Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

A escola pública

«No secundário não há nenhuma escola pública entre as 15 com as melhores classificações.»


Público, hoje

publicado por Paulo Sousa às 08:15
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21 comentários:
De patti a 29 de Outubro de 2008 às 10:42
Basta ver o nº de exames de 12º ano e 9º ano que são feitos numa escola privada e o nº de exames que são feitos numa escola pública.
Não se podem comparar notas de 30 ou 40 exames com notas de 100 ou 150 exames.
Logo não se pode comparar o incomparável.
De Pedro Oliveira a 29 de Outubro de 2008 às 12:18
De Ferreira-Pinto a 29 de Outubro de 2008 às 12:24
Estes "rankings" dão sempre azo a várias interpretações.
Ponderam eles o número de alunos nos privados e nos públicos?
Ponderam eles as condições (o filtro, se quiserem) que nalguns privados se faz à entrada de alunos?

Permito-me ainda chamar a atenção que se a leitura for a mais simplista então é-se quase tentado a dar autiomaticamente razão a Maria de Lurdes Rodrigues nalgumas das medidas por si tomadas.
De Paulo Sousa a 29 de Outubro de 2008 às 13:21
Se nos privados existe o quadro de mérito e no público todos têm a passagem de ano assegurado, é fácil ler nas entrelinhas que no público o nivelamento é feito por baixo e no privado o esforço e o trabalho é estimulado.
De patti a 29 de Outubro de 2008 às 14:11
O aluno que passa de ano com mais facilidade é o que está no privado. O ensino privado é em primeiro lugar um negócio, depois pensa no resto.
Poucos são os colégios privados de qualidade, a maioria é péssima.
Sobressam sempre os mesmos todos os anos e SÓ eles, porque o resto é lixo.
nem se pode comaprar o nº de colégios privados com o nº de escolas públicas.
A escola da minha filha é pública e das melhores do país e tem quadro de excelência, bastante rigoroso até. Só entra nesse quadro quem merece, o mesmo não se passa em muitos colégios privados que tenho conhecimento. A fasquia é baixa.
Apesar das más condições e falta de apoios, salas, funcionários e com biblioteca dificiente o nível de incentivo e de trabalho pela parte de todos os professores é exemplar e isso revela-se nas notas dos exames do 9º ano, todos os anos. mas tenho noção que é uma excepção.
De Paulo Sousa a 29 de Outubro de 2008 às 20:44
Cara Patti,
O ensino privado é de facto um negócio e eu vejo isso como uma vantagem e não como um ponto fraco e digo isto porque, entre uma escola pública media (excluo os casos excepcionais de sucesso, que infelizmente são poucos, mas sendo excepcionais confirmam a regra) e uma escola privada, é esta última que tem maior preocupação em dar um ensino com qualidade aos seus fregueses pois é da sua satisfação que depende a sua remuneração e sobrevivência do negócio. No ensino público os alunos chegam em catadupa todos os anos e o esforço necessário para que uma escola se torne atractiva perde-se no meio de tantas energias consumidas em burocracias do ministério, sem que fiquem qualquer liberdade para ensinar de uma forma diferente e criativa.
Pelo que aqui o Pedro tem partilhado connosco, o João, o filho dele, andava numa escola primária com quadro de honra. Para que o seu nome lá constasse todos os alunos estudavam que se desunhavam. O resultado é que o João chega ao ciclo no grupo dos muito bons. Existe outro grupo na turma que está mal preparado, mas como o Ministério entende que os meninos (e meninas) não devem ficar tristes (até porque como sabemos a vida é feita exclusivamente de alegria e faria-lhes mal sentir que sem esforço não há sucesso), todos chegaram à mesma turma e o resultado é que o potêncial de evolução dos bons alunos será reduzido, o que considero ser um efeito perverso do ensino público.
Acho que o país vive um estigma esmagador onde o mérito é diluido numa medianização por baixo. Já me estou a desviar do tema, mas confunde-se ter lucro com fuga ao fisco e ambas as realidades são apontadas como perversas. Confunde-se mérito e excelência com previlégio desmerecido. Não se premeia quem arrisca e vai à luta mas inveja-se em silêncio quem é bem sucedidos com expedientes duvidosos. Esta e a trajectória social do nosso país e o que se passa no ensino é apenas uma parte dentro de um todo.
