Quinta-feira, 18 de Março de 2010

Amanhã é Dia do Pai! Para Ti...

Amanhã é dia do Pai! Pensei muito sobre se iria ou não publicar esta “parte de mim” mas decidi fazê-lo em homenagem ao meu Pai. Eu tive… tenho, um Pai. Com maiúscula. Com todas as letras maiúsculas. Com toda a força e grandeza que encerra a palavra estando a mesma muito para além do substantivo, do papel de progenitor.

 
Amanhã é dia do Pai! Era dia, para além de outros, de lhe escrever, de deixar “gravado na pedra” o que sentia por ele e o quanto era importante na minha vida. Como é reconfortante e apaziguador saber que “partiu” a saber e a sentir tudo isto. Amanhã é dia do Pai e voltarei e dizer-lhe por escrito, não apenas para ele, mas para o “mundo”, porque o “mundo” precisa saber o quanto foi especial, generoso, sábio e correcto no desempenho do seu papel. É uma forma de O homenagear.
 
Passaram quase 8 anos… A dor deu lugar à aceitação. A dor, a falta imensa e diária deu lugar a outra forma de te sentir presente todos os dias na minha vida. Verdadeiramente todos os dias. Sinto a sua falta todos os dias, para partilhar o que me faz sorrir, o que me faz chorar, o que me faz vacilar, os sucessos e os obstáculos e para escutar o que me dizia na volta da minha partilha… mas depois encontro-o cá dentro… bem presente, porque foi uma relação vivida, plena e verdadeira.
 
Contigo aprendi a Viver, a desfrutar da vida, aprendi a ser determinada, aprendi a importância do sentido de humor para que a vida tenha mais cor, aprendi a não desistir, a acreditar, a sentir orgulho em mim e no que faço de melhor, a procurar melhorar o que pode ser melhorado, aprendi a ser optimista, a assumir quando erro, a sentir-me feliz com as pequenas coisas e a valorizá-las, aprendi o limite do respeito por mim e pelos outros e a não permitir que me desrespeitem, aprendi que a vida vale a pena ser vivida e partilhada, com um sorriso, mesmo nos momentos em que tudo parece que pode desabar; aprendi a acreditar, a lutar, e aprendi que a felicidade está nos momentos, que aos olhos de muitos, parecem insignificantes, nos pequenos gestos e nos pequenos detalhes. A felicidade está na simplicidade de Ser e estar com os outros. Sinto tanto a tua falta! Tantas e tantas vezes que tenho uma vontade avassaladora e incontrolável de te abraçar, de sentir o teu sorriso e o teu orgulho no papel de Pai.
 
Hoje, ontem, amanhã sinto uma falta profunda de estar contigo, da nossa cumplicidade, da forma como vibravas com o que te contava de mim e dos meus pequenos sucessos, da forma encorajadora com que me impelias e chegar mais além, da forma como acreditavas no meu valor como pessoa, como filha, como profissional. Sinto falta de escutar a tua voz apaziguadora, carinhosa, optimista e sempre tão respeitadora do que eu sentia, sempre tão disponível para me escutar, sempre tão atento ao que eu sentia, e dos teus conselhos de Pai, dos teus limites pensados e com sentido… sinto falta do nosso café e dos nossos passeios, das nossas conversas, dos nossos telefonemas para falar de nada e de tudo, sinto saudades do teu sorriso e riso, tão particular, sinto saudades da tua voz, do teu olhar, de Ti! … Mesmo hoje, sei o que me dirias em cada momento e como me olharias, porque te conheci muito bem e me conhecias muito bem. Sei que a forma que tenho de te homenagear é Viver, Amar, Acreditar e Sorrir, Ser Feliz e falar de Ti e do quanto és importante e Pilar indestrutível na minha Vida!
 
