Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Pensamentos perversos sobre a Educação

 

Desabafos de Professores:
 - A nossa luta é contra esta Ministra
 - Agora já não posso faltar
 - A Ministra é um Cadáver político
 
Reivindicação dos Alunos:
 - A Malta é Jovem tem que faltar
 
Perguntas de um pai ingénuo:
 - Quantas pessoas dos 120 Mil, eram professores?
 - É legitimo as escolas terem panfletos sobre manifestações?
 - O Sr. Mário Nogueira, “manda” em todos os professores?
 - Os Professores estão todos de acordo com o Sr. Mário Nogueira?
 - Face a tal descontentamento e injustiça, quantos Professores abandonaram a sua profissão?
 
Propostas demasiado simplistas:
 - Atribuam um “dono” às escolas

 - Deixem os pais escolherem livremente a escola dos seus filhos

publicado por Luis Malho às 23:23
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14 comentários:
De Paulo Sousa a 26 de Novembro de 2008 às 08:40
Considerando que:
- Mário Nogueira ambiciona liderar a CGTP;
- Adequou a manifestação da CGTP para o mesmo dia que a que foi convocada por outros movimentos que lhe são alheios apanhando assim uma bela boleia para ser se tornar o 'homem do dia'
- 120.000 manifestantes são de facto muita gente;

É razão para perguntar se não terá sido ele o único que saiu vitorioso da grande manif. Nesse caso os professores terão sido 'apanhados na curva'
De Pedro Oliveira a 26 de Novembro de 2008 às 08:43
Peço desculpa ,mas não resisto a contar uma piada que me contaram ontem:

Uma professora para a outra: Não gosto do Modelo
A Outra: tens razão eu gosto mais do Intermarché...

Para o comum dos mortais,como eu, não me considero gente com pouca informação,a situação ocorrida a semana passada,ie, passados 5 minutos da conferência de Imprensa da Ministra da educação, o Senhor Nogueira dizer que não aceita o recuo do Ministério às reeenvindicações dos próprios Professores e o que está em causa é o Modelo, revela que o que não querem é pura e simplesmente a avaliação.
Não aceito que numa estrutura democrática(?) como é a FENPROF, onde devem ter mais pessoas para além do Senhor Nogueira, venha esse senhor 5 minutos após a Ministra falar, tomar uma decisão sem consultar os seus pares.
Todos dizem que o seu protagonismo se deve ao facto de querer o "tacho" do senhor Professor Doutor Carvalho da Silva,mas se assim é onde estão os professores que não concordam com esta posição egocêntrica do senhor Nogueira?
Por tudo isto é fácil perceber que o que está em causa não é o tal Modelo, pois podia ser o "Continente", O "intermarché", o "pingo doce" que o resultado era o mesmo,NÂO À AVALIAÇÃO.
A frase da ministra está cada vez mais actual: Perdi os Professores ganhei os pais! Com uma agravante, para mim, os professores deixaram de ter razão.Portanto se não se importam façam favor de irem ensinar os nossos filhos, é que já não há pachorra para Senhores Nogueiras e companhia.
De maria Antonieta a 26 de Novembro de 2008 às 12:13
Esta guerra da educação tem pano para mangas.
Eles são lobies de um lado. são lobies do outro a guerra da liderança dos sindicatos mistura-se com a dos professores. .Os pais já estiveram do lado dos professores, agora não tarda nada estão do lado da Ministra .
Os alunos são os eternos joguetes, ora fazem manifestações equando entrevistado nem sabem o porquê de estarem ali.
O que sabem mesmo é que é um dia sem aulas e se lembrarmos bem a nossa juventude verificamos que também nós focávamos muito felizes sempre que havis o chamado "feriado".
Mas Pedro deste seu comentário, há uma coisa que realço.
Só poderia lembrar ao Pedro chamar a António Silva carvalho, Professor Doutor.
Eu percebo é ele mais o Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, Professor Doutor Diogo Freitas do Amaral. È que em Portugal os Professores Doutores contam-se quase pelos dedos .
Não sabia que Silva Carvalho também estava incluído no número.
Por acaso sei exactamente as habilitações que ele possuia aquando do 25 de Abril.
E quer saber outra coisa Pedro?
Acho que vou ser cronista de uma dessas revistas de cordelpois este meu post hoje tem cheirinho a fofocas.
Valha-nos o bom humor.
Um Santo Dia como usa dizer um comentador assídui do Vila Forte
De Paulo Jerónimo a 26 de Novembro de 2008 às 09:08
Por falar em supermercados,
conhecerão por certo o que se designam por "sacos comunistas". Aqueles sacos de plástico de material muito fraco, quase transparente que não escondem o que vaí lá dentro, mas ensinou-me a minha avô que a designação se deve principalmente ao facto de taís sacos fazerem muito barulho. Não passam despercebidos no meio da rua. Parece que querem sempre ser ouvidos, mas ninguem suporta aquele ruído. Irritam, irra!

