Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Mais um flop do PS de Porto de Mós

Muitas conversas correram pelos bastidores apontando João Salgueiro como o próximo Governador Civil de Leiria, e logo depois como Secretário de Estado. Se houvesse uma Secretaria de Estado das Rotundas ele seria o escolhido. Ninguém duvida.

Havia gente entusiasmada perante essas hipóteses. Porto de de Mós finalmente ganharia algo com a ligação política ao Governo Central. Ainda todos nos lembramos que com o abandono do projecto do aeroporto na Ota todos os Municípios (laranjas) vizinhos receberam contrapartidas avultadas, tendo ficado Porto de Mós a ver navios... foi chato até porque João Salgueiro justificou a sua filiação no PS pela aposta do Governo PS nesse projecto!!

Salgueiro receando o ridiculo, terá declinado o convite para Governador Civil mas terá ainda apostado, em última esperança, que o próximo Governador Civil fosse um portomosense. É público que a concelhia do PS se empenhou fortemente nessa hipótese. Era um retorno merecido pela bandeirinha rosa que conseguiram manter no distrito laranja. Era a contrapartida, pouco substantiva é certo, mas algo que finalmente poderiam acenar a todo o concelho.

Mas durante o dia de hoje tudo se diluiu... e nada.

O anterior Governador Civil foi reconduzido no cargo. A relevância de Porto de Mós continua adiada.

Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Eleições Autárquicas – Porto de Mós #5

 

O Jornal de Campanha da candidatura de João Salgueiro, distribuído hoje, último dia de campanha, tal como há 4 anos, tem na segunda página 3 textos com os seguintes títulos:
 
 - PSD desconhece as necessidades do Concelho e aposta na maledicência.
 - Júlio Vieira compactua com entrega da Junta de Freguesia de S. João Baptista Empresa de Leasing.
 - João Salgueiro apresenta campanha limpa em contraste com a oposição.
 

Receio escrever aqui o que me apetece dizer sobre esta forma de fazer política.

estou: não quero dizer...
Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Eleições Autárquicas – Porto de Mós #3

 

Estamos a poucos dias das eleições autárquicas e animação nas ruas do Concelho é grande.
 
Sobre os meios utilizados nesta campanha, para além do tradicional Porta a Porta, infomails, jantares, porco no espeto, etc… há por parte da candidatura de João Salgueiro uma utilização de meios, nos tempos que correm OBSCENA.
 
A quantidade de cartazes, as caravanas de carros a buzinar continuamente, os jantares vendidos abaixo do preço de custo, etc… são um verdadeiro insulto, pelo menos para os mais carenciados, que devem olhar para este espectáculo de uma forma, que não consigo sequer imaginar.
 
Ontem estive com alguém que constituiu o grupo do “Porco no Espeto” ele do Juncal e mais dois que nem são do Concelho. Têm-se dedicado ao “Porco no Espeto”, já foram à Azoia, Golpilheira, Ribeira de Baixo, Juncal, Calvaria, etc… correram todos os partidos, o que lhe interessa é mesmo o Porco. Dizia-me ele ontem: “O Salgueiro já me cumprimentou 3 vezes em 3 locais diferentes, deve pensar que vou votar nele!”, “No Domingo foram 5 sandes à conta do PS”.
 

Todos nós devíamos de decidir em quem votar um mês antes das eleições. Talvez este exagero terminasse.

estou: Sem crise
Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Autárquicas em Porto de Mós

Através do nosso vizinho Pensar PM, tomei conhecimento do episódio aqui relatado, e também deste comunicado.

Sobre o episódio denunciado pelo PSD, temos de facto de lamentar situações como esta, que em nada ajudam a desejável pacificação da comunidade portomosense e que mostram o estado de nervos da candidatura do PS. O candidato Salgueiro, que se sabe vitimiza quando lhe vandalizam cartazes, deveria demarcar-se desta situação.

Os factos relatados no comunicado do PSD mostram o desvario e a irresponsabilidade que se vive nos Paços do Concelho, assim como o caminho que o concelho leva. É lamentável.

