A morte não faz parte da minha educação, nunca fui preparado para a aceitar, independentemente da forma com se revele. Esta figura foi, de alguma forma, mantida afastada da minha realidade, seguramente na óptica da protecção paternal e familiar.
Em minha opinião, a morte veste-se de negro e está sempre ávida de levar, sob o seu manto preto, qualquer um de nós mortais, que por cá vai andado até ao momento final. Só assim, sei explicar porque entendo esta metáfora como terrível e da qual necessito de manter a distância.
Ultimamente tenho tido conhecimento de várias mortes de pessoas que, de alguma forma, me tocaram pela sua experiência de vida. Algumas delas nem as conhecia, outras recordo-as com nostalgia e guardo imagens de outros tempos, felizes e de outra intensidade.
Sei, que há sociedades que não entendem a morte desta forma. Consideram-na como uma transição para outra fase da vida e não se perdem em sentimentos de arrependimento ou culpa por não terem feito ou dito algo de especial, nesta vida terrena. Acreditam que no futuro poderão voltar a encontrar essa (s) pessoa(s) e terão outras oportunidades de se manifestarem. A cor do luto também é característica dos povos e os rituais variam, de igual modo.
Alheio ao fenómeno intercultural, pergunto-me como se explica a uma criança que o pai ou a mãe morreram? Que se lhes deve transmitir neste momento de perda?
Soube, sábado, de um caso de uma criança de 4 anos, que perdeu o pai, não sei muito bem em que circunstâncias, mas o que é certo é que deixou de falar. Como se apoia uma mãe nestas condições? Ao longo de 1 ano, recorreram a apoio psicológico e a hipoterapia, sem grandes resultados, mas foi a música, na SAMP, que voltou a devolver, se é que isto é possível, alguma normalidade a esta criança.
A universalidade da música pode ajudar a superar estes infortúnios da vida. Por isso mesmo, e se me é permitida a sugestão, entreguem-se à música e aproveitem o que há de melhor ...
Os animais domésticos, são sempre outra opção a considerar, saudável para crianças e adultos, pois devolvem-nos sentimentos de grande cumplicidade e ternura. São amigos, fiéis e grandes companheiros.
Para todos os que tiverem condições, adoptem um cão ou um gato e serão mais felizes, também. Eles irão agradecer.
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A Revolução dos Cravos de Sangue
de Gerard de Villiers
Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.
E, acredite, não é bonita!
Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.
Saida de Emergência
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