Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Ser capitão

Pelo meu percurso profissional uma das áreas de maior interesse para mim são as questões,complexas, da liderança e da inteligência emocional, ou seja, a forma de o líder interagir com a sua equipa e ele, o líder, ser capaz de potenciar ao máximo as competências de quem o rodeia e saber identificar,bem, o seu capitão.

É um desafio que se coloca a nós líderes de empresas, autarquias ou equipas desportivas, é algo que me motiva e entusiasma, o que mais me empolga é saber que todos os dias tenho algo a dar aos outros e saber que os outros me dão no minimo em dobro daquilo que lhes dou. É por isso que gostei de ler Este texto. Será que Porto de Mós tem líderes candidatos à Câmara ....? saberão escolher os seus capitães?

publicado por Pedro Oliveira às 13:32
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12 comentários:
De Miguel a 14 de Agosto de 2009 às 16:00
Se no PS temos um chefe de obras no PSD temos um tiranete.
E pelo que se sabe do PSD e amanhã do PS os capitães não serão mais do que uns lambe cricas.Alguém sabe explicar o que se passou entre Clarice Louro e o PSD Porto de Mós?É que depois do que se ouve no vosso podcast percebe-se claramente que tinha um projecto para o Concelho, sem ser preciso cá fóruns e de repente aparece em Leiria.Será que Porto de Mós não sabe cativar os competentes?Só cá fica a ralé!!
Há gente que sabe bem o que quer para Porto de Mós e não é preciso fazer folclore de fóruns como se fosse dificil saber o que o concelho e as pessoas necessitam, bastava lerem o Vila Forte rsrsrsrsrs
shalom!!
De ze Pulha a 14 de Agosto de 2009 às 23:23
És mesmo nada, pertences mesmo a classe da relé.
De Anómico a 14 de Agosto de 2009 às 23:56
Este "Miguel" é anedotico. Insiste tanto na mentira que até ele próprio se convence de que é verdade. Mas o pior é que toda a gente sabe o que ele quer(ia). E quem é.
De Si a 14 de Agosto de 2009 às 16:09
Não respondendo à ultima questão, por razões óbvias de Geografia, comento a questão da liderança empresarial, que se me afigura cada vez mais difícil, pelos sacrifícios que é preciso fazer, frente a equipas cada vez mais desmotivadas para o trabalho, principalmente quando este implica a superação de objectivos.
Cada vez mais me deparo com a falta de interesse de novos membros, a acomodação, os comportamentos instalados e mentalidades em que a formação académica não corresponde de todo à capacidade de trabalho, pecando uma por excesso e outra por defeito.
Reparo, constrangida, que poucos se interessam pela polivalência, exigindo muito nos direitos (pelos quais concordo plenamente que se deva lutar) e correspondendo muito pouco nas obrigações. Como já estive nos dois lados da barricada, e gosto sempre de compreender ambos, pergunto também - será só a falta do capitão, ou a produtividade dos trabalhadores portugueses continua cada vez mais, e apesar das dificuldades económicas, muito abaixo do desejado??
De bicho do mato a 14 de Agosto de 2009 às 17:53
Os Portugueses que aqui não querem trabalhar e não têm brio no que fazem são os mesmos que vão para fora e são considerados bons profissionais e o mesmo se passa com quem sai das nossas Universidades, saem todos dos mesmos sitios.Como diria qualquer biólogo, o meio é que faz o animal.Se trabalhamos num meio mediocre,onde tudo cai do estado, onde se paga a quem não quer trabalhar como se pode exigir brio a quem recebe 500 euros por mês,quando os recebe?
Os patrões e chefias é que são mediocres e se estendermos isso aos chefes politicos então nem se fala, basta ver a constante humilhação a questão sujeitos os funcionários da Câmara de Porto de Mós, mas pelo que sabemos o mesmo se passa na AFLeiria.Mudaremos,eventualmente, de moleiro mas.....