Ontem, numa das imensas obras que estão em curso no concelho, encontrei uma retro-escavadora com um autocolante que a identificava como pertencendo a uma empresa do distrito de Lisboa, o que me levou a pensar que por aqui perto não existem máquinas disponíveis para tanta obra eleitoral.

Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Balanço do Mandato do Executivo do Sr Salgueiro

«Traição

Mentira

Euforia

Deslumbramento pelo poder

Caça as bruxas

Arrogância

Dívidas longo prazo

Prepotência

Murros na mesa

Dívidas longo prazo

Ossadas profanadas

Taxa ilegal da agua

Actas rasuradas

Aumento de impostos

Dívidas longo prazo

Aec's

Dívidas longo prazo

Tourada

Passaram 4 anos»

 

Esta foi a minha intervenção na última Assembleia Municipal. Lá não li o título.

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Erário público parece tábua de tiro ao alvo II

«O desenvolvimento de um determinado território está cada vez mais relacionado com a qualidade da formação e da educação que é dada à sua população. A escola, sendo um espaço privilegiado para a formação e acção educativa e estando o sistema de ensino a sofrer umas das maiores reformas das últimas décadas, é urgente repensar as suas práticas e os seus fundamentos. Nesse sentido a “Carta Educativa” aparece como uma ferramenta importantíssima no processo de reflexão sobre a reorganização da rede escolar no concelho de Porto de Mós.»

 

É nestes termos que começa a Carta Educativa do Município de Porto de Mós.

Já escrevi sobre este assunto em Setembro do ano passado. Transcrevo dois parágrafos do que então escrevi.

 

«Na página 105, pode observar-se que o nº de alunos da EB1 da Cumeira de Cima diminuiu para metade em 4 anos anos mas segundo o documento “o encerramento desta escola não deve ser equacionado para já”. Assim na página 155 recomenda-se a construção de uma sala polivalente no valor de 50.000€ para o ano de 2009. Estranho é que em rodapé se diga: “A EB1 de Cumeira de Cima ainda não é uma escola de lugar único mas, perspectiva-se que o será a curto prazo; nesse caso, os alunos serão também integrados no Pólo Escolar de Juncal”. Sabemos que o ano de 2009 é um ano especial e se 50.000€ servirem para ganhar uns votitos até são bem gastos. Sabemos também que apesar do jeito do Sr. Presidente em acompanhar as obras de fio de prumo na mão, os 50.000 € talvez cheguem para dar a entrada para a dita sala.»

 

A sala foi inaugurada ontem e segundo o que se falou, foram gastos cerca de 250.000€.

 

Claro que se o Executivo for confrontado com esta questão, dirá que eu não quero investimento na minha Freguesia, que nunca aceitei a vitória deles, etc, etc... mas acontece que além de residente na Freguesia do Juncal, e naturalmente gosto de a ver progredir, também sou contribuinte. Se a Carta Educativa proposta pelo Executivo à AM é um documento válido esta obra não faz sentido e eu preferia de longe que com esse valor fosse criada uma zona de lazer em frente à escola primária num terreno que já pertence à Câmara Municipal. Seria possível com bem menos de 250.000€, mas para isso teriam de aceitar as sugestões que foram feitas no início do processo e isso,... isso  é que é que nem pensar!!

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Ainda sobre a não-Tourada

Com uns dias de atraso, aqui vai a notícia do Jornal de Leiria sobre a não-Tourada do São Pedro

clique para ampliar

Domingo, 5 de Julho de 2009

2 dúvidas 2

 

 

Olhando para este prospecto surgiram-me duas dúvidas.

 

- Quem constitui a Comissão de Festas de S. Pedro 2009?

Há algum envolvimento da Câmara ou do Fundo Social nesta Comissão?

 

- Quem irá suportar os prejuízos resultantes do cancelamento da corrida?

Será a Comissão, o empresário, a Câmara ou o Fundo Social?