Pois é Sacos comunistas...

Comecei por estar de início com a ministra, a avaliação tinha de avançar, isto a coisa de largos meses atrás.
Passei a pender para o lado dos professores, quando a ministra se vinha mostrando tão irredutivel, e os professores lá se dignaram a explicar ao país o que é que estava mal e não concordavam sobre o "modelo" de avaliação. até aí ninguem percebia, apenas que era o "modelo".
A ministra recua, e o que demonstram é que não é o recuo das politicas que os sindicatos pretendem, (já os professores ainda continuo por sem perceber o que pretendem afinal). O que querem é deitar abaixo a Ministra.
E o que estão a conseguir é voltar a por os pais , que são a populção, novamente do lado da ministra...

Lobbies... cada qual olha pelos seus...
Cumptos a mesa.

______
Bom Post, Luis Malhó.
De Irene Pereira a 26 de Novembro de 2008 às 10:19
Deixo aqui um texto do séc. XVI, dos Jesuítas... Para reflectirem...


“Nada deve ser mais importante nem mais desejável (…) do que preservar a boa disposição dos professores (…). É nisso que reside o maior segredo do bom funcionamento das escolas (…).”

“Com amargura de espírito, os professores não poderão prestar um bom serviço, nem responder convenientemente às [suas] obrigações.”

Recomenda-se a todos os professores um dia de repouso semanal: “A solicitude por parte dos superiores anima muito os súbditos e reconforta-os no trabalho.”

“Quando um professor desempenha o seu ministério com zelo e diligência, não seja esse o pretexto para o sobrecarregar ainda mais e o manter por mais tempo naquele encargo. De outro modo os professores começarão a desempenhar os seus deveres com mais indiferença e negligência, para que não lhes suceda o mesmo.”

Incentivar e valorizar a sua produção literária: porque “a honra eleva as artes.”

“Em meses alternados, pelo menos, o reitor deverá chamar os professores (…) e perguntar-lhes-á, com benevolência, se lhes falta alguma coisa, se algo os impede de avançar nos estudos e outras coisas do género. Isto se aplique não só com todos os professores em geral, nas reuniões habituais, mas também com cada um em particular, a fim de que o reitor possa dar-lhes mais livremente sinais da sua benevolência, e eles próprios possam confessar as suas necessidades, com maior liberdade e confiança. Todas estas coisas concorrem grandemente para o amor e a união dos mestres com o seu superior. Além disso, o superior tem assim possibilidade de fazer com maior proveito algum reparo aos professores, se disso houver necessidade.”


"I. 22. Para as letras, preparem-se professores de excelência
Para conservar (…) um bom nível de conhecimento de letras e de humanidades, e para assegurar como que uma escola de mestres, o provincial deverá garantir a existência de pelo menos dois ou três indivíduos que se distingam notoriamente em matéria de letras e de eloquência. Para que assim seja, alguns dos que revelarem maior aptidão ou inclinação para estes estudos serão designados pelo provincial para se dedicarem imediatamente àquelas matérias – desde que já possuam, nas restantes disciplinas, uma formação que se considere adequada. Com o seu trabalho e dedicação, poder-se-á manter e perpetuar como que uma espécie de viveiro para uma estirpe de bons professores.

II. 20. Manter o entusiasmo dos professores
O reitor terá o cuidado de estimular o entusiasmo dos professores com diligência e com religiosa afeição. Evite que eles sejam demasiado sobrecarregados pelos trabalhos domésticos."


Ratio Studiorum da Companhia de Jesus (1599).
De Ferreira-Pinto a 26 de Novembro de 2008 às 11:02
As interrogações colocadas no texto são, todas elas, em maior ou menor grau, legítimas e acertadas.

As soluções também o seriam se não estivéssemos, nitidamente, num plano em que já nada é possível alterar na Escola.

Fala-se em nomear por concurso um director ou um órgão colegial e cai o Carmo ...
Fala-se em dar liberdade de escolha aos pais e cai a Trindade ...