Hoje eu quero sorrir porque falo de Ti, mas a tristeza de não poder partilhar contigo “o momento” da minha vida, a chegada do meu primeiro filho, teima em que o sorriso seja ambivalente e receie o misto de emoções por não estares fisicamente nesse grande dia, que eu sempre idealizei que partilharia contigo. Como eu desejava que os meus filhos te conhecessem… Irão conhecer-te através de mim, da minha história, das minhas memórias e vão adorar conhecer-te! E eu vou sorrir como se estivesses ali, porque estás dentro de mim!
 
Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu pensar em você
Isso me acalma, me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver…”
 
O teu papel de Pai guiará o meu de Mãe!
 
Amanhã é dia do Pai! Vivam-no!
estou:
publicado por Telma Sousa às 08:00
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15 comentários:
De Pedro Oliveira a 18 de Março de 2010 às 08:39
Um magnifico texto, Telma.
um abraço a todos os pais e na nossa condição de filhos saibamos dizer, a tempo, gosto de ti, obrigado!
De Paulo Sousa a 18 de Março de 2010 às 08:40
Ao longo do teu texto, fantástico texto, apeteceu-me comentar os muitos aspectos que referiste do teu pai, mas apenas o faria na minha perspectiva de familiar, vizinho e amigo, o que receio desvalorizar e até poder 'sujar' o teu post, que refere a também a essência do que é ser Pai.
Mas ao ler-te lembrei-me das nossas conversas sobre o Benfica, sobre as toupeiras que voltaram a atacar o quintal, das ferramentas que me emprestava, do seu humor refinado e até da forma entusiástica como me recebeu quando regressei do meu primeiro Inter-rail (quis abraçar-me - e sabes bem como isso para nós não é uma coisa qualquer que se faça todos os dias).
Acabei por comentar mas também não podia deixar de o fazer.
Só posso acrescentar dizendo o que já sabes, e que é que ele tem todos os motivos para estar orgulhoso com os filhos que criou e com os netos que não teve a felicidade de conhecer. Sendo felizes, válidos e capazes fazem justiça à sua memória.
Obrigado pelo post.
De Paulo Sousa a 18 de Março de 2010 às 19:54
Golo!!!! No último minuto!!!!

1-2 a jogar em Marselha

Espectáculo!!!!!
De Ana Narciso a 18 de Março de 2010 às 10:53
E ainda dizem que os Dias de... perderam a oportunidade e o sentido... O texto da Telma justifica este Dia do Pai. Absolutamente!
De saloiaruiva a 18 de Março de 2010 às 11:02
Olá Telma, revejo-me em muitas coisas que escreveu sobre o seu Pai. Também eu já não posso partilhar fisicamente a minha vida com o meu Pai, mas digo-lhe que partilho no meu intimo. Também já sou mãe e sei do que fala. Posso-lhe contar que quando estava na maternidade a ter a minha primeira filha, e naqueles momentos mais apertaditos, pedi-lhe a sua ajuda.
Falo ás minhas filhas no avô Joaquim. Elas conhecem o avô pelas fotografias e pelas conversas que vamos tendo. É de uma forma muito bonita que elas falam de um avô de nunca viram fisicamente, mas do qual sabem muitas coisas.
De Marco a 18 de Março de 2010 às 11:17

Bom dia,

O texto da Telma é fantástico.

Felizmente ainda tenho o meu pai vivo, longe mas vivo e com saúde, no entanto já perdi aquele que considero como um segundo pai (senão o primeiro atendendo aos momentos de carinho, amizade, conversa, transmissão de valores que ele me deu), posso escrever que em muitos momentos da minha vida o meu avô foi o meu pai, aquele que estava quando preciser de um abraço, de uma palavra, de um conselho... sinto a falta dele.

Este ano o dia do Pai ganha para mim um novo folego, um novo interesse, uma nova perspectiva, pela primeira vez estou eu no papel de pai, vou ser eu o homenageado, vou ser eu a ter a felicidade, de pela primeira vez ser agraciado com um gesto simbólico da minha filha...

Tal como a Telma escreveu e bem , é com base nos valores que os meus pais( pai e avô) me transmitiram junto com aqueles que ao longo da vida me fui identificando e educando, que vou tentar ser um bom pai ... que vou educar a minha filha ...