 

Numa coisa estamos certos: Ninguém será responsabilizado pessoalmente por este azar!

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Dá licença São Pedro?

As Festas de São Pedro estão a correr bem.

Já foram abençoadas por São Pedro com uma chuvinha, mas de resto tudo está pelo melhor.

De resto... quer dizer.

Parece que a corrida de touros não correu nada bem, ou melhor não chegou mesmo a correr.

Por não cumprir um qualquer requisito legal, o Director da corrida disse ao megafone que 'por culpa da Câmara...'.

Claro que o Sr. Salgueiro, aficcionado da festa brava, que não teme um par de cornos (os mais famosos cornos são neste momento os de Manuel Pinho) não deixou que a sua imagem de grande organizador de eventos fosse beliscada, e sacou do microfone e começou a justificar-se.

Dizem algumas más línguas que o nome de José Ferreira chegou a ser referido.

Felizmente a polícia estava presente no recinto e, à excepção da difícil devolução do dinheiro dos bilhetes, tudo acabou por se acalmar.

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

A CARTA ao director

A edição de O Portomosense de 25 de Junho de 2009 tem outro ponto de interesse, que respeira À CARTA AO DIRECTOR.

clique para ampliar

 

Para mim, e durante a governação Salgueiro do nosso concelho, esta será a mãe de todas as cartas ao director.

Pode dizer-se que o diagnóstico é uma arte. Não fosse a Drª Clarisse uma entendida nas ciências médicas.

Termino dizendo que de tão acertada que está a Drª Clarisse, que para João Salgueiro esta carta não terá assim tanta importancia, pois ele sabe lidar como ninguém com o facto de ser desmacarado. A saída para situações como esta é criar uma mentira ainda maior.

Ainda assim espero que esta carta seja lida e relida pelos portomosenses.

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

O tabu encenado de Salgueiro - o fim de um não-assunto

 

Como aqui escrevi em Janeiro passado, Salgueiro irá ser o candidato do PS à Câmara de Porto de Mós. 

 

 

Como disse na altura, o tabu que Salgueiro tentou encenar, livrou-o de ter de responder a algumas perguntas que seriam pertinentes. Basta ver que 70% desta notícia é ocupada pelo mesmo tabu, conseguindo ainda que fique uma réstea de dúvida e que alimentará ainda mais outra entrevista. Arrisco-me a dizer que será lá pelo final de Junho.

Salgueiro consegue assim em três entrevistas seguidas, distribuidas ao longo de seis meses, ser assunto na imprensa regional evitando responder a questões sobre o seu desempenho.

 

Há ainda um outro elemento nas suas declarações que merece ser comentado.

Salgueiro diz que a ÚNICA condição que impôs ao PS foi manter o seu número dois, Albino Januário. Esta frase é interessante e merece uma análise cuidada. Podemos daqui tirar várias ilações.

 

1 - O PS não gosta de Albino Januário. Se gostasse, a questão nunca seria colocada nesses termos.

 

2 - Salgueiro sabe como lidar com o seu director financeiro. Já o testou e tem como certo que, mesmo quando o desautoriza, mesmo quando decide sozinho e inventa prioridades não orçamentadas, mesmo quando lhe troca as voltas às contas, Januário acaba sempre por digerir a afronta. Deus sabe quantas caixas de anti-ácidos terá consumido nestes quase quatro anos!! Para o poder ter na mão, Salgueiro sabe bem que esta é a hora de lhe agradar e de facto, faz sentido simular que Januário é importante na sua lista.

Além disso, Salgueiro está a par dos rumores que associam Januário a uma possível lista concorrente. Nesse cenário, qualquer justificação que o actual Vice Presidente apresentasse para a sua candidatura fora do PS, nem que não fosse cabeça de lista, seria muito prejudicial para a candidatura do PS. Fazendo-o sentir-se importante têm-o sob controlo durante o processo eleitoral.

