Domingo, 20 de Setembro de 2009

Programa do BE

Para quem está a pensar em votar Bloco de Esquerda aqui vão algumas das suas propostas mais emblemáticas.

Para quem não está a pensar em votar Bloco de Esquerda aqui vão algumas anedotas.

 

- Prescrição médica de heroína no âmbito do tratamento a toxicodependentes.

- Legalização das drogas leves.

- Educação sexual efectiva nas escolas, como direito fundamental.

- Substituição até 2011 de todas as lâmpadas incandescentes.

- Fim do uso de animais nos circos.

- Fim de rodeos, de touradas de morte ou à vara.

- Fim da produção de ovos por galinhas de bateria.

- Proibição da criação de chinchilas, coelhos, raposas ou martas para pêlo.

- Saída de Portugal da NATO.

- Pôr termo à cedência da base das Lajes aos Estados Unidos.

publicado por Paulo Sousa às 20:14
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19 comentários:
De António carvalho a 20 de Setembro de 2009 às 22:27
Não tenho qualquer noção real do programa politico do BE, nem que me aproxime sequer da ideia do próprio voto.
Fico é sempre preocupado com aquelas boas ou más criticas a uma organização politica que, tem alguns pontos de rutura com a sociedade padrão e que muitas vezes não têm significado politico, nem económico nem social, para o País concreto.
Porém, não é por acaso que a comunicação social valoriza tanto o BE em momentos tão sensíveis da vida politica e depois o abandona ou critica tão asperamente. Mas em época de eleições, essa mesma comunicação social não faz da parte importante do BE, as ideias e propostas que defende, mas que fica à frente da CDU. Aliás, sabendo-se que Louçã, goste-se ou não dele, é um excelente orador, neste momento estará em grande dificuldade para defender a dama da unidade de esquerda sem a CDU e o PCP. Quando há uns meses atrás, atrelado a Manuel Alegre, cumpriu voluntária ou ingenuamente o papel de grande timoneiro da esquerda em Portugal, tanto do agrado de alguns analistas politicos e manipuladores de opinião, tal fato vinha mesmo a calhar para atrelar o PCP à ideia de velho e anti poder . Ontem, Manuel Alegre, cumpriu talvez a última parte da opereta, em que fez o papel de virgem abandonada. Como respeito tanto as prostitutas de profissão!!!, comparadas com estes falsetes politicos.
Mas o País não está condenado a mais uma tragédia.
As eleições estão à porta e os portugueses não querem mais maiorias absolutas com as mesmas politicas( PS ou PSD), as quais têm demonstrado que não é por haver maiorias que o País é mais ou menos estável., mais seguro e melhor governado. Pelo contrário, são essas maiorias e essas politicas que minam e vão empobrecendo a maioria dos cidadãos e engordam os mais ricos e os mais mafiosos.
Só uma rutura clara e patriótica com as politicas dos últimos 20 anos, executadas pelo PS, PDS e mais CDS, podem alterar este estado de coisas. Só com uma politica que garanta apoio à produção nacional, a realizar pelo governo, valorização do trabalho, uma banca estatal virada para o apoio ao crédito justo para as pequenas e médias empresas, valorização das pensões e com estimulo ao consumo, é possível fazer crescer o País e criar emprego e riqueza. Quanto mais desemprego houver, menos riqueza produzida. Quanto mais injusta for a distribuição da mesma, mais pobres haverão e a saúde e escola pública será uma miragem. Os portugueses terão um dia que perceber que este neo-liberalismo tão apregoado pelos politicos governantes, não conduz a melhor e maior qualidade de vida. O retrocesso económico e social da Europa e do mundo ocidental, esté implicitamente ligado a esta conceção económica do mundo capitalista; globalizar tudo o que é lucro e nacionalizar tudo o que seja custo social. Os trabalhadores, administrativos, operários, pescadores ou sem profissão (a tal polivalência), são agora e apenas carne para devorar na gula capitalista: Ganhar milhões e distribuir tostões. Votar pois na CDU. é o voto mais seguro e certo para quem vive da força do trabalho, seja trabalhador por conta de outrém, pequeno empresário ou agricultor.
De Platypus a 21 de Setembro de 2009 às 09:52
As pessoas minimamente informadas, sabem que o BE não tem uma visão de sociedade em todos os seus domínios por isso faz um discurso populista, dirigido a clusters bem definidos.
Quanto ao PCP, sinceramente tenho algumas dúvidas acerca do que querem, visto que ainda não disseram claramente se querem para Portugal o mesmo comunismo de exploração sem direitos da China, do completo obscurantismo da Coreia do Norte ou da falta de Liberdade (religiosa, de movimentos, politica etc ) de Cuba, é que todos eles são diferentes mas numa coisa são todos iguais, partidos só há um o comunista e mais nenhum.
O que quer dizer que se por um mero acaso o PCP fosse governo seria uma das suas tentações, ou será que estou enganado??
De Pedro Tomás a 21 de Setembro de 2009 às 10:46
Com curiosidade fui ver o programa do BE acerca destes pontos e só me veio uma palavra à mente: Arrepiante!
De Pedro Oliveira a 21 de Setembro de 2009 às 11:18
Sou amigo, muito amigo de um comunista que com ele faço as minhas corridas no choupal ao sábado e como é óbvio falámos de politica e também sobre o BE, temos a mesma opinião: uns oportunistas do sistema, ou seja, eles só têm força porque os outros teimam em não fazer o que devem, em suma são uns parasitas, um não partido.Curioso ou talvez não, e os exemplos que fomos escrutinando no poder autárquico confirmam, ele considera muito mais coerente e honesto para trabalhar em equipa o PSD que o PS.
Era bom que o PSD também se servisse das ligações autárquicas, para perguntar ao PCP nacional porque é melhor trabalhar connosco do que com o PS, podia ser que se tirassem muitas dúvidas, das que interessam e não de fait divers.
De Couteiro Mor a 21 de Setembro de 2009 às 11:23
O poeta Alegre em Coimbra esteve a namorar o BE . Se o Louçã fosse governo imaginem a anarquia que seria este País ( mais do que está agora) como é possível ,segundo as sondagens que este pseudo proletário tenha 30% de intenção de votos? Vivemos num país de doidos
De hb a 21 de Setembro de 2009 às 11:41
Não vou votar no BE mas não me parece que "Educação sexual efectiva nas escolas, como direito fundamental." e "Substituição até 2011 de todas as lâmpadas incandescentes" possam ser consideradas anedotas.
De Platypus a 21 de Setembro de 2009 às 14:30
é anedota porque e para informação geral as lâmpadas incandescentes já foram efectivamente proibidas de fabricar e importar no espaço europeu, ou seja só é preciso esperar que se fundam.
Quanto à educação sexual como direito fundamental acho um bocado exagerado mas pronto.
De Maria a 21 de Setembro de 2009 às 14:44

