Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Soluções para a Crise?

Perante o nosso problema de Finanças Públicas, défice excessivo, crescimento baixíssimo e dívida externa altíssima, o nosso país foi incapaz de tomar medidas para conseguir continuar a financiar a nossa dívida. Assim, sendo os alemães e os franceses tomaram conta do assunto e impuseram-nos metas a serem cumpridas para o futuro.

Assim, o nosso Governo acatou as ordens e com o apoio do Líder do PSD, tomou algumas medidas que poderão ir resolvendo o problema, senão resolverem o problema tomam-se mais medidas, logo se vê se terão então o apoio do PSD. Como reserva para 2010, temos o Subsídio de Natal dos funcionários públicos, que poderá ser aplicado na redução do défice, se até lá a economia portuguesa não crescer o suficiente para o aumento das receitas fiscais.

O aumento dos impostos é um aumento que tem como único objectivo aumentar a receita fiscal, para assim reduzir o défice. Uma certeza, podemos ter desde já, estas medidas vão manter-se no mínimo até 2013.

Havia alternativa? Claro que sim, mas é preciso ter coragem, a despesa pública nem sequer está no investimento, mas sim nos salários dos funcionários públicos, nas pensões, na saúde e na educação. Nestes sectores é possível fazer alguma coisa? Todos os países, que estão no centro da crise, baixaram os salários dos funcionários públicos, ontem era noticia a possibilidade do Reino Unido dispensar 300 mil funcionários públicos.

A semana passada li uma proposta de um Economista Português que é professor na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e que escreve todos os Sábados no Jornal I, que se resume:

 - Na redução da Taxa Social Única para 17%, o que permitia baixar o custo salarial sem baixar salários, aumentando assim a competitividade da nossa economia,

 - No aumento do regime geral do IVA de 20% para 25%, aumentar o preço dos bens, maioritariamente importados, significa desvalorizar a moeda sem sair do Euro.

Estas medidas permitiriam ainda estimular a poupança, reduzindo a divida ao exterior, que é maioritariamente das famílias e das empresas.

Veja aqui o artigo completo, que tem uma alternativa ainda mais radical.

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publicado por Luis Malho às 14:00
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9 comentários:
De Anonimo´s a 25 de Maio de 2010 às 22:07
Carvalho, só faltava você...que só entende a economia de sua casa (parabens, pq mts nao sabem)...em desqualificar o redactor do artigo...
De antonio carvalho a 25 de Maio de 2010 às 23:55
eu não desqualifiquei ninguém. Limitei-me a constatar que o redator do artigo fez plágio da ideia e prática do ex-ministro Eduardo Catroga. Tão só quanto isso.
Se calhar, por estas eminências se copiarem tanto uns aos outros quer nas ideias e nos métodos é que o País tem sido tão bem dirigido do ponto de vista politico quer económico.
Pode ainda continuar na provocação que em tenho bom poder de encaixe !!!.
De antonio carvalho a 26 de Maio de 2010 às 01:47
Para lhe dizer mais uma : Como sou de ideias fixas, guardei nos meus arquivos a revista "Portugal em Exame" e entre todos os mimos de análise económica para Portugal, constam as eminências " Álvaro Santos Pereira; António Barreto; António Marques; Carlos Andrade; Carlos Pimenta; Cristina Casalinho; Fernando Adão da Fonseca; João César das Neves; João Paulo Girbal; Jorge Barros Luis; Jorge Pereira da Costa; José Silva Lopes; Luis Cabral; Luis Campos e Cunha; Luis Mira Amaral; Manuel Alfredo de Melo; Manuel Pinho; Paulinho Teixeira; Pedro Seixas Vale; Rui Constantino; Sérgio Rebelo; Vitor Bento e Vitor Neto".
Das declarações da mesma revista : Só três depoentes - José Silva Lopes, Vitor Neto e António Marques, manifestaram sérias dúvidas sobre a retoma, que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, Luis Mira Amaral definiu como "lenta e titubeante".
Para complementar o ramalhete em destaque, o Dr. Sérgio Rebelo, professor na Kellogg School of Management da Northwertern University disse: A retoma portuguesa depende muito da conjuntura internacional. Os indicadores que temos neste momento para os EUA são muito positivos, apontando para uma recuperação em todos os sectores da economia. A perfomance da economia japonesa parece também estar a melhorar relativamente ao crescimento anímico dos últimos dez anos. A China e a India continuam a crescer a taxas elevadas. Tudo isto aponta para uma recuperação da economia mundial que ajudará muito a retoma da economia portuguesa.
Palavras para quê ? São economistas (perdão) artistas portugueses que há seis anos repetem a mesma doutrina.
Eles estão mesmo esquecidos(?) daquilo que dizem e depois reaparecem a dizer que têm soluções e verdades cientificas e práticas para acabar com a crise.?
Só que nem todos os portugueses se deixam embalar neste canto de sereia e a memória dos seus pensamentos, manequeísmo ou falta de vergonha ou de conhecimento não é coisa nova nas suas palrações.
A mim, não me enganam e mesmo que algum dia venha a ser empresário, nenhum deles serviria para meu conselheiro económico, Teria de certeza jovens de talento e de trabalho estudioso e sério ao meu lado.

Nota final :- A revista em questão foi publicada em edição especial em Portugal no ano 2004.

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