Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Desculpa André! - #1

 

Ontem, 35 anos e 2 dias depois do 25 de Abril, fui objecto de um julgamento Político, na sala de aulas do meu filho mais novo, que tem 7 anos e anda(va) na Escola Primária do Juncal. Logo agora que eu estava de saída da política, querem atrasá-la.
 
Primeiro vamos aos factos, a semana passada fomos convocados para uma reunião na segunda-feira. A minha esposa é(era) Presidente da Associação de Pais da Escola para além de membro da Assembleia Municipal de Porto de Mós, eleita pelo Partido Socialista, foi a 2ª da lista, logo a seguir ao Fernando Amado. Nunca houve entre nós, um problema pelo facto de sermos membros da Assembleia Municipal de Porto de Mós, por partidos diferentes.
 
Apesar desta proximidade e apesar de ter questionado o Vereador da Educação, na sexta-feira passada, do conteúdo da reunião, apesar da proximidade com a Directora da Escola Primária, nem eu nem a minha mulher sabia do assunto da reunião.
 
Na reunião, estavam presentes na mesa, 1 professor das AEC, 1 professora representante do Agrupamento, a Professora da turma do meu filho, a Directora da Escola, o Vereador da Educação e imaginem 2 Policias.
 
O assunto gravíssimo, que motivou esta reunião, foi o facto de 3 crianças, numa aula de Música das AEC, terem despido as camisolas e corrido à volta de uma menina.
 
Por este facto gravíssimo, segundo a Directora da Escola, a primeira atitude foi escrever um Relatório para a Policia de Escola, que os aconselhou a não escrever o dito relatório, pois implicava investigação, ministério público e tribunais, com os pais das crianças.
 
As 3 crianças, eram o A, o B e o André (meu filho), como reacção à tristeza de ver o seu filho na lista, uma mãe sorriu nervosamente. Ao que a toda poderosa directora da Escola, em cima de toda a sua autoridade, que não impõe em nenhuma situação, repreendeu a mãe:
- Não se esteja a rir que o assunto é muito sério!
Dois minutos depois a mãe da criança, com problemas de saúde, caiu na sala sem sentidos. A reacção da directora da Escola foi sorrir, acredito, que também nervosa, mas não resisti:
 - A senhora está-se a rir de quê?

 

(continua)