Boa tarde,

Não li o programa político do BE , mas por estes pequenos exemplos está quase tudo dito sobre como vai ser o próximo governo de Portugal.

Sim pois a olhar pelas sondagens, o próximo governo de Portugal será uma coligação PS BE , pois o Sr. Engenheiro e o Sr. Louça, têm uma espécie de relação amor/ódio mas onde o amor irá prevalecer face aos interesses mútuos.

O Sr. Engenheiro fará aprovar umas quantas leis de apoio às chamadas minorias; casamento homosexual, liberalização de drogas leves, subsídios às mais variadas etnias para não fazerem nada, pequenas penalizações à banca e a algumas multinacionais e assim o Sr. Louça ficará satisfeito e ao dispor do Sr. Engenheiro para este continuar com as suas políticas maravilha ...

Educação Sexual nas escolas? Para muitos FUNDAMENTAL FUNDAMENTAL para o bom desenvolvimento do jovem estudante, então onde entra o papel da familia neste tipo de assuntos? os país só são chamdos se alguma coisa neste processo correr mal, por exemplo, gravidez indesejada?

Ou o papel dos pais é só ter os filhos e depois os outros que tratem da educação?
Será que o papel dos docentes não será mais importante no ensino regular, pois a informação disponível hoje em dia coloca muitos jovens mais bem informados que muitos professores?

E muito mais há para dizer, agora parece-me que o BE , no poder levará Portugal para uma anarquia total, um descontrolo tal onde socialmente todos têm direitos, todos têm a receber, por vezes para nada fazer.... o BE está a aproveitar-se de um contexto social muito especifico, está a "atacar" um grupo de eleitores virados para a liberdade total, onde nada é punido, onde vive uma sociedade cheia de direitos e sem nenhum dever, onde só os bancos, grandes empresas, é que têm deveres, todos os outros devem viver à custa do aparelho de estado, etc. etc. etc.

cumprimentos,
De Pedro Santos a 22 de Setembro de 2009 às 01:54
«...Um grupo de eleitores virados para a liberdade total, onde nada é punido, onde vive uma sociedade cheia de direitos e sem nenhum dever...»