De patti a 30 de Outubro de 2008 às 00:53
Eu andei nos dois ensinos e a minha filha também. Uma das privadas do ranking, frequentei-a 5 anos e não é como se pensa. Penso que divide a 'coisa' em duas partes certinhas, sem nuances e excepções, qeu são mais do que se pensa.
O problema dos maus ou bons resultados não são só das escolas, também são dos pais e encarregados de educação. Mas isso é outra história e outro post.
De Anómico a 29 de Outubro de 2008 às 20:03
"Adoro" ouvi-lo falar de vários temas, mas no da educação fico espantada com as leituras que faz. Para si, tudo se resume em 2 factores: escola pública sinónimo de fracasso; escola privada sinónimo de sucesso educativo!...
Por acaso eu costumo ouvir até o que os jovens dizem: na escola privada entram os meninos com as notas dos pais, na escola pública entram com as suas próprias notas que são o resultado do esforço de cada um e das condições sócio-económicas.
Segundo os seus princípios, sou levada a pensar que também frequentou a escola privada! Será? !
Acho que não, e não é por isso que o Sr. hesita em manifestar-se sabedor sobre os mais variados temas. Pelo menos sentido crítico, a escola pública desenvolveu-lhe.
De Anómico a 29 de Outubro de 2008 às 20:09
Sr. Paulo Sousa
"Adoro" ouvi-lo falar de vários temas, mas no da educação fico espantada com as interpretações lineares que faz. Para si, tudo se resume em 2 factores: escola pública sinónimo de fracasso; escola privada sinónimo de sucesso educativo!...
Por acaso eu costumo ouvir até o que os jovens dizem: na escola privada entram os meninos com as notas dos pais, na escola pública entram com as suas próprias notas que são o resultado do esforço de cada um e das condições sócio-económicas.
Segundo os seus princípios, sou levada a pensar que também frequentou sempre a escola privada! Será? !
Acho que não, e não é por isso que o Sr. hesita em manifestar-se sabedor sobre os mais variados temas. Pelo menos sentido crítico, a escola pública desenvolveu-lhe.
De Paulo Sousa a 29 de Outubro de 2008 às 21:28
Cara Anónima,
Frequentei o ensino público e o privado, assim como também estudei em regime interno, em regime diurno e nocturno, pelo que de facto tenho opinião sobre o assunto.
Sobre o que diz posso apenas recomendar que volte a ler o post inicial. Acha que foram as notas dos pais que colocaram 15 escolas privadas entre as 15 melhores escolas do país?
Obrigado pela participação.
De Ana Narciso a 29 de Outubro de 2008 às 14:18
Eu estou sem energia para combater um sistema educativo cada vez mais burocrático e desencorajador. Há anos que digo que as escolas públicas vão ficar com as crianças mais problemáticas e oriundas de famílias sem possibilidade de escolher a escola que querem para os seus filhos. Os resultados não enganam! Mas há outros caminhos! Só que ninguém os quer ouvir ou sequer colocar como hipótese. Mas há quem acredite. A Florida é um exemplo excelente para conhecer. Eu sei é dos Estados Unidos da América. Mas nem tudo é mau nos EUA. Há boas experiências e boas iniciativas . Esta é uma delas . Curiosamente porque um outro irmão BUSH acreditou que a educação é o motor do desenvolvimento. Em Portugal há também que acredite :é só consultar este site: info@liberdade-educacao.org
De Rafael Marcelino a 29 de Outubro de 2008 às 23:08
Antes demais as minhas saudações. Gostaria que visse a dica que deixou para ver como era nos EUA. Penso que é e-mail e daí não conseguir entrar. Obrigado.Acho que a Educação (Tema) deve de ser de quem mais dela vive o seu dia-a-dia e trabalha muito de perto com este fenómeno. De qualquer maneira podemos opinar consoante os nossos pontos de vista. Acho que quando falou dos EUA nem tudo é mau. Claro que não. Eles são péssimos nos meus gostos é em Politica Externa, deresto, tomaria nós termos o potencial de patriotismo que els tem e como eles trabalham para a Nação.Bom, deixamos isso, e digo-lhe que acreca do ensino Público e Privado deve de haver muita história mal contada, pois como exemplo no CANADA o ensino Público é bom e exigente como deve de ser sempre, paasm os bons e os outros e-lhes dada outras formações profissionais de qualidade, pois gente para trabalhar na construção e nos Bares etc, tem de haver, sempre, né?!
