Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Há comentários que merecem destaque!*

"Obrigados pela abordagem ao 25/Novembro.É sem dúvida uma data muito esquecida pelos politicos e consequentemente pelos Portugueses, tanto que os Médias pouco ou nada focam deste evento que finalizou um estado de sitio que se vivia em Portugal.
Foi sem dúvida um marco histório para a nossa pobre Democracia. Coragem e empenho de Ramalho Eanes, Jaime Neves e o apoio Politico de Mário Soares e Sá Carneiro e Freitas do Amaral. HONRAS lhes sejam feitas.
Estava EU a cumprir o meu serviço Militar na Base Aerea-5 de Montreal quando esta foi invadida pelas tropas Pára-Quedistas. Horas muitro dificeis de uma confusão total. Ninguém sabia o que se estava a passar e o que poderia acontecer. O Meu Comandante com quem tive sempre uma excelente relação Coronel-Seara, dizia-me, Que é isto?! sobre prisão no seu gabinete de Comando.
Felizmente o que poderia ser uma tragédia, acabou em PAZ. A vida miltar no seu apoio politico deixou de ser tão activa para se deixar para os Parlamentares e figuras politicas de destaque como Sá Carneiro, Mário Soares e Freitas do Amaral.
Sem dúvida que estes figurinos tiveram um influência muito grande na altura, sem esquecer que o próprio Alvaro Cunhal, aparcebendo-se da situação também ele discretamente acalmou as hostes mais revolucionárias-esquerdistas. Era um tempo de FERRO-e-FOGO. Quem não se lembra do que se passou no Rossio de Porto de Mós?!
Valia tudo, aonde a troca de acusações e de gritos de ordem pública eram frequentes.
Quero apenas referir que esta foi uma data em que se desfez o mais rude ataque esquerdista em Portugal, mas nunca esqueço o 11-Março em que o vivi com muita intensidade, em que lamento muito a Traição feita ao General- Spínola.Este para mim foi muito mais dificil de gerir e que custou a vida de um militar no ralis em Lisboa com o Ataque feito pelos T-33 e F-56 da Força Aerea sobre o Comando de General Lemos Ferreira que mais tarde veio a ser nomeado Chefe de Estado Maior das Forças Armadas. O mesmo que traiu o General-Spínola em que o colocou no Quartel dos Pra-Quedistas em Tancos como Comandante e este a que mandava tudo (Lemos Ferreira). Situação em que o Spínola teve de rosolver coma sua fuga para Espanha.Foram coisas vividas por mim e acompanhadas muito de perto minuto-a-minuto.
Por isso hoje tenho algumas visões de certa gente diferentes dos demais, é que ouvir e viver de perto o que os Homens são capazes de dizer e fazer nas nossas costas, é de brandar aos céus.
Por isso hoje dizem que as escutas telefónicas podem ser verdades, mas como são ilegais....assim se vive em Portugal e com a Justiça.
Obrigado Pedro pela lembrança aqui postada. Quis apenas contribuir de algum modo com o eu testemunho, não querendo ser chato ou maçador. Quando me recordo de certas figuras fico com uma revolta enorme e acho que nunca houve tanta razão para fazer um outro 25/Abril como agora. A luta de classes em Portugal cada vez é maior."

 

Rafael Marcelino

 

 

* O Vila Forte aceitou a sugestão do Paulo César e, achámos por bem destacar este comentário do Sr. Rafael Marcelino sobre o 25 de Novembro, por ser um testemunho na primeira pessoa em relação ao que se passou nesse dia tão importante para a nossa democracia.

 

Dentro do mesmo espirito, e porque o contributo do Meu Amigo, Hugo Besteiro, é também relevante, deixo o link que ele sugeriu para aprendermos mais sobre esta data!

Obrigado

 

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=th10

publicado por Pedro Oliveira às 23:35
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8 comentários:
De Hugo Besteiro a 28 de Novembro de 2008 às 01:20
Pedro,

Ainda muito está por escrever sobre o 25 de Novembro. No entanto os comentários ao teu post do 25 de Novembro apontam para uma cegueira política mesmo tendo em conta os testemunhos que saíram ao longo dos 33 anos dos principais intervenientes do processo e não de alguém perdido num qualquer quartel que acha que o Spínola era um herói, que o Freitas do Amaral era um exemplo para a Democracia e que a guerra civil se evitou graças a pessoas como o Jaime Neves ou até o Soares.