 

3 - Se a única exigência que Salgueiro faz em termos de listas respeita a Abino, fica claro que os restantes elementos da lista são prescindíveis. Sobre o quinto e sexto da sua lista de 2005 não há surpresa. Talvez também não haja sobre o quarto (Jorge Cardoso), mas sobre o terceiro (Rui Neves) acaba por ser uma revelação interessante. Será que Salgueiro irá deixar cair Rui Neves? Seria interessante. Salgueiro com o tão bom relacionamento que tem com o PS distrital, conseguirá colocar Neves numa qualquer prateleira partidária e assim conseguir um útil bode expiatório para todos os tristes episódios que se têm passado no pelouro da educação. Faz sentido.

 

4 – Considerando que a Lei da paridade obriga a um elemento do sexo feminino nos três primeiros lugares da lista, e que Jorge Cardoso (mirense) não continuará, Ana Paula Noivo é uma possibilidade. Albino Januário será importante na lista ao ponto de ser ouvido na escolha do terceiro lugar? Ou isso será resolvido como se de uma obra não orçamentada se tratasse? Não terão os anti-ácidos em excesso efeitos secundários?

 

 

Ficamos a aguardar pela terceira entrevista sobre o mesmo não-assunto e também por mais desenvolvimentos sobre isto.

 

Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

CASA VELÓRIO - O ÚLTIMO DEVANEIO

Afinal a CASA VELÓRIO DE PORTO DE MÓS vai ter nova localização, aprovada na última Reunião de Câmara SEM votos contra.

Será construida na Praça Arménio Marques!

Exactamente a Praça onde recentemente foram gastos algumas centenas de milhares de euros em obras de requalificação apoiadas no âmbito do Urbcom e com o objectivo de animar aquela zona de comércio tradicional (Depois da inauguração já ali decorreram diversas iniciativas).

A Casa Mortuária será construida nesta Praça junto ao Mercado Municipal e de frente para o Cine Teatro de Porto de Mós.

 

LOCALIZAÇÃO MAGNIFICA!!

É PIOR A EMENDA QUE O SONETO!

 

Depois de tantas "certezas", tantas decisões "dificeis"...

Passados mais de dois anos a utilizar uma Casa Velório miserávelmente provisória;

depois do compromisso do Presidente que uma nova Casa Velório iria dar lugar à anterior com a maior brevidade...

depois de, perante a Comunicação Social ter dado o assunto da sua localização por encerrado...

eis que caiu a máscara a Salgueiro e a todos os que o acompanham.

Esta é mais uma decisão sem sentido, tomada às escondidas, por politicos sem palavra!

E os Portomosenses, conformados lá vão encolhendo os ombros, havendo alguns mais informados satisfeitos porque dizem que o projecto até é bonito...

Pronto e assim se decide mais uma vez em cima do joelho o futuro da vila de Porto de Mós. Esta é uma obra que pela sua natureza irá condicionar qualquer opção de utilização futura do actual Mercado Municipal, irá continuar a colidir com a actividade deste espaço e agora também com a hipotética animação das Avenidas de santo antónio e sá carneiro, há algum tempo eleitas pela Câmara, como as mais importantes da vila para revitalização e dinamização do comércio tradicional.

A tudo isto Salgueiro chama estratégia, planeamento, cumprir com a palavra e honrar um compromisso com os Portomosenses.

A tudo isto eu chamo ENGANAR os Portomosenses.

 

Há cerca de um ano estes Senhores andaram a entreter-nos com reuniões em que participaram Presidentes de Junta, Comissões da Igreja, etc. tudo isto devido à necessidade de ser tomada a decisão sobre a localização da Casa Velório de Porto de Mós.

PARA QUÊ?

Apenas para dizerem como disseram na Assembleia Municipal que estavam a promover o DIÁLOGO para ouvir a opinião dos representantes do Povo?

De que serviu?

Algùém sugeriu o local agora escolhido?

Esta localização foi debatida na Assembleia Municipal?

Os comerciantes foram consultados?

A "festa" diária dos alunos da Escola Secundária à espera dos autocarros vai para outro local?

