Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

"Amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria..."

Devido a algumas vicissitudes do meu, muitíssimo, adiantado estado de gravidez, inclusive a dificuldade em escrever por ter braços e mãos dormentes, quero apenas partilhar convosco que a partir de amanhã a minha vida mudará para sempre. Esta consciência de que a decisão de ter um filho é uma decisão para o resto da vida traz um misto de profunda felicidade com uma angustiada responsabilidade pela importância do papel que mais desejei na minha vida. Tudo farei para estar à altura!

 

"Coisas pequenas são

coisas pequenas

são tudo o que eu te quero dar

e estas palavras são

coisas pequenas

que dizem que eu te quero amar.

Amar, amar, amar

(…)

E a hora

que te espreita

é só tua…"

(Pedro Ayres Magalhães)

 

Quero que o meu filho se sinta seguro do amor que lhe tenho e terei, independentemente se é ou não aquilo que eu desejaria que fosse;

Quero que ria e sorria sem receio de se expor;

Quero que se respeite a si próprio e aos outros;

Quero que valorize quem tem na vida e o que tem na vida;

Quero que  os valores da família e da amizade sejam pilares na sua vida;

Quero que reconheça e viva as suas emoções;

Quero que respeite a diferença;

Quero que defenda e persiga aquilo em que acredita, sem receio de assumir as suas convicções, com respeito por ele e pelos outros;

Quero que não desista aos primeiros obstáculos;

Quero que não faça dos outros o caixote do lixo das suas zangas e frustrações;

Quero que tenha a capacidade de se perdoar a si mesmo;

Quero que não tenha medo de tentar;

Quero que se orgulhe da pessoa que é;

Quero que valorize as pequenas coisas e as pequenas conquistas;

Quero que valorize o trabalho;

Quero que sinta que a família é o seu “porto seguro”;

Quero que seja feliz e se orgulhe da família onde nasceu e que não escolheu!

 

estou:
Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Envolvimento Escola/Família

 

Se antes o papel do Professor/Escola era transmitir conhecimentos e desenvolver capacidades intelectuais e o dos pais era sobretudo assegurar o bem-estar físico e afectivo das suas crianças hoje tal já não é verdade, ou melhor, não deve ser verdade.
O papel dos pais e professores entrecruza-se e complementa-se sendo a escola também um espaço de vida emocional das crianças e adolescentes onde é fundamental um envolvimento activo e informado dos pais para o desenvolvimento saudável e equilibrado da Criança como Aluno e como Pessoa. Os pais são essenciais à escola porque ajudam a definir prioridades e fazem força em conjunto para a resolução de problemas, e importantes para os professores porque ajudam a compreender melhor o aluno e a encontrar soluções para as dificuldades.
Os professores são importantes para os pais porque podem dar o alerta para dificuldades sentidas no campo escolar e emocional dos seus filhos.
Confesso que, pelo que vou constatando este envolvimento escola/família, muitas vezes, não é nem informado, nem activo e muito menos positivo. Mais do que apontar responsabilidades que são, sem dúvida alguma, partilhadas, é crucial reflectir sobre esta dinâmica.
Como mãe não irei permitir ser chamada à escola apenas para ouvir dizer mal dos meus filhos, para ouvir falar apenas dos seus falhanços como alunos e como pessoas, exigirei igualmente que seja informada do que fazem de bem, porque verdadeiramente não acredito que uma criança faça SEMPRE tudo mal, se comporte SEMPRE mal, mas acredito que ao longo do tempo quando sente que apenas são esperadas dela coisas menos positivas e essa é a única forma que tem de chamar à atenção e ser notada com toda a certeza irá corresponder ao rótulo. Aqui os pais têm um papel determinante para a contribuição da adopção de um discurso mais positivo por parte dos professores, deverão ser mais exigentes, mais colaborantes e mais informados, porque como pais não podemos impedir os nossos filhos/alunos de sentirem frustração face aos insucessos ou dificuldades mas podemos e devemos impedir de se sentirem derrotados ou totalmente incompetentes.
Infelizmente muitas são as vezes que as crianças são rotuladas pelos adultos como  insuportáveis, irremediavelmente mal comportadas, etc etc e eu pergunto o que já foi feito para que algo possa ser diferente? Em casa estas crianças muitas vezes não têm modelos afectivos nem educativos e na escola? O que fez a escola para ser um modelo positivo? Mostrou que acredita nela enquanto pessoa e enquanto aluno? Mostrou que acredita que poderá ser diferente? Mostrou-lhe algum afecto genuíno? Mostrou-lhe outros modelos de comportamento, ou também, tal como em casa, se grita, pune desadequadamente face ao acto e à idade, se mostra que não se acredita neles, que não têm valor, etc, etc? Sabem… já dizia Grayon “Como melhoram as pessoas depois de começarmos a gostar delas…”. O rótulo atribuído tem uma enorme probabilidade de ser confirmado e as crianças corresponderão ao que é esperado delas, de positivo ou negativo.
O sucesso escolar depende muito mais de factores afectivos, sociais e motivacionais do que das competências cognitivas e parece que nos meio disto tudo todos os agentes envolvidos se esquecem disso.
Aproveito para apaziguar a inquietude de quem pode sentir que estou a desvalorizar o papel difícil dos professores e da escola. Não, não estou! Reconheço-lhe um inestimável valor, mas por isso mesmo acho que devemos todos reflectir e juntos encontrar e partilhar soluções para aproximar as duas faces de uma mesma moeda. Devemos todos ser mais exigentes, com os professores, escola, famílias, autarquias…
Deixo apenas algumas perguntas para reflexão partilha e de opiniões:
- Será que os pais se juntam para reflectir sobre o seu papel na escola e na vida dos seus filhos e assim em conjunto encontrar meios para melhorar esta relação e os resultados da mesma?
- Podemos potenciar o papel das associações de pais?
- Estão criados instrumentos de ligação escola/pais?
- Será que é difícil promover nas escolas sessões de promoção de competências parentais e educativas?
- Estão criadas equipas de ligação Escola/Família (por exemplo, constituídas por pais, professores, técnicos) que permitam aumentar a participação, responsabilização e transmitir modelos positivos?
- O clima na escola é aberto e amistoso para os pais?
estou:
Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

