartou-se de "endireitar" o país, à sua maneira...

Continuando a ler notícias destas vai-me parecendo claro que estamos no fim de  um ciclo e no inicio de outro, resta saber é se o perfil do personagem que aí vem é o mesmo do tal senhor....

Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Más companhias

Umas das grandes preocupações dos pais, é saber quem são os amigos dos filhos.

"Ai rapaz tu vê lá com quem andas na escola, escolhe bem os teus amigos", ouvi isto vezes sem conta por parte da minha mãe.Hoje, lá em casa fazemos o mesmo com os nossos mais que tudo, olha que esse artista não é boa pinta, vê lá com quem te metes, vê se sabes escolher os amigos,....

Felizmente, tenho a certeza que sempre soube escolher os amigos, sim porque somos nós que escolhemos os nossos amigos, a família não.

 

Quando vejo na televisão o Sr. Armando Vara lembro-me sempre dos avisos da minha mãe, será que ninguém avisou Sócrates ao longo da vida?

É que por cá costuma-se dizer: "diz-me com quem andas dir-te-ei quem és".

Isto não é um homicidio de carácter, é só uma constatação...

via twitter

Domingo, 15 de Novembro de 2009

Paralelismos

 

 

 

 

 

 

Confesso: os paralelismos a que me vou referir ocorrem-me um pouco na onda do futebolês que aqui trago aos sábados. Mas também pelos acontecimentos que marcaram a semana que está a acabar.

De facto notam-se uma série de paralelismos entre o país e o Sporting.

País e Sporting andam altamente deprimidos. Ambos estão com níveis miseráveis de desempenho e, no entanto, até estão, na actual conjuntura, com bons resultados na II Divisão da Europa. O Sporting, num grupo muito fraquinho da liga Europa, está no primeiro lugar e com grande avanço. Portugal também. Com um crescimento de 0,9% no III trimestre, que se segue aos 0,3% do segundo, e com o crescimento negativo previsto para este ano para 2,9%, contra os 4% da média europeia, o país também apresenta um bom resultado nesta altura desse campeonato. O pior é depois, o que vem a seguir. Mas é bom recordar que estamos a falar da actual conjuntura…

Mas há mais. Se nos virarmos para a governação, do país e do Sporting, então encontramos muitos mais paralelismos. Com uma única diferença: enquanto toda a gente sabe quem manda no governo, ninguém sabe muito bem quem manda no Sporting.

Ambos gostam de se vitimizar. São vítimas de tudo! São vítimas dos jornais, da opinião pública, da oposição…

José Eduardo Bettencourt (JEB, para simplificar) só vê “terroristas” no Sporting. E “cretinos” pagos para fazer oposição. Pois não é precisamente disto que Sócrates se queixa? Mas com uma vantagem: é que Sócrates, ao contrário de JEB, identifica os terroristas – os jornais (alguns) e as televisões, também algumas. Mas o JEB também se queixa da perseguição dos media.

Um jornal deste fim-de-semana faz manchete com a notícia de que Sócrates mentiu ao Parlamento quando ali referiu desconhecer o propósito da PT comprar a TVI. Parece que, nas famosas escutas das suas conversas privadas com o amigo Vara, lá falavam do negócio. Mas Sócrates reage: isso não é notícia, é calúnia. Bem, depois vem a pequena nuance: afinal o governo é que não tinha conhecimento oficial… Ah…daí a calúnia!

Durante a semana os jornais davam conta da decisão do JEB contratar o treinador da Académica – André Villas Boas. Sem dinheiro para mandar cantar um cego (sem ofensa aos inivisuais, é apenas uma consagrada expressão popular), tal como o país, o Sporting falha a contratação e expõe-se ao ridículo, uma vez mais. É então que surge o inefável JEB a dizer que nunca lhe passou pela cabeça a contratação daquele treinador. Que tudo não passou de uma invenção dos jornais. Pois, só que se esqueceu que nem foram necessárias escutas para ficar claro que estava a mentir (é verdade que não era no Parlamento)! É que, poucas horas antes do presidente da Académica anunciar o falhanço das negociações, tinha emitido um comunicado para a CMVM informando-a que se encontrava a efectuar, e cito, «contactos (…) com o representante do treinador André Villas Boas».

A salvação deste país é que é maioritariamente benfiquista! Com o Benfica a ganhar até a economia cresce 0,9%!

 

Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Mais uma cabala!

Sócrates mentiu ao Parlamento sobre a TVI

 

                                    

                                               imagens da net

Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

No país do "Magalhães"

fotos da net

 

No país do "Magalhães" já sabíamos que todas as crianças têm de ter o dito cujo, mas que podem passar frio, ir de pavilhão em pavilhão escolar  à chuva, no inverno, e no verão nem conseguem respirar tanto é o calor nas salas de aulas.Isso são pormenores num país tecnológico e moderno (mais recente palavra in do PM).

O que se calhar não sabíamos é que no país e no concelho onde existe a maoir concentração de paineis solares, há 500 pessoas, incluindo crianças em idade escolar..., que não têm luz eléctrica.Mais, no país onde o PM se coloca em bicos de pés no apoio a PME´s, há pequenos empresários que gastam fortunas em combustivel para poder ter luz na sua exploração agricola. E ainda..., este país, que teve um "excelente" ministro da agricultura, foi incapaz de enquadrar esta necessidade em qualquer programa comunitário que seja e ele existia, segundo a associação de agricultores desse concelho.

