Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Mensagens de Natal

Nesta quadra proliferam as mensagens de Boas Festas, um velho hábito social que se tem adaptado à evolução das tecnologias. Se os postais de Natal ainda vão tendo algum espaço nas relações profissionais e comerciais, no relacionamento pessoal reinam os sms e os e-mails, se bem que os primeiros já não sejam bem aquilo que eram há ainda poucos anos. São geralmente o dois em um, isto é, juntam os tradicionais votos de feliz Natal aos de feliz, mas também próspero, Ano Novo.

Por outra via – a televisão – chegam-nos as clássicas mensagens de Natal do Cardeal Patriarca de Lisboa, enquanto líder da comunidade católica, e do Primeiro-ministro (PM) e a de Ano Novo do Presidente da República. Assim é há muitos anos…

Sobre a primeira, que nem sequer ouvi, não me vou obviamente pronunciar. Nem sequer sobre a legitimidade do seu enquadramento nesta tríade: é assim, e não me interessa discutir agora se bem ou se mal. Sobre a terceira, como ainda não ocorreu, nada a dizer…

Pronto, está visto que eu quero é falar sobre a Mensagem de Natal do PM!

A primeira expressão que me ocorre é: francamente! Logo de seguida vem-me à memória aquela imagem do Diácono Remédios, e a sua mais famosa expressão transmitida naquele tom bem beirão, rural e profundo: não havia necessidade!

A oposição foi unânime (mais um pleno da oposição que este PM consegue) a referir que o PM vive noutro país, diferente daquele em que todos nós vivemos. Eu também acho mas, fundamentalmente, acho que o PM subverteu todo o espírito de uma mensagem de Natal. E que, de tão óbvia inversão da realidade, apenas nos conseguiu deixar muito mais preocupados e intranquilos. Muitos mesmo revoltados!

Quando numa suposta mensagem de Natal se utiliza o registo de um Tempo de Antena em campanha eleitoral já é caso para ficarmos de pé atrás. Quando isso acontece em plena crise política (num dos mais conturbados períodos de relacionamento institucional entre órgãos de soberania), social (numa das misturas mais explosivas de que temos memória em Portugal, que junta desemprego, como nunca antes visto, criminalidade e descrédito das instituições), económica (estagnação velha de mais de dez anos e sucessiva destruição e inviabilização do tecido económico) e financeira (descontrolo do défice e da dívida e um cenário de descrédito internacional) estamos perante uma obsessão pela campanha eleitoral.

Parece que o PM, embalado por um ano maioritariamente passado em campanha, ainda não percebeu que o longo ciclo eleitoral de 2009 já há muito terminou. Ou, então, acha mesmo que terminou mas que já aí está outro…

Seja ou que for nada de bom nos augura para o futuro e, em particular, para o próximo Orçamento Geral do Estado. Porque, ao arrepio do que aqui referi a propósito do Orçamento para 2010, o PM insiste em não falar verdade e em confundir convicções com obsessões!

 

 

 

Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

BOAS FESTAS

Caros leitores e amigos,

 

È chegada a altura de vos desejar um feliz Natal e um novo ano desenhado á medida dos vossos anseios.

Os tempos não estão fáceis nem de molde a que possamos perspectivar um 2010 de imensa felicidade e prosperidade colectiva. Mas é sempre bom chegarmos a esta época do ano e desligarmos um bocadinho de todos os problemas que nos possam ensombrar a esperança, refugiando-nos na paz e na tranquilidade das nossa famílias e dos que nos são mais próximos e queridos. Esta é talvez a época do ano em que, partindo de uma atitude mais introspectiva, estamos mais receptivos ao outro, mais tolerantes e mais abertos a interagir com os que nos rodeiam.

É também isto a magia do Natal. Quase nos esquecemos da sua origem, de que celebramos o mítico nascimento de um menino que se fez homem, um Homem que creio que todos, independentemente das suas convicções religiosas e políticas, temos como referência. Referência de justiça e de fraternidade, a grande referência de humanismo e dos grandes valores civilizacionais que assentam na dignidade humana… Mas, mesmo quando parece que tudo isto é esquecido e devorado por tradições ou simplesmente por comportamentos induzidos, como que por magia – ainda a magia do Natal – surgimos nestes dias com mais um sorriso, com mais predisposição para a afectividade de um cumprimento ou de um abraço. E não perdemos uma oportunidade para nos despedirmos de quem quer que seja sem um voto de Boas Festas, às vezes meramente circunstancial mas, mesmo assim, uma maneira diferente de nos despedirmos quando, noutra qualquer altura do ano, muitas das vezes, apenas viramos costas.

O Natal é, e espero que continue a ser, um tempo de mística que nos faz de novo sentir crianças: mais puros, mais ingénuos, mais esperançados e, às vezes, mais solidários!

Para todos os leitores do Vila Forte e respectivas famílias um Natal de paz, de tranquilidade e de fraternidade…

E, pela minha parte, até sábado!

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de Gerard de Villiers

Estamos em Portugal, no rescaldo do 25 de Abril, e Lisboa é um tabuleiro de xadrez onde CIA e KGB jogam uma partida mortal. Os serviços secretos americanos, desesperados por apenas terem sabido do golpe de Estado através dos jornais, esforçam-se para impedir que Portugal caia nas mãos do comunismo. Do outro lado, a KGB tem em mente um plano diabólico e põe em campo os seus melhores agentes. É então que um golpe de teatro promete desequilibrar esta guerra fria. Natália Grifanov, mulher de um poderoso coronel da KGB, está disposta a passar para o Ocidente e a relatar todos os segredos que sabe. Para organizar essa deserção a CIA escolhe o seu melhor agente: Malko Linge. Mas nem ele conseguirá levar a cabo esta missão sem evitar danos colaterais. E é então que, nas ruelas de Alfama e nos palácios da Lapa, entre traições e assassinatos, a Revolução dos Cravos mostra a sua outra face.

E, acredite, não é bonita!

Um thriller soberbo e original, passado no pós 25 de Abril de 1974.


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