Por mim, o Ministério da Educação procedia com as escolas públicas como procede já com as particulares e profisisonais ... envelope financeiro à Escola, contratação de pessoal pela Escola e gestão do dia-a-dia pela escola ... liberdade de escolha às famílias e o Ministério asseguarava exames, curriculuns, manuais (reduzindo o leque) e pouco mais.
De Luis Malho a 26 de Novembro de 2008 às 11:17
Caro Ferreira Pinto,

E digo eu, 80% dos problemas da Educação ficariam resolvidos.
De Ana Narciso a 26 de Novembro de 2008 às 14:15
E ainda dizem que pensar a educação e a organização e conteúdo das escolas " deve ser neutos! o que acabarm de escrever( Luís e Ferreira Pinto) não é mais do que a mudança de paradigma para uma nova ordem nas escolas . isso só será possível com um governo que tenha como matriz a crença nas decisões das escolas, a confiança nos seus pares, a capacidade de gerir o seu orçamneto captar novos investiemntos . Tudo o que escapa a uma matriz ideológica de esquerda " todos iguais".´Quando isso acontecer , estaremos noutro patamar da civilização. Se calhar já não terei tempo de vida para o conseguir observar. Serão precisas gerações e gerações para expurgar do nosso sitema educatvo o cariz revolucionário que nunca perdeu , apesar dos fracassos sucessivos que só confirmam o esgotamento ideológcio que o enferma. Portanto e até lá , a luta continua hoje agora. Hoje será em leiria na Praça Rodrigues Lobo. Porque já não sei o que se pretende: se é apenas chegar às eleições e poder dizer que houve avaliação ( não interessa como nem para quê)ou se quer mesmo avaliar " com rigor " os professores e as escolas. O que a Minsitra quer é respeitar um programa eleitoral que não é o meu, e um modelo de avaliação que é um remendo de um remendo . Eu não gosto nem de sobras nem de demagogia. Por isso lá estarei . Hoje às 18 horas.
Até ao program do Luís e do Ferreiar Pinto estar de pé!
De Ana Narciso a 26 de Novembro de 2008 às 15:47
Aqui vai mais outro protesto para quem tem dúvidas sobre a injustiça que este Ministério com a sua política criou nas escolas.
ENTREVISTA DE JOSÉ SÓCRATES À TSF E DN - CARTA DE UM PROFESSOR AOS SEUS DIRECTORES
Ex.mo Sr. João Marcelino/Paulo Baldaia
Ontem entrei no carro e ouvi os últimos 15 minutos da entrevista ao nosso primeiro ministro, exactamente no momento em que estavam a falar de educação que era o que me interessava no momento. A custo, consegui ouvir até ao fim.

Envio-lhe o meu mais veemente lamento pela forma como a entrevista, ou o que lhe queiram chamar, foi conduzida porquanto foi permitido ao sr. 1º ministro dizer o maior chorrilho de mentiras sem que alguma vez tivesse sido corrigido. Deixaram-no passar mais uma mensagem propagandística que peca pela verdade tal como ele nos tem habituado a ouvir a começar pelo seu processo de habilitações literárias.

Os srs jornalistas TINHAM a OBRIGAÇÃO de se documentarem melhor para fazer uma entrevista dessas. Mais pareceu uma entrevista de "faz favor de dizer" com questões previamente combinadas porque os entrevistadores eram pessoas experientes e deviam saber bem o que lá estavam a fazer. Só pode ter sido. Sócrates teve a oportunidade de explicar a sua educação à sua maneira e o resto foi servido em bandeja de ouro.

O meu nome é Francisco Teixeira Homem, sou professor na Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima em Aveiro, tenho 34 anos de serviço.

Tenho ainda uma licenciatura de 5 anos que é verdadeira e rigorosa. Sou do tempo em que o estágio pedagógico era de 2 anos. Fiz 1 mestrado e a parte curricular de um 2º mestrado no tempo em que os mestrados eram 2 anos. Tirei o doutoramento no tempo em que eram de 5 anos. Os investimentos na minha carreira e profissão foram pagos por mim e pelo sacrifício da minha família. Progredi na carreira com o cumprimento rigoroso de todos os créditos e subi ao 8º escalão com provas públicas efectuadas em Coimbra nas instalações da Direcção Regional de Educação do Centro. Não progredi com benesses até chegar ao 10º escalão onde tenho a minha carreira congelada e a ganhar tanto como um licenciado.

Por acaso vou ser avaliado por uma professora que é do mesmo grupo que eu mas há casos de professores de História a avaliar os de Inglês, de Educação Física a avaliar os de Ed Visual ou Educação Especial, de Biologia a avaliar os de Matemática ... enfim!!!!
De Ana Narciso a 26 de Novembro de 2008 às 15:49
Quando um professor destes vai assistir a uma aula dos outros (e tem de o fazer 2 vezes) está a ser justo por mais que o queira? Haverá honestidade neste processo?

Não me licenciei a um domingo com 26 das 31 cadeiras em falta dadas como equivalentes, nem com professores amigos ou reitores presos por falsificação de documentos, nem com a utilização de cartões do governo. A minha Universidade é pública, do Porto, e podem ser consultados todos os meus documentos. Não foi encerrada, como a UNI, só Deus sabe, VERDADEIRAMENTE porquê.

O sr. JS mente quando diz que agora há o mérito de distinguir os professores excelentes dos outros. Uma pessoa cujo percurso académico cheio de falta de rigor, mérito e excelência não lhe oferece a mais pequena moralidade para pensar sequer nisso, quanto mais falar. Desculpe voltar a falar disto mas é uma VERDADE que anda a ser camuflada e continuamente escondida.

