Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

O que nós temos, os outros não, e vice-versa #5 – Casamento

O Casamento é um vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica são as relações sexuais.

 

Na maior parte das sociedades, só é reconhecido o casamento entre um homem e uma mulher.

 

Segundo a Wikipedia, em alguns países é também institucionalmente reconhecido o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. (Em Novembro de 2008, a Holanda, a África do Sul, o Canadá, a Noruega, a Bélgica e a Espanha) acrescento eu praticamente todos os países do mundo.

 

Estou de acordo, que pessoas que vivam maritalmente, do mesmo sexo ou não, mesmo que não sejam casadas, tenham todos os benefícios que um Estado laico, atribui aos casais.

 

Mais do que isso a mim faz-me uma grande confusão, ou melhor, sou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, penso mesmo que o casamento é um acto de pessoas conservadoras, nada moderno e não percebo como é que as forças políticas de vanguarda o defendem.

 

 

Mas que este é mais um tema, que vai resolver a gravíssima crise que vivemos, não tenho a menor dúvida nem eu nem o nosso Primeiro Ministro.

estou: Enganado
publicado por Luis Malho às 00:06
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34 comentários:
De Jorge Soares a 11 de Fevereiro de 2009 às 19:44
"Querem adoptar crianças. Mas aqui o Estado tem de lutar pelos direitos da criança ou seja têm direito ao pai e á mãe ( de sexos diferentes) claro."

Ana, explique-me lá que eu não percebi, então o estado vai retirar as crianças a todas as mães solteiras? e a todos os pais separados? ou essas não tem direito a uma família com pai e mãe?... tenho o prazer de conhecer várias crianças adoptadas por adoptantes singulares e são crianças felizes e completamente normais, apesar de não terem um pai e uma mãe de sexos diferentes. Também é contra a adopção singular?, ou só contra a adopção por homossexuais?

Acha que as crianças estão melhor nos centros de acolhimento que no carinho e no calor humano das pessoas?

Acha que a orientação sexual dos pais vai influenciar as crianças?.. é esse o problema?.. por acaso já pensou que todos os homossexuais são filhos de heterossexuais? isto diz-lhe algo?

Jorge Soares
De Ana Narciso a 11 de Fevereiro de 2009 às 21:40
O Estado não retira nem dá pais e mães a ninguém, nem a lei é feita para resolver casos particulares deste ou daquele agregado familiar. Além disso pais e mães morrem deixando órfãs muitas crianças. O ponto não é esse. O ponto é que qualquer criança no mundo nasce pela junção de duas partes e não de uma só. O que é normal é existirem duas pessoas de sexos diferentes nas suas vidas: o resto são situações que alteram esta normalidade e esta rotina tão necessária na vida de muitas crianças. e vejo , infelizmente muitas crianças que estão bem tratadas fisicamente mas que têm alterações profundas nos afectos. Não creio que seja necessário alterar o quadro legal para "o " casamento" gay. O que fazem dentro de portas , não diz respeito ao colectivo, não me diz respeito nem a ninguém. Mas deixem as crianças fora dessa intimidade , que no meu entender , têm o direito a pai e a mãe e o dever de respeitar 0s seus ascendentes.
De Jorge Soares a 11 de Fevereiro de 2009 às 21:58
Ana, está enganada. O estado através dos tribunais e da segurança social retira todos os dias crianças aos pais, depois pega nelas e coloca-as em centros de acolhimento, e esquece que elas existem. Existem 11000 crianças ao cuidado do estado, que o estado retirou às famílias e esqueceu.

Mas o estado também dá, a mim por exemplo, de novo através da segurança social, deu-me um filho, uma das poucas crianças que o estado não esqueceu, deu um irmão à minha filha, e espero eu, que dentro de algum tempo me dê outro... que para iso sou candidato à adopção

Mas não respondeu às minhas perguntas, ok, vou-lhe colocar outra, peço-lhe que vá ler este post : http://nosadoptamos.blogs.sapo.pt/12234.html,

e que depois me diga, que não está de acordo que esta criança tenha sido entregue a esta mãe.... porque esta criança não vai ter um pai, só uma mãe.

Quanto ao resto, eu também não acho que seja necessário alterar o quadro actual, as pessoas devem casar-se com quem entenderem, e se neste momento o estado não permite isso, é porque não cumpre os preceitos da nossa lei, que impede a descriminação.

Jorge
De Ana Narciso a 11 de Fevereiro de 2009 às 22:23
Tentando responder às suas questões bem interessantes. Tenho a certeza que tudo o que rodeia a criança a influencia . Tudo. O casal, a família a casa , os genes o clima tudo a influencia para o bem para o mal e para o menos bem e o menos mal. As 11 mil crianças de que fala são aquelas que não viram os seus direitos respeitados . Muitas vezes é preferível sair de uma família violenta e desestruturada e viver num centro de acolhimento. Ali há sempre a hipótese de haver alguém como o Jorge que as acolhe e as estime. O problema aí é também é de prudência dos serviços que permitem a adopção. Não tem retorno . É definitivo. Sem exageros ( que os há ) é preciso acautelar o futuro destas crianças.

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