estou: na Idade Média
publicado por Luis Malho às 00:50
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73 comentários:
De Irene Pereira a 29 de Abril de 2009 às 07:05
Continua lá a história... O princípio dela é horrível...
De Pedro Oliveira a 29 de Abril de 2009 às 08:22
Bom dia,
Este assunto,que conheço por inteiro e as outras histórias que possivelmente vais relatar, é demasiadamente sério e mostra, entre outras razões,demasiadas, o motivo do meu "petit"texto do boomerang de ontem.
Se fosse no nosso tempo, os nossos pais e professores diriam que "o carapau já tem catarro",hoje com as modernices todas chama-se a escola segura e o Vereador da Câmara,tá certo.Realmente o problema está nas crianças bricarem umas com as outras, no nosso tempo brincávamos aos pais e ás mães e aos enfermeiros, o que acontecerá se as crianças tiverem estas brincadeiras hoje em dia? Serão obrigadas a ir para o colégio militar,antes que se tornem potenciais pedofilos e violadores?
Também eu como Pai peço desculpa ao André, estes adultos são/somos uns atrasados mentais,literalmente.
Boa sorte e que te deixem brincar é o meu desejo.Hoje começa para ti uma nova etapa que sejas feliz.
De Paulo Sousa a 29 de Abril de 2009 às 08:51
Se compararmos este facto 'gravissimo' com o que aconteceu há pouco mais de um mês na mesma escola primária, em que um aluno obrigou outro a beber a sua própria urina, sem que nenhuma consequência 'policial' tivesse ocorrido, dá para ver que o problema do André quando corre sem camisola na escola... é a sua ascendência.
A alegria dos fracos, dos tristes e dos incapazes ocorre quando conseguem incomodar quem não gostam, nem que para isso tenham de se recorrer dos recusros do sistema de ensino, que neste caso são usados para utros fins diferentes de ensinar.
De Anómico a 29 de Abril de 2009 às 09:39
E se o vereador ingressasse nos alcoólicos anónimos, que as bebedeiras quase diarias são pouco anonimas e na companhia de jovens? que exemplo dá o presidente da comissão da proitecção de crianças e jovens em risco qdo se embebeda até cair na companhia dos mesmos?
De Ana Narciso a 29 de Abril de 2009 às 10:09
Tenho aqui criticado politicamnete o meu ex-colega e Vereador deste executivo autárquico, Rui Neves.. E vou continuar. A ser verdade o que aqui está escrito , tenho muita pena que se tenha perdido desta maneira. Nas festas que fazimos , raramente o via beber alcool. A ser verdade só tenho um conselho: a Câmara é um hiato na vida de um cidadão, e avida continuará para além dela. Assim vai ser mais difícil.
De ss-rabugenta a 29 de Abril de 2009 às 09:57
Perante a situação descrita apenas me ocorre uma ideia... será que estas pessoas não tem forma de ocupar o cérebro sem ser com estas situações.... há não muitos anos estávamos nós horas a jogar aos pais e ás mães e aos médicos e enfermeiros ...e sabemos bem o que se passava..e agora por uns miudos fazerem uma brincadeira tão simples é necessário chamar as forças policiais??? Meus senhores nem 8 nem 80, não é necessário chegar a estes extremos... pensem sim no bem dos miudos e não os envolvam nas "guerras" dos crescidos...

Não será mais preocupante o facto de muitos miudos às 9h da manhã chegarem embriagados à escola...não seria mais útil colocar as forças policiais a fiscalizarem os estabelecimentos comercias que vendem bebidas alcoólicas a miudos com menos de 16 anos... meus senhores pensem nisto...

e já agora se não tiverem com que ocupar o tempo arranje-se lá para os mues lados umas limpezas para fazer....

ss
De Ana Narciso a 29 de Abril de 2009 às 10:03
Estou a caminho da escola. Uma escola onde trabalho há muitos anos, onde tem havido alguns problemas que tentamos solucionar a bem de todos. Nunca me lembro de um caso assim , com estes contornos e com crianças com 7 anos de idade! Nunca mesmo.
A democracia está suspensa em Porto de Mós.
De Anómico a 29 de Abril de 2009 às 17:05
Professora Ana
Concerteza que sempre ouviu dizer que há sempre duas versões do acontecimento; e muitas vezes nenhuma é verdadeira...
Por acaso a senhora já se inteirou do sucedido com a outra parte em questão que aqui é caluniada pelo sr. Malhó?
Como professora que é acha-se capaz de "encenar" tudo isto que aqui foi referido só por 3 crianças terem tirado as camisolas e andarem a correr atrás de uma menina?
Ou será que o seu julgamento se baseia em partidarismo político?!
Não aceito que refira "a democracia está suspensa em Porto de Mós". Se assim fosse, ou seja no tempo da ditadura nada disto acontecia (e não sou saudosista).
Aconselho-a a conhecer todo o historial e a julgar depois!
Democracia também é responsabilidade!
De Ana Narciso a 29 de Abril de 2009 às 17:15
É verdade, tem toda a razão... mas fico a indagar sozinha , uma vez que suponho , pelo seu post que conhece outra versão" das coisas" e não dá nem o seu nome , nem um endereço, nem nada. Assim não vamos lá.
De Luis Malho a 29 de Abril de 2009 às 18:51
Caro anónimo,

Esteja atento a toda a história e tire as suas conclusões no fim.
Claro que tem sempre o direito de me chamar mentiroso.
De Outro Anónimo a 29 de Abril de 2009 às 19:25
Caro Luís,