 

Como se não bastasse Salgueiro fez juras à comunicação social que

"...depois de ponderadas várias opções, decidiram pelo morro de Santo António...

...Salgueiro declarou que o que o seu dever é decidir e que, para si, este era um assunto encerrado"

regiao de leiria

 

E ainda aqui  e aqui

 

E para o Jornal "O Portomosense" em Junho de 2008 este assunto estava também encerrado;

A "novela" da casa velório

"Em Abril águas mil". O ditado bem pode aplicar-se à escolha da localização da nova casa velório de Porto de Mós. Foi preciso "correr muita água", vários avanços e recuos para se chegar à confirmação da escolha do Morro de Santo António, em Junho.
Jornal o Portomosense

 

Como já referi no vilaforte, pela sua natureza e necessidade de recato a Casa Velório deverá ser construida numa zona apropriada e nunca, mas nunca poderá ser um implante numa zona com caracteristicas antagónicas.

Afinal esta é uma obra que se pretende para várias décadas, por isso deverá ser construida nessa perspectiva e não, como está a acontecer, num local onde apenas a inexistência de custos com o terreno será argumento para esta tomada de decisão.

 

Provavelmente agora Salgueiro vai dizer que nunca disse o que disse à Comunicação Social, provavelmente Salgueiro e seus comparsas vão fazer juras que esta é a ultima oportunidade para Porto de Mós ter uma casa velório;

porque não há outro sitio, porque o projecto que custou uns milhares de euros não cabe no morro de Santo António, ou outra conversa fiada qualquer... e os Portomosenses, "anestesiados" de tanta lenga lenga lá se vão conformando à espera que isto passe.

 Até quando?

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Pergunta do dia

Será que vamos ter um Salgueiro 2009?

Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Sobre a entrevista ao Região de Leiria

Há algumas questões que se podem levantar após ler esta entrevista.

Sobre a primeira resposta - Mais uma vez Salgueiro reage à oposição dizendo que se o incomodam é porque não aceitam a sua vitória. A ideia já está rota de tanto uso e fica-lhe mal, pois pressupõe que esperava que a actual oposição fizesse o mesmo que o PS faz no passado, isto é propunha votos de louvor ao Executivo. Espero que um dia consigam atingir o próximo nível de cultura democrática.

 

Sobre a segunda resposta – Existe algo de inédito nesta resposta!! João Salgueiro reconhece que cometeu erros. Nunca até hoje isto tinha acontecido. Gostava que tivesse concretizado a(s) situaçõ(es) a que se refere.

 

Sobre a terceira resposta – O medo

O medo que existe no concelho ultrapassa a relação entre a Câmara e as Juntas de Freguesia. Mas por sugestão do Sr. Presidente falemos sobre as Juntas. Falo do que conheço. Em Novembro de 2007 a Junta do Juncal depois de ter tomado conhecimento da saída do seu Centro de Saúde do PIDDAC enviou uma carta à Câmara via fax a pedir ‘a melhor atenção’ sobre o assunto. Passada uma semana e não tendo tido qualquer resposta a mesma foi publicada em publicidade paga (100€) no Portomosense, sobre a forma de carta aberta. Em resposta, o Executivo marcou uma conferência de imprensa no Juncal onde, além de outras promessas que passados 14 meses ainda estão por cumprir, classificou esta carta como “uma facada nas costas” e acrescentou que “não aceitamos que esta situação se venha a repetir!” (ver última página do Portomesense do dia 29/Nov/2007edição 599). Atenção que a Junta não pede dinheiro para obras, nem máquinas para arranjo de caminhos (os camiões desviados, outro episódio) representa apenas os interesses da população da Freguesia. Esta intolerância é a imagem de marca deste executivo que tenta intimidar quem não o aplaude.

Muitos outros episódios ocorreram que os leitores se poderão lembrar. Muitos deles passados com os colaboradores da Câmara, com as colectividades, com a imprensa, com os deputados municipais e até com a população. Todos sabemos do que falo. Não adianta negar uma evidência.