Feliz dia do Pai ...
De Eduardo Louro a 18 de Março de 2010 às 12:40
Como é bonito ser Pai! Como é bonito ser filha! Como é bonito escrever coisas destas...
Esteja onde estiver o seu Pai vai ficar feliz e orgulhoso com a mensagem da sua filha neste dia do pai!
De Rafael Marcelino a 18 de Março de 2010 às 13:51
Cumpre-me amanhã celebrar o dia de Pai nas duas versões.Felizmente ainda tenho o meu Pai(s) vivo.Pena estar longe dele, mas é a vida.
Longe da vista mas perto do coração.As histórias ou narrativas de cada um a cada um pertence.
Todos deveria-mos ser sensíveis ao sentido de familia.Mas..infelizmente é o cada vez se vê menos.
Tenho sido o que sempre fui. Não renego as minhas origens.
Costumo dizer que tenho a 4ª classe mal tirada, mas isso não me retira a importância que possa ter na sociedade.
Aceito toda a evolução cultural/social/económica de certas pessoas.
O que eu tenho pena é que, essas pessoas, ao contrário de mim, reneguem as suas origens.
Há pessoas que nascem no seio de famílias humildes e ao longo da vida, devido à sua evolução, nomeadamente académica, percam essa humildade e se tornem arrogantes.
É-me difícil suportar a arrogância de certas pessoas.
Gosto de ser tratado como trato o meu semelhante, principalmente com educação.
Nada custa, por exemplo, um bom dia ou uma boa noite, uma saudação e só depois discutirmos um assunto, resolver um problema.
A entrada de rompante sobre um assunto, sem antes haver um cumprimento ou uma saudação, deixa-me deveras, quase, em estado de nervos.
Não fui habituado assim e, confesso, não tolero.
Mas este é apenas um desabafo.
Situações destas acontecem amiúde.
Como é possível, num Mundo que se quer mais humano, mais fraterno, mais sociável, ainda haver gente que nos olhe de cima para baixo, quando, nas origens, somos idênticos?
Em pleno século XXI ainda há gente que vive com mentalidade de século XVIII.
Aquela mania de ser mais importante do que eu, só porque tem um curso superior, ou porque tem uma conta bancária superior à minha, custa-me aceitar.
Afinal todos nascemos e morremos de igual maneira, isso, as pessoas, não pensam.
A vida é uma fugaz passagem terrena e a qual devemos aproveitar da melhor maneira, com ou sem cursos superiores, com ou sem gordas contas bancárias, mas essencialmente com humanismo e humildade.
Acima de tudo, viver a vida, com amizade e respeito pelo seu semelhante.
Tenham TODOS um Santo e Bom Dia do Pai

NB:Telma, obrigado pelo teu texto de homenagem ao teu Pai como referência ao dia do Pai.Já lá vão quase 8-anos...,mas devo-te te dizer que se ele fosse vivo faria também um lindo texto de homenagem ao seu pai (teu Avó Paterno).
De João Sousa a 19 de Março de 2010 às 03:08
“…tinha a certeza absoluta de que não tinhas ido embora!” Estas foram das últimas palavras que ouvi do pai. Do nosso pai. Depois de muitas horas a ser assistido na urgência do hospital, e em resposta aos seus pedidos para que me chamassem, as enfermeiras iam-lhe dizendo que já era muito tarde e que eu certamente já me teria ido embora. Quando finalmente me chamaram, encontrei-o só, no corredor, e a primeira coisa que o pai me disse foram essas palavras: “As enfermeiras têm estado a dizer-me que já tinhas ido para casa, mas eu insisti para te chamarem pois tinha a certeza absoluta de que não tinhas ido embora!”. Não falámos muito mais. Não era possível! Não era necessário! Naquele último momento em que estivemos juntos percebi que apesar do muito que havia ficado por lhe dizer ao longo dos anos a sua confiança em mim era inabalável.