Como compreendes não poderei dar um testemunho directo sobre o 25 de Novembro. No entanto ao longo dos últimos anos sempre me esforcei por tentar entender o que se passou nesse dia e da torrente de acontecimentos que o despoletaram (essencialmente o período compreendido entre o Verão Quente e o 25/Nov). E, obviamente que isso não se faz (só) a ver as notícias espúrias que os telejornais transmitem de ano a ano.

Artigos de jornais (presentes e passados), biografias políticas, entrevistas, citações, artigos de opinião e livros vários. De salientar que, nos últimos tempos li duas coisas que não sendo propriamente a conclusão dessa história, são sem dúvida mais um contributo valioso para a compreensão desse período.

A primeira foi o livro lançado recentemente, patrocinado pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e escrito pelo Bernardino Gomes (que foi Chefe de Gabinete do Soares), denominado "Carlucci vs Kissinger: Os EUA e a Revolução Portuguesa". Como os teus atentos leitores devem saber, os Estados Unidos têm, aos poucos, libertado vários documentos confidenciais ao abrigo do "Freedom of Information Act" (FOIA). Não tendo ainda sido tudo fornecido estes são já suficientes para se começar a contar uma história diferente das da carochinha contadas ao longo dos anos em Portugal. Com base em documentos, acções, diálogos, começa a ser finalmente provado o que muitos denunciaram demasiadas vezes. De destacar entre outras, a importância do embaixador norte-americano em todo o processo; a intervenção directa dos EUA e de países europeus (principalmente Reino Unido, RFA e países nórdicos pela mão dos seus governos e partidos sociais-democratas) na revolução portuguesa por via do apoio financeiro e logístico a partidos portugueses - donde o principal beneficiado foi sem dúvida o PS e Soares; a assumpção que a URSS e Brezhnev não estavam minimamente interessados nos problemas que adviriam duma possível guerra civil num País no seio da NATO e que por isso nada fizeram ou fariam para ajudar o PCP; os empréstimos e apoios feitos ao País após a saída de Vasco Gonçalves dos governos provisórios; os planos traçados e as definições de apoio militar para a eventualidade da guerra civil; e finalmente, o grande empréstimo dos EUA depois do golpe contra-revolucionário consumado.

A segunda foi um texto da Manuela Cruzeiro - que só depois reparei que já é de 2005 - e que se encontra no Centro de Documentação 25 de Abril (Universidade de Coimbra). Chama-se "25 de Novembro - Quantos golpes afinal?" e é a transcrição da Comunicação apresentada no Colóquio sobre o 25 de Novembro, realizado no Museu da República e Resistência em 2005. É um bom texto para colocar de alguma forma as peças no tabuleiro e entender as dinâmicas políticas e, principalmente, militares desses tempos. Recomendo vivamente a leitura deste texto, o que poderá ser feito em http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=th10

Já agora, não tendo provavelmente tanto interesse como os anteriores, também surgiu recentemente o livro do Pires Veloso, comandante da RMN, e que vem desmentir a importância do Eanes no 25 de Novembro. Não sei se valerá a pena ler o livro mas dá para tirar uma ideia na entrevista do "Vice-Rei do Norte" ao Correio da Manhã.

Concluindo, 33 anos depois do 25 de Novembro já não é preciso ler nas entrelinhas. Basta, somente, ler.

Um abraço para ti,
Hugo Besteiro

ps: já sabes.. estou sempre disponível para ir ver o Glorioso por ti :P
De Paulo Sousa a 28 de Novembro de 2008 às 08:29
Obrigado Hugo,
Vou ler o documento, agora ainda com mais interesse suscitado pelo seu texto.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
De Pedro Oliveira a 28 de Novembro de 2008 às 08:28
Meu caro Hugo,

É um gosto ler-te neste espaço e com um contributo desta qualidade.
Um abraço para ti e para os teus pais.
Quanto á borla, sempre ao dispor.

Caso para dizer, que a discussão continue porque está óptima!