Uma das coisas que se ensinam às crianças de tenra idade é que a verdade deve prevalecer em qualquer circunstância, ou situação. Assim, ainda que não estejamos presentes, se ouvirmos a versão de uma história ou de um acontecimento, não teremos qualquer tipo de necessidade de duvidar das palavras de quem o partilha.
Quando leio este texto, duvido, de certa forma do que nele é dito.
Primeiro porque nem o Sr. nem ninguém assistiu às situações, algumas delas com certeza inadmissíveis, que se passaram dentro das quatro paredes de que tanto falam nos comentários que li, a não ser, os próprios professores ou auxiliares. Segundo, porque, tanto quanto sei, uma vez que estive presente, nessa reunião, ou devo dizer “Julgamento Político”, não foi só abordado esse episodio em que essas três crianças despiram “as camisolas e corrido à volta de uma menina”. Falou-se de um mau comportamento constante que se tem vindo a agravar e a exceder limites que se considerem razoáveis, tendo em conta que se tratam de crianças de sete anos.
Até porque se essa fosse a maior acusação nesse “Julgamento Político” feita ao seu filho, não seria caso, com certeza, para o Sr. o mudar de escola de livre vontade.
Sugiro que releia o texto que escreveu para que não induza os comentadores do mesmo em erro. Afinal, é uma forma muito simplista de ver as coisas, colocando o seu filho no papel de vítima.
De Irene Pereira a 29 de Abril de 2009 às 19:35
Só quero acrescentar aqui uma coisa... Dou aulas há 20 anos, interrompidos pelos 4 anos que estive na câmara.
Ao longo destes anos passaram por mim muitas turmas, muitos alunos, passei por várias escolas. Assisti a problemas disciplinares de maior ou menor gravidade.
Há turmas dificeis que requerem dos professores, dos pais e dos auxiliares muito mais empenho. Há professores excelentes em termos pedagógicos mas que têm muita dificuldade em se impôr, em fazer cumprir regras e depois as aulas são uma rebaldaria.
A turma das crianças em causa pode ser dificil, há tantas!!!! Agora senhor anónimo parece-lhe que se justifica chamar a polícia??????????? Nunca vi coisa igual! A poliícia por onde tenho passado chama-se para coisas graves, roubos, agressões, etc...
E neste caso a polícia até parece que teve algum bom senso porque a senhora professora valha-lhe Deus...Se tivesse algumas turmas de rapaziada que já me passaram pelas aulas só de cor po de intervenção!!!!!!!!
Hja bom senso, pelo amor de Deus!
De Outro Anónimo a 29 de Abril de 2009 às 21:34
Lá está. É aí que quero chegar quando falo em veracidade completa e não meias palavras. Polícia será sempre um termo demasiadamente forte em comparação com "Escola Segura".
Porque foi a Escola Segura que foi chamada.
E não considero isso um exagero. Muito pelo contrário. Pareceu-me bastante correcto e uma atitude de bom senso.
De Telma Sousa a 29 de Abril de 2009 às 23:53
Caro Otalivio Anastácio ou (sabe não me soou bem dizer Caro Outro Anónimo),

Pode dizer-me qual foi a acção pedagógica da Escola Segura (como diz e muito bem)? Quais foram as soluções e estratégias encontradas pelos professores, pais e Agentes da Escola Segura que saíram dessa reunião para que o mau comportamento das crianças diminua? Foi isso que discutiram na reunião?
Pelos vistos sabe bem que a função da Escola Segura é " Neste âmbito, o Programa Escola Segura contribui para criar as condições de segurança que as crianças merecem – no caminho para a escola, nos seu interior, nas suas imediações, onde quer que se encontrem. Para que se sintam apoiadas e protegidas. Todas as crianças têm direito de crescer em segurança, num clima de tranquilidade, sem medos nem receios.".
Por isso, responda-me é isto que se põe em prática quando se chantageiam os alunos, se usam ameaças, ou quando se usa o estalo como meio de "restabelecer a ordem"?