De Si a 14 de Agosto de 2009 às 19:16
Conforme expliquei, no início do meu comentário, não comento a situação política de Porto de Mós, porque a desconheço, dada a minha distância geográfica. Mas discordo quando aponta como geral a incompetência dos gestores - privados, pelo menos - e a sua dependência dos subsídios do Estado, pois, que eu saiba, são as PME's que mais riqueza e emprego geram neste país e ainda gostava de saber onde é que elas dependem do Estado. Pelo contrário, meu caro, se não fossem elas a pagar atempadamente os impostos, nomeadamente o IVA de clientes de quem ainda nem sequer receberam pagamento, mais a Seg. Social, mais o IRC / IRS e outras taxas, este país estaria definitivamente falido. E são as PME's também, as primeiras a serem encostadas à parede em caso de incumprimento, nem que seja por meia dúzia de tostões, enquanto se acumulam dívidas atrás de dívidas de empresas estatais e outras privadas de grande dimensão.
E quando isto tudo se conjuga, e se faz um esforço hercúleo para ter tudo em dia, com o estado, com os fornecedores e com os funcionários, que razões há para a desmotivação, para o relaxe e para a recusa em alterar comportamentos instalados??
Que dizer, quando se quer colaboradores para trabalhar por objectivos e, nas entrevistas de selecção, antes de saberem as funções, querem saber o salário, o tempo do contrato, o plafond para telemóvel e se têm ou não direito a viatura??
Será isto falha na liderança?
Será isto pouca produtividade?
Será isto falta de oportunidades de trabalho ou aumento do desemprego??
Lamento, mas não consigo mesmo saber a resposta a estas questões, que, perdoe-me, Pedro, mas acabaram por ser paralelas à linha do seu post.
De Pedro Oliveira a 15 de Agosto de 2009 às 08:42
Em breve escreverei sobre essa questão dos curriculos também fazendo o paralelo com a politica.Cara Si a tuas dúvidas também as minhas e estou inteiramente de acordo contigo sobre as PME's e a sua importância em Portugal, mas para além da questão das lideranças, há também a questão da formação intermédia, muitos de nós somos obrigados a recorrer a licenciados em Engenharia que não estão preparados para funções ,ais de terreno porque se acabaram com os cursos industrias é dificil, muito dificil, encontar técnicos competentes.Esta situação cria frustração nos jovens saídos das universidades, desconfiança de quem está nas organizações: só sabem teoria.... e está dificil quebrar o ciclo.Mas também concordo com quem diz que há um defice de liderança nas organizações e que muita da improditividade existente nem é conhecida pelos gestores.Navegar à vista é o tipo de gestão mais corrente.
De Si a 15 de Agosto de 2009 às 16:15
Pedro,
Em todo o lado há bons e maus profissionais, e é óbvio que há bons e maus gestores.
Mas avalio muito a questão da empregabilidade e. sinceramente, fico confusa, por me deparar eternamente com as situações que acima descrevo.
Mas, se calhar, o problema é mesmo meu....
Aguardo pois, as suas próximas reflexões sobre este assunto.
De Anómico a 14 de Agosto de 2009 às 23:48
Pelo que sei a AFL é dirigida por um grande lider, que foi capaz de enpolgar todos os que nela trabalham num projecto comum.
De Rafael Marcelino a 14 de Agosto de 2009 às 19:49
Sem dúvida.A boa escolha de lideres em qualquer equipa é fundamental.
Todo o sucesso tem muito a ver com essa escolha mas outra que também é muito fundamental é a forma de estar e de reconhecimento da entidade patronal por todos os envolventes para criar a dinâmica necessária aos êxitos.
Quanto ao nosso Concelho..bom...é o que há. Sem desfeita para ninguém, mas se calhar só importando alguém retirado da AR como muitos outros tem feito em outras autarquias se poderia dar um espaço de manobra e algum êxito. A desconfiança e desacreditação do nosso meio é mais que notória. Ninguém satisfaz ninguém. As partidarites doentias tratam do resto.
Estamos como diz o outro; Vira o disco e toca o mesmo.