abraço
De patti a 28 de Novembro de 2008 às 12:40
Comentário de grande contributo. Obrigada Pedro, por o postares.
De rui fonseca a 28 de Novembro de 2008 às 15:01
É clara a clivagem de esquerda e direita para o mesmo facto histórico e só por isso já bastava para elogiar o Vila Forte para este debate sério sobre esta data.Cada dia que passa, se denota a preocupação deste blogue para ser um espaço diferente na abordagenm dos temas do nosso dia a dia, e honra seja feita, é um espaço Portomosense. Sinto orgulho em dizer que em Porto de Mós existe um espaço de debate plural,interessante e democrático, por issso estou de acordo com o Rafael Marcelino quando pede que o Pedro não se candidate e com a Antonieta quando diz que o vila forte cada vez está melhor.
Como interessado nestas questões e sendo um dos que lê blogues, sem fantasmas, e que não tenho problemas em assumir que comento no vila forte, tenho de reconhecer que me revejo mais na prespectiva do Sr. Hugo que na história do Sr. Marcelino, é que a história do Senhor Marcelino, e não coloco em causa os momentos dificeis que viveu, revelam que a propaganda dos politicos que ainda nos governam foi muito bem montada ao invés, as nove páginas da Professora que nos questiona sobre os factos revela, que há mais para contar do que aquilo que nos impinjiram e por isso, Pedro, é que o 25 de Novembro passa despercebido.
Aproveito para vos felicitar,mais uma vez, pela oportunidade dos temas, eu também sou daqueles que acredita que Porto de Mós tem tudo para dar certo e depois de ler o comentário do Paulo César, pergunto-me qual é a legitimidade de um Senhor como o Júlio Vieira tem de questionar o quer que seja, quando teve na mão o inicio da pro«ecção na net e não foi capaz de lhe dar seguimento.Pois é, uns têm outros nem por isso.Obrigado Paulo pelo seu comentário e´que algumas pessoas pensam que são mais daquilo que são.

p.s; Só para o Paulo César ,não gostei de ver um comentário meu editado e depois eliminado no ADPortomosense, disse alguma mentira?
Cheirou-me a censura do Sr. Luís Costa com medo do Sr. Júlio e/ou do Sr Rui Neves, mas está bem eu faço de conta que percebo.
De Luis Costa a 28 de Novembro de 2008 às 16:11
Meu caro

Nunca censurei ninguem, pelo contrário, respeito todas as opiniões de quem quer que seja, no entanto, não é intenção do blog ADP desrespeitar o próximo, por muita razão que possa ter no seu dito comentário.
A ADP é uma pessoa de bem e tem de estar à margem de qualquer guerrilha ou ataque pessoal.
Gostaria de lá poder contar com o seu contributo, sempre que para tal esteja interessado.

Um bem haja para si
De Paulo Jerónimo a 29 de Novembro de 2008 às 01:57
Este meu vício de acabar o dia com uma última ronda...
Enfim, mais valia estar a dormir...

Caro rui fonseca,
Relativamente ao seu ps, assumo aqui o meu erro, erro esse que foi o de aprovar um comentário seu, fazendo fé no seu bom senso, a julgar pelas primeiras linhas. Este foi o meu erro, não ter dado a devida atenção a integra do seu texto, antes de o aprovar.
Com muita pena minha logo de seguida me apercebi que me precipitei pois, nestas coisas, está mais que visto que não se pode ser ingenuo e partir do princípio de "boas fés".

Como escolhe este espaço (o VF) para fazer esse PS, e me pergunta se disse alguma mentira, o que posso dizer é que foi uma pena apresentar-se como se apresentou, pois até tinha parte do comentário bastante pertinente para o que se questionava como assunto, não digo que tinha mentiras ou verdades, nem me cabe dize-lo, digo é que tinha insultos, bastantes, a terceiros, e que nessa vertente aquele espaço não pode pactuar.

O que lamento, não foi de a posteriori o apagar, foi do aprovar sem primeiro ver onde o rui fonseca queria chegar.

Só tenho é de apresentar as minhas desculpas aos nomes que por breves minutos foram visados, independentemente de se foi ao " joaquim" ao "Manel" ao doutor ou Engenheiro.

Como já lhe disse uma vez, a certos nomes nesta terra por quem o Rui Fonseca manifestamente nutre os seus, permita-me, odiozinhos de estimação. Não conte comigo para os alimentar.
Sinceramente, agradeço as bondosas palavras que me dirige no comentário anterior, mas muito sinceramente também, não compreendo onde é que com elas, ou com as comparações usadas nelas quer chegar. Seja como for, nada tenho a ver com as suas divergências pessoais.

Caro Rui Fonseca, tenha a bondade de como portomosense de se apresentar. Onde o posso encontrar? Terei todo o gosto em o cumprimentar, e dialogar, contrapor. ou concordar ou discordar, como de resto o tenho com todos esses nomes que faz questão de volta e meia achincalhar. Gosto é de faze-lo olhos nos olhos.
Espero que os seus comentários possam continuar a ser aprovados nos vários espaços a que se propõe comentar. No ADPortomosense inclusive.