Repare, não estou em momento algum a legitimar a indisciplina e falta de educação! Pelo contrário! Mas eles são crianças por isso precisam que sejam os adultos a encontrar soluções de compromisso de todas as partes para que possam crescer melhor, mais felizes e futuros adultos responsáveis e educados. Ah e que não tenham receio de dar a cara pelas suas verdades, ainda que possam não ser verdades absolutas e inquestionáveis.

De Irene Pereira a 30 de Abril de 2009 às 01:11
A Escola Segura é a GNR ou PSP e costumam andar fardadas... Mas que medo de laguns nomes...
De Anómico a 29 de Abril de 2009 às 22:28
Já ouviu falar de Escola Segura? Consegue enumerar algumas das suas muitas funções?
É que essa coisa de se dizer que estiveram 2 polícias na reunião sempre dá mais impacto mas, de facto só serve para os ignorantes ou para aqueles que querem fazer dos outros parvos.
Mais uma vez o partido político fala mais alto do que a voz da razão.
A Srª que já foi vereadora da Educação e se é uma professora responsável, deveria ser a primeira a isentar-se de opinião enquanto não apurasse da veracidade dos factos.
Porque não fala com outras pessoas que estiveram na referida reunião?
Eu estive lá e fiquei deveras espantado quando li as palavras do pai do André que começou logo por aqui referir que foi "objecto de um julgamento político". Parece que o Sr. sofre da fobia da perseguição política. Isso é de quem tem o Ego muito elevado!
Mas quem é que lhe reconhece competências políticas para estar preocupado em derrubá-lo?
Por aquilo que tenho lido no Portomosense relativamente às Assembleias de Câmara, já tinha dado conta que o Sr. tem tido muitas dificuldades em dirigi-la; mas agora mais do que nunca percebo de que tipo de pessoa se trata.
E a senhora Irene não fale sem saber, porque já todos sabemos que a mentira é uma arma de alguns políticos.
De Pedro Oliveira a 29 de Abril de 2009 às 22:41
Peço,humildemente desculpa mais uma vez ,mas se em vez de estar tão incomodada com as palvras aqui descritas pelo Luís, se está tão atenta ao desempenho do Luís como Presidente da Am e faz juízos de valor sobre isso, porque é que tem problemas em assumir a sua identificação e dizer-nos claramente:
1- o que motivou aquela reunião com todos os pais da turma
2- porque foi convovado o Sr. Vereador
3- leia bem o pormenor, porque foi convocada a escola segura
4- É ou não verdade que foi reconhecido que aqueles 3 menisno se portam muito bem nas aulas menos nas AEc's
tenho mais dúvidas,mas por agora estes esclarecimentos já me chegavam.até porque amanhã também é dia....

Isso sim era porreiro,pá,permita.me a expressão, o resto desculpe ,mas só está a contribuir para o aumento de notoriedade deste blog,confundir as pessoas e confesse lá, não é bem o seu objectivo pis não?
Obrigado e peço desculpa se fui um pouco ousado de mais nas minhas palavras.

mas também comprrendo que queira esperar por mais amnahã e que chegue por hoje
De Irene Pereira a 29 de Abril de 2009 às 10:15
Sou professora e sou mãe. Lido em casa e fora com as tropelias de crianças e jovens.
Li este texto hoje de manhã e não queria acreditar... Fiz umas indagações, perguntei se as tais crianças sem camisa tinham molestado sexualmente ou doutra forma a colega. Parece que não.
Porquê este circo? Porque se lincham assim estas crianças? Mesmo que tivessem praticado actos graves esta, não era de certeza, a melhor maneira de tratar o assunto.
É inacreditável...