 

Sobre a quarta e quinta resposta – O tabu

Salgueiro tenta fazer o que bem sabe e que é criar uma intriga, lançar um não assunto. É claro que será candidato!

Com estes ‘fait-divers’ João Salgueiro terá assunto para várias entrevistas evitando mostrar assim a confusão que faz entre táctica e estratégia. Podia antes falar do Multiusos ou das contrapartidas que o concelho teve pelo abandono do projecto da OTA (que até o fez mudar de partido) ou da definitiva localização da Casa Velório de Porto de Mós ou ainda do nulo aproveitamento que o concelho está a ter do CIBA, sendo que neste caso seja importante referir os interesses eleitoralistas do Sr. Helder Paulino e o ascendente que tem sobre todo o Executivo. Assim alimentando o tabu, evitam-se as questões importantes. É caso para dizer “Salgueiro já trabalha”.

 

Sobre a sexta resposta – Desfaz de imediato o tabu

 

Sobre a sétima resposta – Quinze valores. Quinze são vinte menos cinco.

Confesso que fiquei surpreendido com este quinze. Sempre pensei que um Presidente que está na Câmara às 7h30 se avaliasse com vinte valores. Os cinco valores em falta foram-se pelo endividamento que herdou, até porque nem era vice-presidente da Câmara! Dá para intrepretar que não sendo isso teria vinte. Pessoalmente e olhando apenas para as dívidas de longo prazo que contraíu dava-lhe os mesmos cinco valores, mas para todo o mandato.

Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Caldeirada à Socialista!

Os temas davam 3 textos,mas resolvi colocar tudo num, porque penso que todos os 3 temas são bem demonstrativos do partido que nos (des)governa a nível Nacional e a nível Local:

 

1- No Institudo de Emprego e Formação Profissional os Candidatos a técnicos administrativos do estado têm de estudar um texto de Sócrates sobre as novas oportunidades...

Será que em Porto de Mós obrigam os candidatos a ler as respostas do Sr. Presidente,no "OPortomosense", à oposição?...

 

2- Armando Vara depois de já estar no BCP, foi promovido na CGD, por causa das reformas... Pegando no bom exemplo do Sr. Presidente Salgueiro, a que Instituição dará Armando Vara este acréscimo de Reforma no Futuro? Toda a gente sabe que isto é sempre feito a pensar nos outros...

 

3-Por último e mais grave, a meu ver, é a situação por que passam os professores das AEC´s em Porto de Mós. Ao contrário do que foi prometido no inicio do ano lectivo, há professores com remuneração em atraso desde Novembro.Esta informação foi-nos fornecida por alguém a quem damos a maior credibilidade e, que nos disse que há professores que já passam dificuldades não sabendo o que fazer à vida.

Para além da trapalhada toda no inicio do ano lectivo AQUI relatada,acresce este problema das remunerações.O que tem a dizer o Verador Rui Neves sobre este assunto? Não vai enveredar pela solução da avestruz pois não?

publicado por Pedro Oliveira às 11:45

editado por Paulo Sousa em 02/04/2009 às 08:44
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

E em Porto de Mós como é?

Quem viu o debate de Sócrates na SIC, tem na memória a única vez que visivelmente o PM "tremeu" e que "chutou para canto" com um :"irresponsável seria não fazer obras" (sic)

 

Este episódio ocorreu quando através de um gráfico com duas linhas,retirado do OE,  se via que em 2008 o governo previa pagar as parcerias públicas-privadas das Obras públicas até 2038,mas o pico desse pagamento seria em 2010; já em 2009 o pagamento previsto já não será em 2038, e o pico foi "deslocado" para 2018.Esta táctica, como bem se pode ver, é de quem vier a seguir que desligue o interruptor.

 

 

Para os Socialistas a estratégia é simples, gastar e agradar a quem vota, pagar só quando os que ainda não votam forem votar, e como já são outros, siga a Banda.

 

 E em Porto de Mós,qual é a táctica de Salgueiro em relação aos empréstimos efectuados?

 

Fonte:corta-fitas

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Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

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Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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