Melhores Cumprimentos.
De Rafael Marcelino a 28 de Novembro de 2008 às 23:37
Caro Rui Fonseca, venho aqui mais uma vez não para criticar ou contra-por o seu depoimento sobre o que acha ou achou do 25/Novembro, mas para tentar esclarecer alguns dividendos que se tem juntado ao post. Quando foi o 25 de Novembro a maioria dos Portugueses era completamente analfabeta politicamente (90%) minimo, agora todos sabem até demais (dizem... alguns), eu também fazia ou faço parte desses 90%. claro que agora todos sabem jogar na esquerda, centro e direita e ao fim do resto ninguém sabe é nada, como se comprova pelo estado da Nação. Mas voltando atràs, os factos nada tem a ver com clivagens de esquerda ou direita, se assim entendem então eu deixo de comentar aqui, ou se ouvem verdades factuais ou temos de ser confrades da mesma confraria?!. Nisso eu não jogo.
O facto exposto foi de narrativas em memórias do 25/Novembro par quem consegui-se testemunhar algo a acrescentar sem politiquices como o Sr.Pedro Oliveira lançou o desafio em post. e como era a politica nessa época.Certo?!
Eu quis testemunhar alguns aspectos que achei revelantes, que para mim foram ao Vivo e Ouvido.
Não faltam hoje actores, sabidos e ressabidos para tentarem saber os efeitos colacterais deste facto que aconteceu na história de Portugal.
Eu muitas vezes estou como se costuma dizer;O papel aceita tudo o que lá quiserem escrever, mas daquilo que eu vi e ouvi ninguém me é capaz de desmentir. Acompanhei junto do meu Comandante Coronel Seara, Meu Chefe e amigo Chefe de Estado Miaor da Força Aerea General (Graduado) Morais da Silva (Que muito me estimava também) por razões que miltares e de chefias, e bem assim com a Torre de control e todas as comunicações controladas no edificio do Comando da Base Aerea n°5 Montreal.
Posto isto, aqui ninguém falava de partidos politicos, havia era sectores em que se diziam mais progressitas dentro dos quarteis, nunca Partidos.
Se bem que no exterior a batalha partidária era por mais evidente com todos os sectores a tentarem remarcar-se, sendo os mais trivais os MRPP, MES, UDP, etc., para depois os Politicos Chefes apostarem nos lugares cimeiros. Essa nunca foi a nossa luta, queria-se era estabilidade.
Não me venham com debates em salões muito bem recheados de estudiosos politicos e pensadores que vão saber ou desmentir aqueles que viveram e ouviram tudo de perto o quanto foi toda a revolução de Abril 74. Eu apenas falo do que sei, vi e ouvi sem politiquices. Participei desde a primeira hora no 25/Abril de 1974.
Hoje é muito fácil opinar-se de isto ou aquilo repensando os dividendos mais influentes nesta ou naquela matéria, mas o que se propôs debater foi o 25/NOV.Nessa altura nem NET havia e TVs eram poucas. Muitos estão esquecidos destes factos e para eles é uma treta uma vez que como nasceram depois do PREC já tinham no quarto da maternidade que os acolheu o PC e TV.
Como disse em anterior comentário, o 11/Março para mim meteu-me mais medo no sentido militar-sem politica. Aquilo que eu VIVI e como nunca me farto de dizer, o que OUVI ninguém me pode desmentir.Como foi a Traição ao General Spínola (Metia dó o Homem) e como o Sr General Lemos Ferreira mandou o Comandante Coronel -Carrilho da BA-5 levantar os F-56 com bombas de 500-Kg sobre-voar o Ralis e Lisboa com os Pilotos, Maj. Vitor Silva de Castanheiro (Trás-os-Montes) e Maj. Ayala de Lisboa, pilotos da primeira linha militar.
Isto foram realidades e quem quiser falar de politica ou partidária neste caso não conte comigo.
Ainda me lembro como disse antes do que se pasou no Rossio de Porto de Mós?!, era ..era..era uma coisa de arrepiar em todo o lado, o que se disse e fez muitos devem de ter a consciência pesada e caladinhos agora para que ninguém os aponte. Também fiz uma buscar miliatar na casa dos Poças de Porto de Mós pela noite sobre ordens de comando por denúncia feita de alguns Portomosenses de que estavam lá albergados homens da PIDE-DGS. As coisas que a gente se lembra. Afinal ninguém estava lá. Tinha sido em tempos local de algumas reuniões Militares antes do 25/abril.
De uma forma singela dei o meu testemunho sincero e sem politiquices. Ainda sei como sempre soube viver sem ser afeco a qualquer sector partidário ou pertencer a confrarias. Gosto mais de uma boa Confraria do Bacalhau.
Saudações Patrioticas para a mesa

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