Só para avisar que, no último acto eleitoral (Europeias), este pequeno grupo de pessoas colocou o Bloco como 3.ª força política no concelho de Porto de Mós.

Esperemos que depois da Domingo o concelho não acorde em plena anarquia, tal é o medo que este partido provoca aos direitistas cá do blogue.

A correr bem, pela primeira vez o BE vai eleger um deputado por Leiria.

Domingo se verá quantos são os insurrectos portugueses a votar nesta cambada de tontinhos aka Bloco de Esquerda.
De Paulo Sousa a 22 de Setembro de 2009 às 11:11
Caro Pedro,
Acha realmente que medidas como as que aqui enumerei são o caminho para um País melhor?
Olhando para a primeira delas, parece que se quer combater incêndios com gasolina...
Gostava que também definissem o que entendem por educação sexual EFECTIVA nas escolas.
E sobre a saída de Portugal da NATO, gostava que nos elucidassem o que pretendem fazer em relação à UE, uma vez que todos os estados membros pertencem igualmente à NATO. Querem que abandonemos também a neo-liberal UE?
Considerando ainda essa possibilidade, quem nos assegura a defesa? Nós próprios? Em que medida estão dispostos a aumentar o orçamento do Ministério da Defesa?
Não fui que que lhe chamei tontinhos, mas vendo bem...
De Pedro Santos a 23 de Setembro de 2009 às 02:24
Caro Paulo essa questão do que é o país melhor deve divergir certamente entre a minha visão do mundo e a sua, por isso, para mim, as medidas do BE tornaram o país melhor.
Mais ainda, não só melhor, como mais justo socialmente e dando mais valor ao ser humano. Disso não tenho a menor dúvida.

Quanto à NATO, não me parece nada escandaloso que Portugal saísse de uma bloco militar que, em abono da verdade, lhe trás muito poucos benefícios, muitas despesas e, também, alguns mortos em guerras que não são as suas. Se foi ao programa do BE, e o leu, também deve ter lido as razões que motivam essa proposta.
Também deve ter lido que parte de um conceito de politica externa e reorganização das FA é diferente do actual e, baseado nele, se enquadra a saída da Nato.

Em relação à UE:
Estar na NATO não significa estar na UE, veja o exemplo da Áustria ou da Hungria. Estar num bloco militar não é comparável a estar numa união com objectivos sociais e culturais comuns. Uma organização com um propósito belicista não pode ser comparada a outra com um projecto que tem como ambição para os seus cidadãos os objectivos expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Além disso, criticar as derivas puramente capitalistas e erradas de quem tem maioria na UE, não significa estar contra a existência e a manutenção na UE. O Bloco quer uma outra UE.

Quanto ao aumento do orçamento do MD, respondo citando o programa do BE:
«Compreende-se mal que, em época de crise e gravíssimas carências sociais, o orçamento do Ministério da Defesa Nacional consuma 1,3% do PIB e 2,8% da despesa da Administração Pública: mais de dois mil milhões de euros, na sua larga maioria substancialmente inúteis.».

O que me parece que faz sentido é aumentar o orçamento do M. da Cultura.

Caro Paulo, sugiro que leia melhor o programa do Bloco. Deve haver lá propostas que o choquem bem mais que as que citou e que, suponho, diferem certamente do seu conceito de «país melhor». Mas esta é a beleza da democracia – todos podemos acreditar em conceitos diferentes de país melhor e lutar por eles.
De Paulo Sousa a 23 de Setembro de 2009 às 14:23
Caro Pedro,