Bom e Santo fds
De António carvalho a 15 de Agosto de 2009 às 14:17
Para haver um lider, tem de haver instrumento, organização, ou projecto onde se demonstre que a afirmação de liderança não se faz apenas no campo teórico. É para mim evidente que sem base teórica sólida, não se construirá grande projecto. assim como não me parece credível que sem a experiência do saber fazer possa também existir organização credível. A produtividade em Portugal é muito fraca relativamente à UE, porque os políticos governantes que temos e tivemos nas úlltimas duas décadas, falaram sempre em modernizar a estrutura produtiva do País, mas foram governando à linha com base nos Fundos Estruturais, aos sabores dos ciclos eleitorais e na completa ausência de uma politica de combate à corrupção que esses fundos foram gerando, nomeadamente na qualificação profissional dos trabalhadores e na mudança de mentalidades do chico esoerto de pseu-empresários que cresceram na base da mamadeira politica e partidária. Afinal , sendo as pequenas e médias empresas que contribuem com o maior número de trabalhadores e produto bruto do País, porque razão a maoiria absoluta dos fundos estruturais vão sempre parar as grandes empresas e multinacionais? Os portugueses , são considerados dos melhores em grande parte do mundo onde se encontram. Porque razão em Portugal, são sempre calões e incompetentes.? Eu digo- É falsa tal afirmação. O que Temos de grande male é uma cultura de lider e dirigente que não o é por qualidade técnica, organizacinoal ou humana. Hoje não é lider de qualidade aquele que apenas manda. Hoje, ser lider ou dirigente é iter coragem para traçar e definir objectivos possíveis e humanos, onde todos participem com o seu conhecimento e vonta de de cooperação. É desse confronto de mentalidades que os nossos dirigentes politicis governantes têm medo, pois quando isso começar a ser implementado na sociedade portuguesa, não haverá mais espaço para os incompetentes politicos, quando deixam um cargo num ministério ou Instituto público, têm logo o pagamento de um grande ordenado como gestor de empresa pública, Banco X ou Y, ou ainda uma daquelas grandes empresas que só vivem de benesses financeiras e outras. mas vão sempre dizendo que o Estado intervém de mais na sociedade. Porém, quanto toca um alerta de recessão. todos eles se põe a exigir que o Governo deve intervir para não criar colapsos económicos e sociais. É assim que os senhores banqueiros e economistas de renome da nossa praça,são sempre tidos como grandes gestores, mas quando toca a pagar os crimes económicos que praticam e dos quais têm proveito directo, dizem mais do mesmo " O Governo têm de salvar o banco porque .a imagem do País . . . , etc, etc e tal.
Infelizmente, o prestigio e as realizações de grandes lideres ou dirigentes em Portugal, não é por norma atribuido em função da qualidade ou trabalho produzido . É feita em função das artimanhas e jeitos politicos que alguns pseudoempresários vão fazendo, para ganhar mais um concurso de obra pública que duplica ou triplica de preço da adjudicação, ou de trabalhos a mais já previamente conhecidos e garantidos, ou uns atrasos ou antecipação premeditados de obra, para inauguração eleitoralias.
O que fazer: è falar verdade aos nossos jovens. É dizer-lhes claramente que não há empresários de sucesso e de rigor económico e social, se não partilharem o seu conhecimento teórico e cientifico com os trabalhadores que fazem e sabem, pois só assim é possível ser lider , dirigente e solidário com classe e prestigio, e se evidenciam s interesses colectivos de qualquer organização económica, social ou de gestão.
De Ana Narciso a 16 de Agosto de 2009 às 19:35
Estou quase totalmente de acordo consigo na análise que faz da liderança. Coloco-lhe apenas um ingrediente, profundamente aleatório e subjectivo mas que acrescenta algo ao sue texto: carisma. sem carisma não há líder , sem autoridade não há líder nem liderança. Melhor ainda quando essa autoridade lhe advém: ou do conhecimento excepcional reconhecido pelos seus pares ou do talento pessoalou da capacidade emocional para ouvir os outros . Se se acrescentar uma capacidade excepcional para resolver problemas ,partilhar as vitórias e assumir a responsabilidade total dos erros cometidos, não tenho dúvida nenhuma que estaremos perante um grande líder. Isto é inato ou adquirido?

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