Para a Câmara, CDU, de Serpa, parece que o problema não é assim tão importante...bem pregas Frei Tomás...

Pois isto passa-se em Portugal, no concelho de Serpa e é VERGONHOSO!

Tinha visto o anúncio da reportagem, e 4ª feira vi na RTP 1.

Somos sem dúvida um país a duas velocidades, parado e paradinho.

Via Twitter

@horacioazevedo: Segundo o Sol, escutas de JS e Vara a discutir negócio da TVI.

 

@undertheground: Ainda ninguem me respondeu a o que aconteceria se a Face Oculta se revelasse antes das eleicoes?

 

@undertheground: isso esta' a aquecer prai' acho que os italianos vao ficar com inveja quando lhes contar.    (@undertheground está a viver em Génova).

 

Entretanto no 31 da Armada:

 

Mais uma campanha negra?

 

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publicado por Paulo Sousa às 01:06
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Face oculta ou visível? II

Na sequência dos acontecimentos aqui referidos e comentados pelo Eduardo, Armando Vara pediu o seu afastamento do cargo de Vice-Presidente da Administração do BCP. Terá justificado a decisão pelo facto de um Administrador de um banco não poder estar envolvido em escândalos.

Em resposta a esta decisão apanhei este comentário via Twitter:  @joaomiranda: Se Portugal fosse um banco não podia ter o primeiro-ministro envolvido em escândalos. Felizmente é apenas um país.

Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

A crise é culpa dos neoliberais

Apesar da oportunidade que os portugueses tiveram há pouco tempo para mudar rumo, optaram por manter a trajectória.

Com Sócrates, o futuro do país depende do TGV.

Com Sócrates, o corte fiscal alemão de 24 mil milhões de euros, é um erro, pois a saída da crise depende do Estado e não das empresas.

Com Sócrates, a culpa da nossa crise com dez anos, é crise internacional que começou há dois.

 

Enquanto isso, a Moddy's avalia a nossa economia com pessimismo e revê em baixa a dívida portuguesa. A Moody's justifica o corte com “os desafios estruturais para a economia” e a “aparente falta de motivação dos políticos para os resolverem”.

Claro que isto não passam de tretas da oposição.

Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Pergunta e resposta do dia

Ouviste falar mais no caso Freeport?

Não, ao que parece a cooperação estratégica foi retomada e é para levar a legislatura até ao fim....

Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Acho que não vai chegar para todos...

Está lançada a polémica por causa das vacinas contra a gripe A. Há profissionais de saúde que vão recusar levar a vacina porque não têm garantias da sua eficácia e porque desconfiam dos seus possiveis efeitos secundários.

 

 

cartoon via piolho da solum

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Um suponhamos

Meio a brincar,ontem, no twitter, foi-se dizendo que Cavaco ia dissolver a presidência, eu na mesma onda  falei de uma remota possibilidade, se isto azedar ainda mais, de Cavaco se demitir.

O Luís Malhó fez futurologia e colocou um hipotético cenário, na sequência das eleições legislativas e de Cavaco, ou se demitir, ou aguentar até ao fim e perder as eleições para um segundo mandato: Governo PS+BE e CDU com Manuel Alegre na Presidência.

Apesar de parecer surreal há umas semana atrás, provavelmente para muitos pode ser um objectivo a alcançar.

Que consequências para o País terá esta possibilidade de sermos governados e arbitrados totalmente à esquerda?

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Se Sócrates não mentisse diria isto

 

 

publicado por Paulo Sousa às 22:21
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

O verdadeiro debate

via 31daarmada

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Qual é a vossa opinião?

O Correio da Manhã,on line, divulga vídeos da conversa entre Sócrates e Louçã antes do debate começar.

Penso que não deviam passar estes vídeos, pois como se percebe, em determinada altura, Sócrates pergunta se está a ser gravado. É  uma falta de respeito, é a minha opinião.

Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Jamais

No dia 27 de Setembro, vai haver uma corrida às urnas. Vamos todos correr com José Sócrates? 

 

Este blog é um dos muitos que pretendem mostrar uma prespectiva da realidade do país após quatro anos e meio de governo socialista. A lista dos seus autores é extensa em dimensão e qualidade. Muitos dos seus textos são ilustrados por estatísticas oficias, como esta que aqui coloco.

 

Para ler e pensar.

 

Dívida Externa em percentagem do PIB

publicado por Paulo Sousa às 20:18
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Ler os Outros

O episódio de ontem, fim do jornal de 6ª da TVI, teve ao longo do dia de ontem várias reacções, interpretações e demais complicações. Paulo Querido no seu "certamente" chega a algumas conclusões objectivas e subjectivas que penso valer a pena ler. AQUI!

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Afinal quem é liberal e conservador?

Sócrates acusa Manuela Ferreira Leite de ser conservadora e que ele é que é moderno e progressista, mas afinal quem é liberal tendo como base estes exemplos:

 

Lei das uniões de facto: ser liberal é obrigar quem não quer casar a ter os mesmos direitos e deveres de quem é casado?

 

Lei do divórcio: fazer com que não haja responsabilização a quem denuncia um contrato é ser liberal ?

 

Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Ondas de calor!!

As estações meteorológicas estão a registar temperaturas elevadas dias seguidos, o que equivale a ondas de calor, ao que parece o "epicentro" está localizado no palácio de Belém com réplicas no Largo do Rato.

Estas ondas de calor, focalizadas, só deverão desanuviar dia 27 de Setembro...

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A Revolução dos Cravos de Sangue

de Gerard de Villiers

Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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