Podemos ver o programa no BE resumido em 50 pontos, neste texto do Pedro Correia (http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/980065.html) de onde fiz este apanhado.
Abordemos pois o seu programa.
Nos pontos 1, 2, 3, 10, 13, 18, 24, 38, 39 defende-se o aumento da despesa pública. É o novo complemento social nas pensões mínimas, é a extensão dos critérios de atribuição do rendimento social de inserção, é o aumento da pensão social de invalidez, é a integração da medicina dentária no SNS, é a gratuitidade da frequência do ensino superior, é a redução do custo do passe social para desempregados, é o reforço dos quadros do Ministério Público e da Polícia Judiciária para combater o crime, é aumento de apoios à agricultura biológica e é a consagração de 1% do Orçamento de Estado à cultura.
Além disto defendem também a redução da taxa geral do IVA e do que é afecto aos discos para 5% em particular. Estranho que os livros, o cinema, o teatro e de outros 'produtos' culturais fiquem de fora.
Perante tanta boa intenção será caso para perguntar: como é que tudo isto será financiado?
A resposta é óbvia (está no ponto 19) com a criação de um imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas.
Será que há grandes fortunas em Portugal suficientes para sustentar tanta boa intenção?
Onde pretendo chegar é que a característica que atravessa todo o programa do BE e também o próprio BE é a demagogia fácil. Boas intenções como as que constam neste programa são postas em prática na Venezuela onde praticamente toda a sociedade depende de prestações do Estado, mas eles têm petróleo para vender e nós não.
Existe também a questão da Nato de que falarei mais tarde.
Até já.
De Ana Narciso a 23 de Setembro de 2009 às 14:12
eu , diria deoutra forma" a correr mal ..."haverá um deputado do bloco. O que só nos deveria impelir para uma informação mais eficaz!
De Maria a 22 de Setembro de 2009 às 12:42

Concordo 100% com o Paulo...

Efectivamente o BE foi a terceira força política no concelho, seria interessante perceber que faixa etária votou neste partido, perceber que convicções tem esta faixa etária, e se votaram em consciencia com as linhas mestras do BE ou se tinham apenas em mente a educação sexual nas escolas e a liberalização das drogas leves ... isso é que é importante saber ...

Se calhar o Sr. do BE que escreveu teria vergonha de perceber que muitos dos que votaram no BE nem sabiam quais as intensões do BE no Parlamento Europeu ... digo eu!!!!!!!!!!
De Pedro Santos a 23 de Setembro de 2009 às 02:41
Olá Maria. Não percebo muito bem o seu interesse em querer saber qual a faixa etária que votou no BE e a tentativa de relacionar a educação sexual e a legalização das drogas leves com «consciência» ou falta dela.

Acha que alguém que vote – logo, com mais de 18 anos - não tem consciência do que está a fazer?

Acha que as pessoas que votaram no Bloco - e também deve saber que não podem ter sido só jovens, porque são os que mais se abstêm – não tinham noção de que votaram no BE?

Essa ideia de que só os jovens inconscientes votam no BE já provou estar errada nas últimas Europeias. E, espero, vai continuar errada depois de domingo. Acredito que, aos apoiantes dos eternos partidos de poder, faça alguma confusão ver o eleitorado a olhar para outras alternativas, mas os únicos culpados foram PS e PSD.

Maria, deixe-me também dizer-lhe que não sou um senhor do BE. Sou um jovem de esquerda que se revê na maioria das posições defendidas pelos BE, o que é bem diferente.

Por fim, gostaria que me explicasse «quais as intenções do BE no Parlamento Europeu» que me fariam ter vergonha é que, de facto, não sei quais são e gostaria de poder corroborar ou não esse seu receio.
De Ana Narciso a 23 de Setembro de 2009 às 14:09
Mais interessante é saber que os menos escolarizados votam com mais facilidade no BE !
De Anómico a 23 de Setembro de 2009 às 09:00
Parabéns Maria!
Mostrou o seu lado democrático que é:
Quem não segue os meus ideais ou é louco ou inconsciente.
Democracia de AJJ na Madeira.
De João Paulo a 23 de Setembro de 2009 às 09:49
Ontem a "fofinha" da Joana Amaral Dias disse tudo acerca do BE.
É contra a realização de rodeos em Portugal conforme programa do BE,(não existem em Portugal), no entanto já os viu, é contra que existam em Portugal mas já foi aos EUA vê-los, ou seja vai a um país que para o BE é a imagem do diabo ver um espectáculo que abomina e que apesar de não existirem em Portugal querem que se proíba.
Mais, o Sr Louçã que abomina os privados, tem um PPR que ao ver que estava a perder dinheiro quer proibilos para ver se o consegue tirar do banco, e afirma que os tais 30000€ são a poupança de uma vida, alguém acredita que uma pessoa com 53 anos neto de médico, filho de oficial da marinha, professor catedrático, deputado, casado com uma médica só tem poupados 30000 euros, das duas uma ou é mentiroso ou é consumista ao melhor estilo dos capitalistas.
Acho bem que votem BE porque é bem, é fixe, porque sim, e prontos.

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