Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Ainda a Crise Financeira

A actual crise financeira, teve origem no crédito hipotecário americano, que permitiu a muitos americanos de baixo rendimento adquirir casa. O preço das casas, com a facilidade do crédito, aumentou muito, para valores especulativos que duraram 2 ou 3 anos. Depois, as casas desvalorizaram e os créditos hipotecários, de repente, passaram a ser muito superiores ao valor das casas. Como estes empréstimos estavam a ser financiados por bancos de investimento, fundos de pensões, etc… Quando os americanos de baixo rendimento deixaram de pagar,foi como que um castelo de cartas…

 

A explicação simplificada, mas que vale a pena ver aqui.

 

 

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publicado por Luis Malho às 23:52
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18 comentários:
De salvoconduto a 14 de Outubro de 2008 às 00:25
E os otários têm que arrostar com a situação.

De Pedro Oliveira a 14 de Outubro de 2008 às 12:20
´"não é estúpido emprestar dinheiro a quem não possas pagar?"
"não, estúpido seria ele,o preto desempregado, perguntar se a casa valia o preço a que eu queria que ele pagasse"

" então mas isso levou ao descalabro e agora o estado tem que pagar isso, não acha injusto?"

"Não, isso é o que se chama engenho de mercado"

(algumas frases que escrevi, de memória, do vídeo)

É um vídeo que representa bem o que se passou e infelizmente não tem graça nenhuma .
Vale mesmo a pena ver!
De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 14:43
Já fiz algumas referências aqui neste Bolg sobre o estado da Nação-EUA-Mundo com esta crise económica. Este estado de coisas tem muito de parecido com o antigo regime de empréstimos em Portugal em que se faziam com montantes elevados (Acima dos valores das casas) para depois se comprar Autos e Férias douradas, etc.. O Governo e muito bem,teve de colocar um travão neste tipo de situações.
Na actual conjuntura dos EUA em mercado de habituação é muito mais complexa.Foram as empresas que cordenaram o mercado que lançaram o caos em valorizar os seus activos para a Bolsa, retirando os Bónus de valores e inflacionar.
A Banca e a Seguradoras são negócio de crime organizado. Quando tudo corre bem tem Mlihares , Milhões de Euros-Dollares de lucros, pagam fortunas escandalosas aos seus patifes que os gerem como se faz com os grandes padrinhos da Mafia ganhando em crimes grande escala.
Quando o negócio não corre bem a banca grita pela ajuda do estado para salvar com os dinheiros dos impostos contribuintes.
Para compor o ramalhete, a Banca não é obrigada a pagar nas suas falências os depósitos aos seus clientes, mas estes (Clientes) ficam obrigados a pagar os seus empréstimos mesmo que a banca vá à falência, roubando aos seus clientes os depósitos e os impostos dos contribuintes.
O Negócio da banca não se encontra com nenhuma regra de mercado. Quando tudo corre bem sacam-lhes milhares de milhões de Euros-Dollares em lucros aos clientes. Quando corre mal, o Estado paga os prejuízos com o dinheiro que rouba aos contribuintes. Para cúmulo mesmo quando tudo corre mal os patifes corruptos que gerem a Banca continuam a sacar milhões de Euros por mês em salários e prémios pagos com o dinheiro que a Banca rouba aos contribuintes. Só o crime organizado tem regras semelhantes. Com uma agravante, no crime organizado puro e duro ainda há o perigo de algumas jogadas correrem mal e não haver lucro ou haver ajustes de contas. Na Banca nem isso.
O negócio da Banca e dos Seguros é uma patifaria corrupta. Quem o dirige são os padrinhos das várias Máfias. Isto ainda um dia vai acabar muito mal. Não é de excluir uma guerra civil.
Os gestores perderam a credibilidade. Durante decadas a fio inflacionaram os seus salários em loucuras. Os salários dos gestores são uma patifaria corrupta. É uma canalhada da gestão . Só quando eles forem desprezados pela generalidade dos cidadãos é que entrarão na linha.
Quanto a estes labregos da AIG e do Fortis deviam ser eliminadois de todas as funções. É óbvio que não passam de reles canalhas. De gatunos profissionais. São parte do Crime Organizado. Devem ser eliminados.