De Anómico a 29 de Abril de 2009 às 17:07
O comentário dirigido à Ana Narciso também se aplica a si (e a todos os outros)
Compreende-se;a política em destas coisas.
De Pedro Oliveira a 29 de Abril de 2009 às 17:15
Pois meu Caro(a),
infelizmente foi como o Luís diz, de cara destapada, sem medo do contraditório,não nos importamos com opiniões anónimas,mas registamos a sua coragem ao não assinar com o seu nome.Não o queria fazer, até porque já falei com ele ao telefone hoje, mas peço ao Luís Costa,Presidente da ADP que nos diga o que sabe sobre este assunto e a opinião do coordenador de música das Aec's sobre o mesmo.
Atirar areia para os olhos dos outros não é, definitivamente, um acto de boa educação.
De Irene Pereira a 29 de Abril de 2009 às 18:11
Caro anónimo... Aplique o seu comentário a quem quiser, agora a mim não aplica, tenho a certeza... Ora leia bem...
De Isabel a 29 de Abril de 2009 às 12:07
Com atitudes destas os professores não vão conseguir conquistar quer o respeito dos pais, e mais grave, o respeito dos alunos.
Penso que aqui se estão a confundir muitas coisas. E as pessoas não estão a saber distinguir qual é o seu verdadeiro papel.
Eu também sou mãe de um filho de 7 anos. É muito curioso o que se passa nestas aulas das AEC , quase sempre os problemas são durante estas aulas. Dá que pensar! Será esta a melhor solução? Parece que não.
Perante esta situação, o que faria um pai que soube que o seu filho se urinou todo porque a professora de educação física não o deixou ir à casa de banho enquanto decorria a aula.

De Armindo Vieira a 29 de Abril de 2009 às 12:45
Meus caros.
Espero que não me chamem retrógado, mas penso que as AEC's trazem muito pouco de bom.
Primeiro, porque obrigam as crianças a estarem muito mais tempo na escola, sentadas ou não; segundo, porque lhes retiram tempo para brincarem e isso, faz-lhes imensa falta.
Algumas crianças muitas vezes, após o horário escolar têm as AEC's e ainda o ballet, natação, futebol e muitas outras actividades.
Quando brincam? Elas têm necessidade de brincar... e na escola não o podem fazer, porque precisam de aprender, que é para o que a escola serve. E também para complementar a educação.
Armindo Vieira
De Pedro Oliveira a 29 de Abril de 2009 às 13:48
Meu caro e amigo Armindo,
Não só não o chamo de retrógado, como lhe digo mais: DEIXEM BRINCAR AS NOSSAS CRIANÇAS!!
Nós os adultos somos uns bota de elástico,armados em inteligentes e só estamos a fazer mal aos nossos miúdos.Ainda bem que o André,no dia de hoje, é um miúdo feliz com novos amigos.
Infelizmente este relato do Luís,não fica por aqui , é chocante o que se passou e a forma como nós adultos com responsabilidade na formação de Homens lidamos com as nossa crianças,eu se me fosse permitido fazia queixa ao PGR dos professores em causa, dos policias e do Vereador, o que eles disseram aos Pais e miúdos é de leza pátria.
De Armindo Vieira a 29 de Abril de 2009 às 17:46
Caro Amigo Pedro Oliveira
O meu comentário é a minha opinião... Para além disso e, na sequência do mesmo, ouvi há cerca de um ano um professor universitário a defender que os alunos devem ter tempo para brincar.
Dizia que ele próprio, "com 5 anos, ia sózinho e a pé, da Rua de S. Francisco (para nos situarmos é próximo do maringá) para o Jardim Escola João de Deus que, como se sabe é ap fundo da av. marquês de pombal, e qd lá chegava ia transpirado... o que era muito bom...".
E dizia mais, que "nós antigamente brincávamos porque os nossos pais não tinham tempo para nós, hoje as crianças não brincam porque os pais não têm tempo para elas".
Armindo Vieira
De Armindo Vieira a 29 de Abril de 2009 às 17:47
Esaueci-me de referir que isto passava-se em leiria há pouco mais de 50 anos.
AV
De David Durão a 29 de Abril de 2009 às 13:39
E assim vai a nossa educação...
Para além de uma política de educação eficiente precisamos urgentemente de educação na política!

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