A criação INJUSTA do professor titular no ECD é a MAIOR FRAUDE que passou impune em Portugal. Os professores foram classificados APENAS pelos últimos 7 anos de profissão, não pelos conhecimentos mas pelos cargos exercidos. Imagina certamente o que eu com 34 anos de serviço deva ter prestado ao ensino como professor. Pois bem, 27 desses meus anos contaram ZERO. RIGOROSAMENTE ... ZERO.

Aqueles anos em que quando mais jovem tinha capacidade para fazer e vontade para tudo, contaram NADA. Não sei quantos anos de serviço tem o sr. João Marcelino/Paulo Baldaia mas diga-me como se sentiria se a sua classificação fosse feita apenas com base nos últimos 7 anos, não pelos seus conhecimentos e capacidade mas APENAS pelas funções que prestou. Há professores belíssimos que foram prejudicados por terem querido ensinar. Há escolas onde ficaram titulares professores com 86 pontos enquanto outras escolas professores com 130 pontos não o conseguiram ser.

UMA VERGONHA que a imprensa nunca soube (ou nunca quis) denunciar. A escola hoje deixou de ENSINAR. O próprio ministério deixou de ser o Ministério da Educação e passou a ser o Ministério da Certificação. Faça esta experiência.

Vá a uma escola e diga que se quer matricular para APRENDER. Para APRENDER!!!!

Não há como nem onde. Até com o sistema de créditos já acabaram. Mandam-no para os EFAs ou para as Novas Oportunidades. Veja o que isso é. O que lá se aprende.

Em quantos MESES se pode fazer ao mesmo tempo o 7º, 8º e 9º ano e depois o 10º, 11º e 12º ano. Acabaram com o "Ad Hoc", agora há o "mais 23". Compare-os.

Agora, com a apresentação do currículo e a entrevista, um candidato ao ensino universitário fica logo com 60%. Os "trocos" ficam depois para um exame muito mais SIMPLIFICADO.O sr. JS falou nos cursos profissionais.

Vá a uma escola e veja o que é isso de cursos profissionais. A verdade. E já agora os CEFs. A pressão permanente para que os alunos passem sem saber apenas e só para uma avaliação estatística. As permanentes lamurias da srª ministra nos custos de uma reprovação e no facilitismo em reprovar.

Agora na avaliação dos professores é contabilizado o nº de alunos reprovados numa vergonhosa e clara afronta à perda de independência. Que culpa tenho eu que no início do ano me tenha calhado uma turma mal educada e pouco estudiosa? Que culpa tenho eu que um aluno abandone a escola porque quer ir trabalhar ou não gosta de estudar ainda que tudo tenha feito com os pais para que tal não aconteça? PORQUÊ que isso se reflecte na avaliação?

Já alguma vez pediu a uma escola as fichas de avaliação? Não acredito, desculpe mas não acredito que alguma vez as tenha visto. É IMPOSSÍVEL que aquilo possa ser seguido, IMPOSSÍVEL. Se não as conhece procure ver algumas.

Os professores o melhor é deixarem de dar aulas. A Cada escola tem as suas grelhas de avaliação. São 3 grelhas, qual delas a melhor, sempre elaboradas da forma mais incrível, injusta, desadequada, complexa, pouco credível e acima de tudo inexequível.

Isto não é uma brincadeira?

Os professores não têm família e direito ao tempo livre e lazer? JS falou igualmente no Inglês e na Educação Física das escolas primárias que já havia antes dele.

Pergunte quanto ganham esses professores e compare com o que ganha uma empregada doméstica, sem qualquer desprestígio para as empregadas domésticas.
De Ana Narciso a 26 de Novembro de 2008 às 15:50
Sr. João Marcelino/Paulo Baldaia, peço-lhe desculpa se me excedi. Penso que não. Acredito que com algumas destas "dicas", futuras entrevistas suas ao sr. JS serão diferentes. A verdade é que andamos de tal forma a ser maltratados e enxovalhados com tanta MENTIRA que após o programa da TSF que é uma rádio que oiço sempre, senti necessidade de "desentupir".

É estranho, muito estranho mesmo que a certas pessoas seja permitido fazer passar incólume certas mensagens. E o sr. primeiro ministro é uma delas. Usa e abusa.
Este foi o direito à minha INDIGNAÇÃO.

(Segue-se a morada e telefone que não vou aqui incluir.)

Apoiado!!
De Ana Narciso a 26 de Novembro de 2008 às 21:11
A manifestação contou com muitos professores insatisfeitos com a política do Ministério.
O braço de ferro não terminou. O problema já não é desta ministra é um problema do governo e do Primeiro Ministro.

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