A apologia do elogio*

Vamos começar a valorizar as nossas famílias, amigos, alunos e colaboradores. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza das nossas caras metade e o comportamento dos nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo deve sentir-se querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.
 
 

*recebido por mail

 

publicado por Pedro Oliveira às 13:47
endereço do post | comentar | favorito

.vasculhar neste blog

 

.quem esteve à mesa

Ana Narciso

Eduardo Louro

Jorge Vala

Luis Malhó

Paulo Sousa

Pedro Oliveira

Telma Sousa

.Palestras Vila Forte

Prof. Júlio Pedrosa - Audio 

 

Prof. Júlio Pedrosa - Video 

 

Prof. António Câmara - Palestra

Prof. António Câmara - Debate

Prof. António Câmara - Video

 

Agradecemos à Zona TV

 

.Vila Forte na Imprensa

Região de Leiria 20100604

Público 20090721

O Portomosense20081030

O Portomosense20081016

Região de Leiria20081017

Região de Leiria20081017

Região de Leiria2008052

Jornal de Leiria 20080529

O Portomosense 20071018

Região de Leiria 20071019 II

Região de Leiria 20071019 I

Expresso 20071027

O Portomosense 20071101

Jornal de Leiria 20071101

Região de Leiria 20071102

.arquivos

.arquivos blog.com

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

.Vizinhos Fortes

.tags

. 25 abril(10)

. 80's(8)

. académica(8)

. adopção(5)

. adportomosense(11)

. aec's(21)

. alemanha(7)

. ambiente(9)

. amigos(5)

. amizade(7)

. angola(5)

. aniversário(9)

. antónio câmara(6)

. aquecimento global(7)

. armando vara(9)

. ass municipal(12)

. autarquicas 2009(46)

. avaliação de professores(9)

. be(7)

. benfica(13)

. blogosfera(16)

. blogs(38)

. blogues(19)

. bpn(6)

. casa velório porto de mós(10)

. casamentos gay(17)

. cavaco silva(8)

. censura(7)

. ciba(6)

. cincup(6)

. convidados(11)

. corrupção(7)

. crise(35)

. crise económica(8)

. cultura(7)

. curvas do livramento(10)

. democracia(7)

. desemprego(14)

. disto já não há(23)

. economia(25)

. educação(63)

. eleições(7)

. eleições 2009(55)

. eleições autárquicas(40)

. eleições europeias(12)

. eleições legislativas(46)

. escola(8)

. escola primária juncal(9)

. eua(8)

. europa(14)

. face oculta(18)

. freeport(14)

. futebol(39)

. futebolês(30)

. governo(6)

. governo ps(39)

. gripe a(8)

. humor(6)

. internacional(18)

. joao salgueiro(38)

. joão salgueiro(15)

. josé sócrates(7)

. júlio pedrosa(10)

. júlio vieira(6)

. juncal(31)

. justiça(11)

. liberdade(11)

. magalhães(6)

. manuela ferreira leite(13)

. médio oriente(10)

. medo(12)

. natal(13)

. obama(6)

. orçamento estado 2010(7)

. pec(8)

. pedro passos coelho(7)

. podcast(11)

. politica(12)

. politica caseira(6)

. porto de mós(119)

. porto de mós e os outros(41)

. portugal(27)

. presidenciais 2011(6)

. ps(48)

. psd(54)

. psd porto de mós(11)

. publico(9)

. religião(6)

. rtp(12)

. s.pedro(6)

. salgueiro(16)

. sócrates(81)

. socrates(62)

. teixeira santos(6)

. tgv(6)

. turismo(8)

. tvi(6)

. twitter(17)

. ue(17)

. vila forte(24)

. todas as tags

.subscrever feeds