De Pedrosa a 14 de Outubro de 2008 às 15:40
Ainda dizem que o povo não sabe, não sei se viram na televisão à uns dias uma reportagem que fizeram penso que em Bragança, um o jornalista pergunta a um velho o que acha desta crise e se já tinha pensado em tirar o dinheiro do banco, o velho disse que não ia tirar o dinheiro do banco porque confiava no banco e nas pessoas que lá trabalhavam.
O velho ao dizer aquilo de forma simples, nem se apercebeu que estava a contribuir para dar confiança ao sistema e assim as coisas irem ao sitio.
O Rafael guarda as suas economias onde? É que pela forma que fala seria uma irresponsabilidade confiar o seu dinheiro a quem é ladrão descarado.
Sobre o vídeo, é um pouco longo,mas dá para perceber que o sistema não se auto-regulou e quando assim é os excessos acabam por aparecer e dar mau resultado.Basta olhar para o que se passa para o país classificado em 4º lugar na qualidade de vida(Islândia), não me parece fossem todos ladrões e corruptos.
De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 15:57
Caro Pedrosa, até parece mentira o que inumerei, né?!
O Meu Avô no seu tempo, apesar de saber como todos hoje ainda sabemos que o maior ladrão é o fogo, guardava as suas economias debaixo do colchão. Era aí o seu banco mais seguro e mais fiável.

De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 16:22
Resta-me acrescentar que muitos dos Postugueses nem sabem ou dizem que seja pela alma deles, quando retiram os banqueiros 15-euros por mês como uma taxa de manutenção de conta a quem tem menos de 1500-euros em saldo.
Estes Banqueiros nunca perdem nada deles, perderam o dinheiro dos (Outros) mas não perderam o apetite e os bons gostos.
Veja-se como se sustentam os novos donos do Alentejo, (Perigoso eram os Alentejanos nativos) como Ricardo Salgado (BES) António Mexia e Roquette.
Discordo que o dinheiro dos meus impostos sirva para salvar estas empresas onde os gestores/administradorem saquearam ao máximo e passeam-se impunemente com toda a descontracção do mundo. As nacionalizações irão servir para que daqui por uns aninhos (poucos) surjam novamente os predadores interessados nas privatizações para voltar a fazer nova sangria nos cofres.
E assim vai o Mundo...
De Pedrosa a 14 de Outubro de 2008 às 16:56
Pois e as suas economias, onde as guarda?
No colchão? ou cofia-as aos ladrões á espera que se rentabilizem? É que não percebi como faz, e até pode ser uma alternativa credivel e sábia para todos nós.Até para o velho de Bragança.