Mas npo que toca ao Privado. Pois no dito Privado, os candidatos a irem para esses Semi-Privados, é-lhes exigido umas notas bastante altas e estatuto de comportamento bom. depois os Pais tem de pagar uma cota anual suplememtar e vão sendo informados do seu rendimento. Claro que vão os selecionados logo à partida, daí sairem com mais frequência candidatos à Universidades mais bem preparados. é tudo uma questão de Bons e menos Bons.
Acho que vai existir sempre este modelo de alunos como até de professores, cada um é para o que nasce.O importante era dar-lhes boas qualificações de Trabalho-Formação quando não são capazes de atingir outros níveis de escolaridade. Boa Noite e um Bom Dia para Si e para Todos.
De Ana Narciso a 31 de Outubro de 2008 às 19:30
Tem razão. É este o endereço http://www.liberdade-educacao.org/
De Rafael Marcelino a 29 de Outubro de 2008 às 23:16
Esse BUSH irmão que menciona, é muito diferente deste Criminoso. Como é que uma Mãe tem dois filhos tão diferentes e gerados dentro da mesma Madre.?!...
eheheeh. Como dizem os Açoreanos..Coisas do Coirisco.
De Pedro Oliveira a 29 de Outubro de 2008 às 14:42
Ontem foi o meu primeiro conselho de turma do João.
Estavam presentes os professores da turma, eu como representante dos pais e o delegado da turma em representação dos miúdos.Para além das considerações que os professores fizeram sobre o comportamento dos miúdos, o que me ficou foi a avaliação feita pelos professores em relação às capacidades de aprendizagem deles.
Dizia a Directora de Turma que dos 27, temos 7 muito bons,8 mais ou menos e 12 que vêm muito fraquinhos da escola primária. Perguntei quem eram os muito bons,para confirmar a minha teoria,a resposta foi a que eu esperava.Os muito bons são os que vieram da escola privada,incluindo o meu filho.Desabafei com as professoras de Inglês e de Matemática sobre os testes já feitos e sobre o grau de exigência, disse-lhes que o João no 4º ano tinha fichas de trabalho eTPC's bem mais exigentes.A resposta delas foi o que quer que façamos com meninos tão diferentes?
Respondi que não sabia, e achava que era a escola que devia ser capaz de responder a essa pergunta.
De Um juncalense a 31 de Outubro de 2008 às 16:03
Caro Sr. Pedro Oliveira,
Acho que com o que vou escrever, até justifico a diferença de notas, entre o ensino público e privado.
Neste ano lectivo que ainda mal começou, aconteceu um episódio grave numa escola primária do concelho de Porto de Mós, em que um grupo de meninos da 2ª classe urinaram para um copo e obrigaram outro menino a beber.
Sabe qual o castigo aplicado?
Não irem ao recreio.
Como vê se fosse numa escola privada isto não aconteceria de certeza.
Penso que no mínimo levaria á expulsão.
que pensarão as crianças que cometeram este acto horrendo?
podemos fazer o que quisermos, não á lei, nem castigos.
De Anómico a 3 de Novembro de 2008 às 00:22
Sr. "Juncalense"
No meu tempo não me lembra de ouvir falar em tal coisa mas ai de quem o fizesse; levava um castigo forte dos professores e outro bem maior dos pais e, de certeza, não voltaria a fazer o mesmo.
Também concordo que tal acto era merecedor de maior castigo do que ficar sem recreio... mas não se esqueça que se fosse o seu filho o Sr. também não permitia mais do que isso. Se o professor ousasse fazer mais do que isso teria no outro dia os pais a caírem-lhe em cima com um processo disciplinar.
Mas como agora os paizinhos e a sociedade em geral acham que tudo é traumatizante para as crianças (assim sempre os psicólogos vão tendo emprego) tudo tem de ser desculpabilizado. Por isso quando me fala de expulsão do aluno, até da vontade de ri....
O respeito pelo outro que os pais não sabem transmitir aos filhos (porque eles tb não o têm, nem pelos professores) dá em situações destas. E algo me demonstra todos os dias que cada vez será pior.
Eu e a minha geração devemos estar muito traumatizados pela educação que tivemos na nossa infância, e nem sequer havia psicólogos, pedopsiquiatras... havia RESPEITO e EDUCAÇÃO. E os exemplos vinham de cima, dos nossos governantes, dos nossos pais. E agora?
De Pedrosa a 29 de Outubro de 2008 às 15:07
Penso que para animar ainda mais a vossa conversa,interessante, será importante lerem o que diz o CNE,hoje,liderado pelo Professor Júlio Pedrosa:


Para o órgão consultivo do Governo para a Educação, as repetições são «um problema que tem proporções catastróficas para os alunos».


Segundo a edição esta quarta-feira do Diário Económico o Conselho Nacional de Educação recomenda ao Executivo para que encontre alternativas às repetições.


Só desta forma se pode atingir bons desempenhos por parte dos alunos e resolver os problemas de insucesso escolar, considera o parecer aprovado em plenário.


Nas propostas avançadas pelo Conselho Nacional de Educação estão estratégias de apoio aos alunos, intervenções aos primeiros sinais de dificuldades e estratégias de diferenciação pedagógica.


O Diário Económico refere que, na Finlândia, onde existe o melhor desempenho escolar do mundo, não há aluno que reprove na escolaridade obrigatória.


Já na Irlanda e na maioria dos países com bons resultados, as repetições foram substituídas por estratégias de apoio aos alunos.


O Conselho Nacional de Educação quer acabar de vez com a ideia de que repetir o ano nunca fez mal e por isso recomenda ao Governo que estude as soluções adoptadas noutros países.

No parecer fica a ideia de que o passar de ano sem que se tenha aprendido não é solução, mas a repetição também não o é, especialmente quando a responsabilidade da falta de aprendizagem é atirada para o aluno ou para a família.

p.s. Paulo, percebe agora porque o Professor Júlio não respondeu à sua pergunta, na Ecoteca?...


De Ana Narciso a 29 de Outubro de 2008 às 15:36
Também já percebemos que o CNE dá bons conselhos ao Governo , conselhos estes que vira não volta vão parar à quinta gaveta com o rótulo não aplicável.
O parecer nº 5/2008 sobre avaliação externa das escolas é o exemplo claro do que acabei de dizer. Refere expressamente que não deve haver quotas de professores titulares e de atribuição de escalões. O que aconteceu? exactamente o contrário. Outro conselho: "Os avaliadores devem ter reparação específica para o efeito ... e os avaliadores externos devem ter competências que sejam valor acrescentado para a heterogeneidade das equipas profissionais". O que aconteceu de facto?Nem houve formação nem há equipas suficientes. Resultado ... a maior confusão e disparidade de critérios onde cada escola faz o que entende!!
De Paulo Sousa a 30 de Outubro de 2008 às 00:31
Quem assistiu à palestra do Prof Júlio Pedrosa soube da sua opinião sobre os 'chumbos' para quem não obtém aproveitamento, mas aqui fica uma notícia da RTP sobre o entendimento do CNE sobre o assunto:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=370450&tema=27

De Rafael Marcelino a 30 de Outubro de 2008 às 03:12
Essa está boa. Não se pode chumbar, é sempre pra frente.Os professores que resolvam. Ok. Os professores tem de ter as suas responsabilidades e qualidades, mas essa é demais.Lá tenho eu de ir atràs outra vez. No Canada um aluno que se atrasa, vai ter uma solução para recuperar. É no periodo de Férias que vai ter um suplemento escolar durante para tentar recuperar e seguir em frente, caso contrário, vai ter de continuar nos mais-menos para logo que chegue aos 16-anos ir tirar um curso de formação profissional, se assim não entender pode ir para o mercado de trabalho. é a vida...
É que isto de lavar a cabeça a burros só se perde o tempo e o sabão.

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