Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Porto de Mós sustentável

Após  ter escrito o que gostaria de ter no Concelho de Porto de Mós nestas áreas,  penso que Porto de Mós poderia ser uma referência na área da gestão dos recursos naturais: É possivel termos um Porto de Mós eólico, com mais parques eólicos, mas também com capacidade de captar investimento na área de desenvolvimento e construção de tecnologia, nos seus parques tecnlógicos que eu gostaria de ver.

Poderíamos ter um Porto de Mós solar, estando no top dos concelhos que conseguem captar industrias de ponta na concepção e desenvolvimento através de parcerias com empresas do distrito que estão a apostar nessa área e no estudo de parques solares no nosso concelho.

Deixando fugir a capital da calçada para Santarém urge organizar o sector no concelho através de uma estratégia que dê notoriedade a este produto natural que é também nosso, a criação de eventos ligados à pedra podem e devem ser estimulados.

Tenho  como certo que Porto de Mós, poderia "dar cartas", na questão da reciclagem e aproveitamento de residuos, falo na recolha porta a porta dos tradicionais residuos em vez dos contentores que não podem estar em todo o lado e na recolha de óleos para uma possivel unidade industrial a criar no concelho para biocombustiveis.Não é novidade nenhuma. Não menos importante é ter uma estratégia e objectivos bem claros na gestão da água, é um bem cada vez mais escasso e que deve estar no centro das preocupações de quem gere o Municipio.Porto de Mós "Lavoisier", o Concelho onde nada se perde tudo se transforma!

Outro dos sectores que mais me preocupa e me deixa o coração desgostoso é ver, por exemplo, o vale do Lena e a região do Juncal com as suas terras ao abandono, era fundamental criar mecanismos de incentivo para que as terras fossem novamente cultivadas, será a questão mais dificil de resolver, mas é um crime ter terras tão ferteis e que pouco ou nada se tire desses terrenos. Uma aposta na agricultura biológica poderia ser o caminho.É imperativo uma discussão pública sobre este assunto para encontrar caminhos:O Porto de Mós biológico.

Outra das áreas a trabalhar era a questão dos transportes públicos que aqui falei e também já foi falado no Vila Forte pela Antonieta Mariano, tem de se repensar a mobilidade das pessoas no concelho, por forma a minimizar transtornos e que principalmente as pessoas de mais idade possam fazer a sua vida sem esta limitação:O Porto de Mós da mobilidade sustentável .

Tudo isto articulado com o turismo rural, de aventura, histórico, de ciência e demais sonhos meus, plenamente concretizaveis, poderia fazer de Porto de Mós "O concelho" referência a nível nacional em termos de qualidade de vida.

Que assim seja!É o meu sincero desejo.