Sabe, eu sei que o Belmiro, expreme os fornecedores até ao tutano, recebe dos clientes a pronto e paga a 90,120,180 dias, mas o facto é que eu e os outros vamos lá ou não comemos. Veja lá que até os comunistas já despedem pessoas, esses canalhas.
Os blogues e as intenções é que são virtuais, o resto é tudo muito real.
De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 18:07
Realmente os Blogs e intenções é tudo virtual, porque o resto é tudo muito Real. É bem verdade. Só que existe quem conviva bem com o sitema e outros nem tanto. Denunciam-no.
Concordo em parte, que os governos injectem dinheiro no sistema financeiro para o salvarem (Para salvar a crise), mas a primeira coisa que deveriam fazer era obrigar à demissão dos gestores das empresas a quem era emprestado o dinheiro,fazer uma sindicancia às suas contas e património e caso se provasse irregularidades fazer reverter esses património para a instituição ou o Estado, diminuir drasticamente os salários dos gestores para valores normais, acabar com as offschores.
Em Portugal também temos disto, só que aqui a imprensa é toda conivente. Os bancos pagam fortunas em publicidade e que se portar mal deixa de receber e pode ir à falência e por isso todos têm medo. Antes da crise numa reportagem sobre hoteis de luxo na TV apareceu um gerente de um hotel que disse ter servido só em vinho, em alguns jantares e almoços de trabalho da alta finança, mais de 100 mil euros. Agora o Estado dá um aval de 20 mil milhões para que possam, se calhar, tomar pequenos almoços destes.
De Pedrosa a 14 de Outubro de 2008 às 20:57
Rafael, mas continuo sem saber como faz para guardar e rentabilizar as suas poupanças, é que debaixo do colchão não é por causa dos fogos, no banco também não por causa dos ladrões e corruptos que saõ os gestores bancários.Vá lá não seja invejoso.
De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 23:04
Pedrosa, debaixo do colchão o fogo pode atingir ou não?!
No tempo dos meus avós era usual, as casas eram de madeira, a menos que não conheça tal tipo de moradias.
Mande lá o seu palpite-opinião sobre o Post para se trocar ideias, ou tem medo?!
Quanto há minha privacidade, espere aí sentado porque o que espera pode ser longa.Penso que se trata de brincadeira, eu quero acreditar.
De Paulo Sousa a 14 de Outubro de 2008 às 22:10
Sr. Rafael,
Se o descobrem ainda vai para comentador da actualidade na televisão.
Aceite cumprimentos para esse lado do Atlântico.
De Rafael Marcelino a 14 de Outubro de 2008 às 22:55
Caro Paulo, quem aqui colocou este post foi o seu irmão nem deu a seu palpite-opinião, mas eu percebo. Depois por cordialidade poderia o Sr. emitir a sua opinião, o que não fez.
Só que algumas vezes me gosta de mandar umas bicada, eu percebo, embora fazendo que não perceba, estou atento.
Se quiser como autor do Blog pode fazer como no estado novo, é só passar o lápis azul.
É que só nos assiste moral quando opinamos, se bem com o devido respeito pelas ideias dos outros. Eu sei que é dificil de gerir o politicamente correcto para quem vive muito com a politica.
Posso opinar livremente porque nunca pertenci a nenhuma confraria com acordos estabelecidos.
Afinal nem sequer se sabe qual é sua opinião?!
Quem colocou a questão como disse atrás foi o seu Irmão.
Acho eu, que nem lhe faltei ao respeito.Essa de comentador de TV vou registar na memória.
Os meus cumprimentos, agora vou votar.
De Paulo Sousa a 14 de Outubro de 2008 às 23:36
Caro Rafael,
O Sr. é um dos mais antigos e regulares comentadores do Vila Forte assim como é o único leitor do Juncal identificar-se. Pode dizer-se por isso que faz parte da casa e, como todos, é bem vindo à conversa nesta mesa de esplanda.
Leio sempre os seus comentários mas não os comento todos. Não concordo com alguns dos seus pontos de vista mas, repito que é bem vindo. O facto dos comentários não serem moderados incomoda a muitos e por vezes a nós própriosm mas censura, como sabe, é coisa que aqui não se gasta.
Posso dar a minha opinião sobre o assunto mas sinceramente quando diz que “O negócio da Banca e dos Seguros é uma patifaria corrupta. Quem o dirige são os padrinhos das várias Máfias. Isto ainda um dia vai acabar muito mal. Não é de excluir uma guerra civil.” E no mesmo parágrafo consegue ainda tratar os operadores do mercado financeiro por “labregos”, “reles canalhas” e “gatunos profissionais”, sinto que se manifesta com tal emoção que não adianta nada falarmos de aspectos técnicos que seriam pertinentes perante o post inicial.
Fico preocupado com a sua sugestão para ajustar contas com estas horriveis criaturas: “Devem ser eliminados”. Este é o discurso dos radicais e a pratica organizações mafiosas e das ditaduras dos estados autoritários. Nem o Estado Novo de Salazar fez tal coisa a Alves dos Reis, episódio passado no mundo da finança que conhecerá. Foi simplesmente julgado e preso.
Espero que não se sinta desrespeitado com o meu comentário, talvez irónico, mas como já vamos tendo alguma confiança não quis de todo abusar dela. Se o fiz peço-lhe desculpa.
Sobre as eleições canadianas, espero que vote bem. Eu votava no Dion, o liberal.
Aceite os meus cumprimentos
De Rafael Marcelino a 15 de Outubro de 2008 às 00:44
Caro Paulo, quando digo eliminados, digo em funções de Altos-responsáveis, nunca nesses termos radicais, até porque eu nunca fui nem sou a favor de radicalismos nem de penas de morte.Se não deixava de ser EU.Por vezes as afirmações escritas não se tarnsmitem em correcto com o emocional.É verdade, EU sou do JUNCAL e sempre identificado.
Exprimo os meus sentimentos ou pensamentos sem rancor a ninguém usando a minha liberdade que ajudei também por ela ser hoje possivel.
Nunca, penso eu, ofendi ninguém, cada um pensa da sua maneira, outros ao seu jeito, é tudo muito subjectivo.
É que colocar a boca no trombone ainda é missão de alto risco em Portugal.Quem me conhece, sabe que nunca deixo de dizer o que penso e se for preciso o digo na cara-a-cara seja a quem for. Olhe que eu até nem tenho muito a memória curta, até ver...
Aceito ironia por vezes, gosto de brincar às vezes, mas não gosto de abusos intencionais.
Já aqui assisti a muitos comentários provocatórios com sinais personalizados, eu nunca os comentei e evito de fazer a anónimos. Felizmente está mais calmo agora..
Quanto a Eleições, já votei. Muita gente nova, cerca de 90% pelo menos no horário que eu fui. Cerca das 22h30 talvez possam adiantar algo de resultados..
Votar?!, bem, é secreto o voto, mas no que está, em que vitimou 100-soldados no Afeganistão, Jamais.
De Luis Malho a 14 de Outubro de 2008 às 22:40
Esta crise, como qualquer outra, tem que ter sempre culpados, pessoas normalmente, sem escrupulos que são ricas e vivrem à "nossa" custa.