Estas palavras têm-me acompanhado desde então. Deixar-me com a certeza de que partiu sabendo que eu nunca o abandonaria foi a sua última dádiva. Naquele momento éramos apenas pai e filho… e um enorme amor a unir-nos.

Nota: Também eu hesitei muito em comentar o texto da minha irmã, tão pessoal é este assunto para mim. Faço-o em homenagem ao meu pai e dedico-o a todos aqueles que não falam com os seus pais, ou irmãos, porque consideram que um metro de terreno no quintal é mais importante que a partilha de uma vida.
De João Romeu a 19 de Março de 2010 às 11:47
Não consigo conter umas lágrimas que teimam em sair.
Em 1982 as ultimas palavras que ouvi ao meu melhor amigo foi " um grande beijo até Agosto" Por ordem do destino de facto foi em Agosto de 83 que eu vim, naõ para passar o mês de alegria ,com os netos e filho mas para vir ao funeral do meu PAI do meu melhor amigo,conselheiro meu cumplice em algumas tropelias, homem bom, amigo da familia, os netos para ele foi melhor coisa que lhe pude dar, era um homem feliz, amigo do seu amigo, resolvia todos os problemas com serenidade,"isso nunca consegui aprender com ele na totalidade" Hoje com 54 anos de idade( a mesma com que ele faleceu) ainda penso como é que ele resolvia esta ou aquela situação.Dava anos de vida para o ter comigo hoje ,para ver os netos e os bisnetos,Mas tenho a certeza estejas onde estiveres estás feliz e orgulhoso dos teus que deixas-te.Pai tenho saudades tuas tenho pena de não te ter dito quanto te amava. Obrigado por tudo o que me ensinaste e a ser. Até um dia
De Eduardo Louro a 19 de Março de 2010 às 15:05
Fez muito bem em comentar o texto da sua irmã. Eu gostei de o ler... E acho que disse coisas que vale a pena serem ditas... E acho que o testemunho de confiança que o seu pai lhe deixou à hora da morte o terá ajudado a enganar a saudade.
De Marco a 19 de Março de 2010 às 21:48

Boa noite,

Já aqui escrevi que felizmente tenho o meu pai vivo ... já aqui escrevi que perdi o meu segundo/primeiro pai ...

Foi com o meu avô que passei grande parte dos meus 25 anos de vida, 25 porque foram o número de anos que tive a honra de conviver com ele ...

Ao contrário do João, não tive a oportunidade de ouvir as últimas palavras do meu avô ... mas da última vez que o vi com vida o seu olhar valeu mais que muitas palavras ... nos seus últimos dias a saúde retirou-lhe as capacidades físicas ... mesmo uma das mais básicas o falar ... mas aquele olhar ... fixo em mim e ao mesmo tempo fixo no horizonte ... mas com a perfeita consciência de que me estava a dizer : " filho/neto até um dia ,,,"

O perceber que o meu avô tinha a perfeita noção de que a sua vida estava por um fio marcou-me profundamente ... ainda vejo o seu olhar diariamente ...

Fica aqui a homenagem ao meu avô ... sem ele também não estava aqui ... hoje como pai ...

Cumprimentos,
De Rafael Marcelino a 19 de Março de 2010 às 23:24
Marco
Tenhas um Santo dia de Pai e que como Neto recordes como um menino soube ser Homem Grande.
De Ana Rita Sousa a 21 de Março de 2010 às 03:48
Eu também hesitei em comentar, porque sinto a historia de perto. Sem me alongar em palavras incertas, fica só beijo grande a Telma e ao João Luís
De Anómico a 21 de Março de 2010 às 08:42
Como eu te compreendo, Telma! Perder um pai é perder um pouco de nós. O meu já estava velhinho e doente. mas o seu exemplo, a sua capacidade de trabalho, os sacrifícios que passou para nos educar e dar acesso aos estudos (7 filhos é obra...), o orgulho que sentia em todos nós e nos nossos filhos ficarão sempre gravados na nossa memória. Do teu pai também guardo boas recordações. Lá no céu, continuam a velar por nós e a ter orgulho no que somos. Um beijo Filomena

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