publicado por Pedro Oliveira às 07:36
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22 comentários:
De Ana Narciso a 14 de Setembro de 2009 às 09:31
Adorei!
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 10:03
A Ana é das poucas pessoas que sabe o que me vai na alma amargurada e quando escrevi este texto fi-lo por forma a libertar-me dessa amargura.Penso que correu bem e que os sentimentos positivos estão acima de qualquer mesquinhez pessoal e politica porque: Porto de Mós MERECE!!
De Maria Antonieta a 14 de Setembro de 2009 às 16:54
Obrigado Pedro. Mostra ser uma pessoa fantástica e sobretudo gostar dae Porto de Mós.
Quase que parece um Reikiano. Consegue ser superior a muita coisa.
Tal como diz a Dra ana:" Adorei" Merece
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:45
Sabe Antonieta, o que me custa muito,mas mesmo muito, é ver pessoas que deviam ser diferentes serem iguais a quem criticam e isso doi, mas vai passar.
Obrigado pelas suas palavras.
De patti a 14 de Setembro de 2009 às 09:56
Olha lá, tu já pensaste em ser candidato? Olha que ganhavas!
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 10:01
Olá, a única PresidentA aqui és tu.Foi um dos textos que mais prazer deu em escrever, porque através dos links resume o que escrevi nestes 3 anos e porque acredito firmemente que Porto de Mós tem todas as condições em ser aquilo que imagino:Um concelho FANTÁSTICO, assim queiram as pessoas.
De João Romeu a 14 de Setembro de 2009 às 17:22
Vivemos numa terra fantástica.
Sr. Pedro tem toda a razão quando diz "se as pessoas quiserem".
Na passada Sexta-Feira foi o DIA DO DIPLOMA dia onde foram entregues diplomas, e prémios aos alunos da Escola Secundária. Quero aqui agradecer o gentil convite dos responsáveis da mesma para ir entregar diplomas a alguns alunos MUITO OBRIGADO.
Vi professores com sorrisos de orelha a orelha orgulhosos do seu trabalho, vi pais orgulhosos dos seus filhos, vi miúdos " orgulhosos do seu trabalho, vi uma instituição de Porto de Mós que não quis deixar de participar, vi uma empresa de Leiria que também não deixou de o fazer, vi a Escola Segura . Bem hajam todos. Nada tem de politiquices ,só não vi o responsável da Educação do Município ou o envolvimento do mesmo criando um prémio para os melhores alunos (não sei se será possível )
Enquanto estava a assistir a cerimónia não deixei de pensar e aqui a minha consciência não está tranquila
aquilo que eu deixei de fazer pelos meus filhos enquanto alunos desta escola, a falta de acompanhamento que eu tive, e por isso ao Hugo e a Rita peço que me perdoem, mas apelo aos pais que participem não façam como eu fiz, a escola e dos alunos mas também dos encarregados de educação, e da comunidade em geral. Enquanto eu puder serei sempre parceiro das escolas da nossa terra.
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:48
Acabo de chegar da reunião da escola do meu filho, e sei o que sente é por isso que continuo a ser representante de turma,vice-presidente da Associação de Pais e membro do Conselho Geral do Agrupamento. Quero ser um exemplo para o meu filho, também, na sua escola.abraço
De Ana Narciso a 14 de Setembro de 2009 às 20:35
João Romeu, não tem que pedir desculpa ao Hugo e à Rita devemos todos pedir explicações a quem anos atrás de anos chumbou sistematicamente a proposta que eu fazia no início de cada ano lectivo para a criação de um quadro de mérito . Inviariavelmente a resposta era " Não". Até hoje!
De Anómico a 17 de Setembro de 2009 às 22:39
Estes prémios são muito interessantes e motivadores para os alunos que gostão da escola, de estudar de serem "GENTE" , e que num futuro próximo (o que não acredito) tenham emprego em Porto de Mós, porque o aluno que acumulou 2 prémios este ano lectivo, se continuar-mos a ter o CONCELHO governado por estes terá de ir exercer a sua actividade para os Concelhos vizinhos, porque neste as tais 9 empresas que tinha no bolso para o Parque Industrial perdeu-as esqueceu-se que tinha o bolso roto
De Eduardo Louro a 14 de Setembro de 2009 às 11:23
Pedro, se escrever sobre ideais, mesmo que utopias que persigamos sem desvanecer, acreditando que as pessoas não são o que são mas o que gostaríamos que fossem, ajuda a limpar a alma, a libertar o espírito e a iniciar uma nova semana com renovado optimismo, vale sempre a pena insistir. Vale a pena, mesmo sabendo que nunca lá chegaremos, mostrar que aquilo está lá. Que a coisa existe!

Também eu gostaria que Porto de Mós fosse assim. E poderia ser assim. Tal como o país poderia ser assim. Um país constituído por centenas de Portos de Mós assim.

Mas isto é um assim de elites. Seria um assim de uma outra realidade sociológica, onde as pessoas pensam e agem a partir de um patamar de educação, de formação e de desenvolvimento pessoal que lhes garanta a possibilidade de interagir com a realidade envolvente numa outra dimensão que, infelizmente para nós, mora numa outra galáxia a muitos anos luz de nós.

Porto de Mós, como o país, tem poucas elites capazes de os arrancar da mediocridade. A actividade política continua minada, afastando irremediavelmente os melhores e mais capazes, facilmente abalroados por uma classe política que não olha a meios para preservar um poder que vê como um fim e nunca como meio para transformar a utopia de hoje na realidade de amanhã.
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:50
Cabe a cada um de nós contrariar essa realidade não tendo medo dos golpes baixos e sendo superios a isso, daí este meu texto.abraço
De Rui Ribeiro a 14 de Setembro de 2009 às 14:28
No fundo, o que o Pedro deseja para o Concelho de Porto de Mós, é o que todos desejamos não só para os n/ próprios Concelhos (Figueira da Foz, no meu caso), mas também para todo o País.
É claro que é fácil "empurrar" esta responsabilidade para as Autarquias e/ou Governo.
Mas ... a mudança tem que começar por cada um de nós individualmente.
O mais difícil/complicado é que cada um de nós assuma as suas próprias responsabilidades e comece a trabalhar por um Porto de Mós / Figueira da Foz / Portugal "Lavoisier" (Pedro - esta expressão está fantástica).
A mudança começa nas nossas cabeças.
Depois de nós próprios mudarmos, vamos ter capacidade/autoridade para exigir que as Autarquias mudem, que os Governos mudem, e que Portugal se torne viável.
Todas as "áreas" que o Pedro indicou são áreas fundamentais para o futuro próximo.
São áreas que não precisam de investimentos "faraónicos", são áreas que todos vamos utilizar e que todos vamos necessitar mais cedo ou mais tarde, são áreas que trazem votos, são áreas que promovem o desenvolvimento e criação de empregos ... razão pela qual não se percebe porque é que a "classe política" se está borrifando para esta matéria.
Só existe uma justificação - o resultado visível da implementação destas políticas leva tempo, tempo esse em que quem "manda" (...os Políticos) não está disposto a investir.
Por isso mesmo, é que, na minha perspectiva, cada um "per si" tem que tomar as medidas necessárias para preparar o caminho para implementação das áreas destacadas pelo Pedro.
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:51
É isso mesmo meu caro Rui, e não é qualquer um que me cala, muito menos com insinuações e rasteiras.
abraço
De Rui Ribeiro a 14 de Setembro de 2009 às 18:10
Pedro
Houve alguém que escreveu um dia:

"Não há machado que corte
A raiz ao pensamento
Não há morte para o vento

Se ao morrer o coração
Morresse a luz que lhe é querida
Sem razão seria a vida

Nada apaga a luz que vive
No amor num pensamento
Porque é livre como o vento"

Por isso, contra ventos, marés, insinuações e rasteiras, escreve!
Alguém vai ouvir (para além dos que são visitas regulares neste Blog) e, forçosamente, tudo terá que mudar.
Abraço / Até amanhã ao final da tarde.
De José Ferreira a 15 de Setembro de 2009 às 09:19
"Insiste em ti mesmo: nunca imites"
Ralph W.Emerson
(filósofo e poeta norte-americano,Sec XIX)

Cumps
José Ferreira
De amigo do Pateco a 14 de Setembro de 2009 às 15:50
Realmente é bom ir de link em link e chegar ao teu texto das férias, altura em que se percebe que algo se passa e ir aos textos que lá estão para verificar que é uma pena que haja um partido que desbarate pessoas que amam a sua terra e que ainda sejam mal tratadas por esse mesmo partido.
Como referes no teu mail é mesmo um dos teus melhores textos, porque tem sentimento e porque mostra que és muito melhor que eles.
Esperamos por ti em 2013!...................................
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:54
A ideia era essa, ir de link e link para se lerem os textos com olhos de ler e avaliar se as minhas ideias e pensamentos ao longo destes 3 são assim tão importantes que justifiquem determinadas artimanhas na tentativa de condicionamento. Pelos vistos são.
abraço
De jeferraz a 14 de Setembro de 2009 às 16:39
Bom texto, velho amigo
De Pedro Oliveira a 14 de Setembro de 2009 às 17:54
Tenho saudades vossas, obrigado pelo abraço.Outro para ti e para o Ricardo.
De alcides luz a 15 de Setembro de 2009 às 17:44
Comentário a sustentabilidade de Porto de Mós

Porto de Mós é concelho e não é apenas a vila.
Nem a EN1 o pólo de desenvolvimento industrial de excelência.
A pedra ainda é uma industria importante para a região, mas
também pode ser perene, como o foi em Alvados ( fornecedor
de Pêro Pinheiro à meio século)
Atemte-se no desenvolvimento turístico e económico das pequenas aldeias PNSAC ) e outras.
Há uma segunda e terceira geração de emigrantes (alguns com dupla nacionalidade ) que são uma potencialidade ignorada. Na vinda de fundos ( normalmente aplicados na recuperação de habitações e gáudio dos bancos) e, como empreendedores (se encontrarem condições). Já passaram por Alcaria? Quem a recuperou ?
Praticamente só ex emigrantes americanos e sobretudo canadianos. Como gastam as reformas? E, os mais novos, porque não investem?
Quando vou à minha aldeia, para dar seguimento à correspondência e aos processos em curso, tenho que
embarcar o pc até ao alto da serra , ao "altar do cuco", Sabem onde é ?
Tudo bem ! Passo à Vila e vejo um campo de football novo,
iluminado, piscinas com água aquecida , infra-estruturas actualizadas, Certo. Provavelmente desejaríamos mais. Mas por que não podem os habitantes das aldeias, e sobretudo a terceira geração de emigrantes, depois do investimento na 2ª habitação, ter acesso ao e.mail e à internet, e quem sabe instalar uma empresa aqui e ali ! Tecnologia e know how desperdiçados, (até para fabrico de bolas de golfe)!
O "sinal" é só para desenvolvimento consumista. As oportunidades que se perdem !
E eu agora no inverno que tenho que ir ao "altar do cuco" por vezes às 07.30 da manhã para ver os e.mails!
Não se esqueçam da terceira geração ( de emigrantes) e sua potencialidade. Como atrai-los e fixa-los a bem da
sustentabilidade. Invistam nas aldeias, é até um dever
ético para além de estruturante.

A . Luz
15/09/2009
De Ana Narciso a 15 de Setembro de 2009 às 18:03
É muito pertinente este post; gostamos de regressar a clima prosaico e rural , mas já não abdicamso das novas tecnologias e de outros bens de conforto. Agradeço o seu post.

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