Alguns mitos sobre os bancos / banqueiros e esta crise:
- O Estado com o dinheiro dos contribuintes, está a salvar os bancos. Ora, o Estado em primeiro lugar, está a salvar os contribuintes, clientes dos bancos. Depois ainda está a fazer um excelente negócio, comprar acções em saldo que irá vender mais tarde com enormes mais-valias "beneficiando" os contribuintes.
- Os gestores são uns "ladrões" com os seus salários enormes a coberto da crise. É falso, por norma uma parte significativa dos seus salários são acções, do próprio banco, logo os seus salários/poupanças mingaram com a queda das acções.
- A banca não perde dinheiro. Falso a banca tanto perde como ganha. Normalmente, ganha por ser mais bem gerida.
- Os particulares tem que pagar os seus empréstimos até ao fim. Nem sempre, há aliás mais particulares a ficarem insolventes do que bancos o que é normal. Nestes casos os particulares não pagam.
- etc, etc....
De Rafael Marcelino a 15 de Outubro de 2008 às 03:36
Caro Luis, como diz e muito bem a crise tem sempre culpados, o problema é serem sempre os mesmos a pagar. Sublinho o seu comentário em jeito de visão ao meu, sem concordar, mas como se diz..come-se.
Acrescento em relação seu ponto de vista dos salários de gerentes bancários, quero dizer que afinal até nem são mal pagos. repare no que tocou a Paulo Teixeira Pinto, 46-anos, reformou-se com invalidez (veja-se?!) 35.000-euros/mês, mais 10-Milhões de indeminização do BCP-Millénio.Isto é um exemplo de como vai estas anomalias do realismo. Outro caso o Mira Amaral da CGD com 18000-mês, depois o Constâncio do Banco de Portugal em que por exemplo e quando se referiu a Acções é dele um exemplo que passo a citar e só como referencia a 2004/5, veja-se; Os rendimentos do trabalho dependente de Vítor Constâncio totalizaram os 280 889,91 euros em 2005. Neste ano, só em aplicações financeiras e contas bancárias, o governador do Banco de Portugal declarou um montante global de 570 454,00 euros.
Estes são alguns dos números que se podem retirar da declaração que o governador do banco central entregou no Tribunal Constitucional (TC), relativas aos anos de 2005 e 2004.
Vítor Constâncio é ainda titular, nalguns casos a meias com a sua mulher, de uma habitação em Oeiras, 25% de um outro apartamento e de quatro prédios urbanos na zona de Estremoz.
Em comparação com 2004, a situação económica do governador não se alterou significativamente: ganhou nessa altura 272 628,08 euros, não tendo modificado a carteira patrimonial ao nível imobiliário.
Belos exemplos.
Afinal esta familia é bem paga e como tal temos o direito de exigir responsabilidades, e a quem?!
O Governo injectou 20-mil-milhões para segurança de dividas aos bancos, por acaso, poderia fazer o mesmo ao seu Pai com o seu estabelecimento, ao Merceeiro etc. que podiam fiar aos clientes com dificuldades e se não pagassem, pagava o governo, né?!
No que toca a segurança de cobranças de Bancos, nos EUA e CANADA, existem as seguradoras para outros tipos de empréstimos (Privados) em que o Banco nunca perde. No mercado habitacional aí joga a hipoteca, mas como é sabido que esta crise estalou pelos nominativos das mesmas inflacionados pelas empresas geradoras de mercado.Aqui a que residiu o problema maior, agora e aonde rebentou o mal que até é maior e mais abrangente. Sempre disse que a guerra no Iraque havia de ser paga pela comunidade internacional e que os reflexos dela deveriam rebentar por algum lado.Foi por este como poderia ser outro. Veja-se o mercado de petroleo, como ele começou a querer rebentar tudo e todos, abrandou para saltar este agora.Vamos aguardar novas...mas não prevejo coisa boa e o Novo Presidente dos EUA vai ter tarefa dificil para gerir.
Sempre fui e sou favorável ao sistema dos EUA, mas sempre fui e sou contra a politica externa dos EUA.
Os bancos nunca perdem, deixam normalmente de ganhar.Até porque quem criou o problema gerado nos EUA foram as empresas do mercado habitacional e a Bolsa. Muito longo e muito complexo. Veja-se que no CANADA em nada mexeu o mercado habitação pela lei de mercado completamente diferente.
Saudações patrioticas.
De Rafael Marcelino a 15 de Outubro de 2008 às 03:45
Vale a pena ver este site para ver como vivem os nossos altos cargos Públicos.
http://dissidentex.wordpress.com/2008/03/04/banco-de-portugal-vitor-constancio-ordenados-dos-administradores/

De Platypus a 15 de Outubro de 2008 às 14:12
a crise de confiança e de dinheiro está aí, quer se queira quer não, o que é que esta câmara faz, anda a tirar fotografias a tudo que é placard de empresas para que estas paguem os miseros euros de taxa de publicidade que tanta falta faz às empresas que ainda não entraram em processo de falência, para gastar em praças que ninguêm sabe para que servem e em passeios onde ninguêm circula. E a estrada do Bom Sucesso continua quase intransitável e as escolas continuam sem equipamentos dignos para os nosso filhos brincarem

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