Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

A Competitividade em Portugal

O World Economic Forum publica um relatório anual sobre a competitividade de 133 países que é seguido por todos os investidores internacionais quando escolhem um país para investir.

 
Os resultados de Portugal sintetizados em duas páginas fazem um retrato muito fiel do nosso país, do meu ponto de vista.
 
Portugal obteve 4,4 pontos numa escala de 1 a 7 e encontra-se em 43º lugar, a mesma posição de 2008 e 3 lugares pior de 2007. Nos primeiros 3 lugares estão a Suíça (5,60), Estados Unidos (5,59) e Singapura (5,55).
 
Os critérios de classificação baseiam-se em 12 pilares que se desdobram em diversos critérios de avaliação. Portugal obtém as melhores avaliações nas Infra-estruturas (23º) e Saúde e Ensino Básico (31º) e as piores na eficiência do mercado de trabalho (103º) e na Estabilidade Macroeconómica (79º).
 
Os maiores problemas, segundo o estudo, são a Ineficiência do Estado e as Leis do Trabalho.
 

Este Diagnóstico sintetiza a maioria dos problemas e das nossas vantagens competitivas e poderia servir para com coragem política resolver os nossos problemas estruturais e tornar o pais mais competitivo, melhorando a nossa qualidade de vida, mas a capacidade de tomar decisões em Portugal é muito baixa.

publicado por Luis Malho às 00:04
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6 comentários:
De Paulo Sousa a 15 de Setembro de 2009 às 08:04
Quando alguém defende que deveria haver menos Estado e que as leis do Trabalho deveriam ser mais flexíveis, é logo acusado de neoliberal. Não deixa de ser curioso que sejam estas áreas as apontadas como as determinantes para o aumento da nossa competitividade internacional.
Em época de eleições não importa falar nestas coisas, pois o que preocupa os portugueses é o facto de MFL ter usado um carro do governo regional na sua visita à Madeira.
De Luis Malho a 15 de Setembro de 2009 às 08:38
Pena é que ambos os candidatos (Sócrates e MFL), não olhem para este relatório e se ponham de acordo sobre estas 2 questões e fizessem uma verdadeira reforma do país, que o tornaria mais competitivo e logo melhor para todos nós.
Como disse alguém, quando um Primeiro Ministro chegar ao poder, pensar que vai perder as eleições seguintes e comece a fazer verdadeiras reformas, este país avançará e ele ficará na História
De Pedro Oliveira a 15 de Setembro de 2009 às 08:39
Num país onde se discute há uma semana o TGV e os espanhois,parecendo que esse é o único problema real do país,não podemos estar à espera, Luís, que esse relatório vá ter alguma referência na campanha eleitoral, a não ser que os "gato fedorento" se lembrem de alguma "chalaça" que possa envolver esse estudo no "esmiúça escúrtinios": já que só falam nas nano,micro,mini,pequenas médias empresas será que não têm opinião sobre macroeconomia?Não devem ter, pois a vossa postura perante os problemas do país revela que têm disponibilidade de argumentos só para assuntos nano,micro,mini,pequenos e médios, o que realmente interessa discute-se noutra altura...
De José Ferreira a 15 de Setembro de 2009 às 09:11
Um comentário e uma dúvida.
Há uns dias, numa conversa com um funcionrio de um instituto público, fiquei a saber que o numero de administradores era superior ao numero dos trabalhadores.
Em tempos essa empresa geria vários sectores de actividade, sectores estes que foram sendo passados para gestão privada, mas manteve sempre os respectivos responsáveis.´
Todos sabemos os encargos de um gestor público .
Agora a dúvida face a informações de ontem.
Ontem pareceu-me ouvir que os 340 milhões do TGV, a dividir por Portugal e Espanha,é só para os troços entre Caia / Badajoz e Valença /Tuy.
Ou seja estes quilómetros é que são transfronteiriços, e só para estes existe apoio comunitário.
Se assim fôr, como se paga o resto!!!!! dos kms???
Ou percebi mal?
Se algúem souber que me diga.
Se percebi bem, cada vez mais me convenço que andam a brincar com os portugueses.

José Ferreira
De Jorge Oliveira a 15 de Setembro de 2009 às 10:38
"Se não se fizer o TGV ficamos isolados da Europa", alguém explique a estes senhores que já existem aviões e com viagens muito baratas, mais, como é possível ficarmos ligados na rede europeia de TGV se;
1º a Espanha não está ligada a França nem esta está com intensões de o fazer.
2º A esmagadora maioria dos países europeus não têm rede TGV, nem fazem intensões de ter.
3º O dito TGV só transporta pessoas, não fazendo transporte de mercadorias, de que maneira iria melhorar o factor mais importante para a nossa economia crescer, as exportações? em nada digo eu.
4º Como é possível que um país com quase 100% do PIB de divida externa, gastar os previstos 7000M€ só porque irá receber 300M€

Faz lembrar alguém que apesar de ter dificuldades em pagar os créditos faz outro, para comprar uns sapatos que não lhe servem só porque têm desconto e porque o amigo, dono da loja, precisa de vender.
De Pedro Oliveira a 15 de Setembro de 2009 às 16:52
Do twitter:
@joaomiranda Já vi muita crítica a MFL, mas ainda não vi ninguém demonstrar que o TGV é do interesse de Portugal.

@povilaforte Ora aí está uma boa e verdadeira twitada!

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